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AMOAMO

Tornar-se Corno Consentido(Cuckold) é um processo !!

Tenho visto aqui muitos desabafos de homens casados, e mesmo mulheres casadas, que têm a vontade de ter uma terceira pessoa no sexo, mas não sabem por onde começar e sequer têm a coragem de falar de suas fantasias à (ao) parceira(o). A notícia é que vocês não estão sós, isso é muito mais comum do que se imagina. Uma pesquisa feita pelo portal Sexlog informa que 90% dos homens ouvidos têm ou tiveram a vontade de ver ou saber que suas parceiras provaram da vara de outro macho. Tem até um apelido para isso: Cuckold, que diferente do corno, é aquele que sabe daquilo que não pode ser chamado de traição, posto que é de conhecimento consensual do casal. Procurem pelo termo na internet e vão achar bastante material sobre o assunto.

O que vou relatar aqui é um pouco da experiência que passei. Ser um Cuckold, ou um corno consentido, é um processo que dever ser conduzido pelo casal. Há muitas dúvidas, incertezas e barreiras, mas que se forem bem conversadas, podem  ter uma final (ou começo) feliz. O relato foi um processo meu com a minha esposa, que pode ser diferente para outros casais, mas espero que possa ajudar a homens, mulheres e casais que têm, a mesma fantasia, a vencerem as suas barreiras.

Meu fetiche de Cuckold, ou de corno não surgiu de uma hora para outra. Foi um longo processo, onde fui observando os fatos e juntando as peças até montar o “quebra cabeças”.

Lembro de alguns marcos principais que contribuíram para o fetiche. Primeiro, soube que virei corno sem o meu consentimento. Ela se envolveu com um cara e eu fui atrás e descobri detalhes como o nome dele, as datas em que se encontraram, o motel em que iam e até onde ele morava. Claro que ela negou tudo mesmo com tantas evidências. Eu esbravejei, briguei e me senti o pior sujeito do mundo, mas depois que a poeira baixou, após um exame de consciência, descobri que o fato de saber que outro macho havia comido a minha mulher, me dava muito tesão. 

Segundo, em uma noite sonhei que minha mulher estava na cama com outro. Acordei assustado, mas estava de pau duro, sinal de que o sonho tinha sido bom.

Terceiro, uma vez quando eu estava comendo minha mulher, no transe do gozo, ela disse: “ai que vontade de ter 2 picas me penetrando”. Fiquei matutando com isso na mente por um bom tempo.

Quarto, certa vez fomos juntos a um sexshop e eu disse a ela que poderia escolher o que quisesse. Ela então comprou um consolo com vibrador, negro, grande e grosso, muito maior que a minha pica. Fiquei meio sem graça e até tive um certo ciúmes do brinquedo.

E por último, tesão mesmo eu senti quando vi sua expressão de prazer quando penetrei sua buceta com o consolo negro, ao mesmo tempo em que eu chupava seu grelinho. Ela explodiu em um gozo intenso melando toda a minha boca. E para completar, em outra ocasião, ela me confidenciou que queria experimentar o brinquedinho por trás, o que ainda não testamos.

Esse foi o processo inicial e o que passo a relatar agora, foi acontecendo de maneira lenta e gradual. Depois de eu superar a minha primeira impressão ciumenta com o consolo, ele se tornou meu amigo e passou a fazer parte das nossas relações. Não havia uma única vez que eu não o utilizasse para fazê-la gozar de forma intensa.

A coisa evoluiu e comecei a fantasiar comigo vendo-a trepar e gozar com um pau negro de verdade. Tinha a vontade genuína de vê-la morrendo de prazer e tesão em cima da vara avantajada de outro macho.  Depois de muitas voltas, tomei coragem, assumi e expus essa fantasia a ela, que ouviu e nada falou. Depois disso, lhe mandei vários vídeos de sexo explícito com negros pirocudos penetrando casadas pela frente e por trás na presença do marido, contos eróticos de corno, gifs de comedores de casadas, dicas em blogs de cornos, etc. Foi um bombardeio de material erótico que com frequência eu mandava para ela. Eu não perdia uma oportunidade de manter a chama acesa.

Ela via tudo e na grande maioria das vezes não se pronunciava. Em uma única vez em que eu estava viajando, ela admitiu que ficava molhada só de imaginar uma piroca grande e negra penetrando sua buceta, ao ver um vídeo curto que lhe mandei de um negão comendo uma loirinha. Depois de muita conversa, convenci ela a irmos em uma casa de balada liberal. Olhamos o ambiente, bebemos e dançamos mas nada rolou. Mas eu sentia que a sementinha havia sido plantada. Eu entendia o seu silêncio como um sinal positivo, que ela estava pensando sobre o assunto, que ela tinha vontade de fazer também mas lhe faltava coragem. Afinal, depois disso tudo, se ela não quisesse, já teria dito um não.

E eis que a oportunidade surgiu. No começo do ano antes da pandemia, fomos assistir a um show de um cantor famoso. Logo na chegada, ela pediu: quero beber um champanhe. E brindamos juntos com 2 taças. Durante o show, ela pediu outra garrafa, que bebemos nos deliciando com a performance do artista.

Depois que o show terminou, já no saguão para a saída, havia um DJ tocando músicas quentes e muita gente dançando. Nos juntamos ao grupo e perguntei: mais uma garrafa? Ela disse: “eu quero”….e lá fomos nós com outra champanhe.

Encostei no balcão e ela começou a dançar solta na minha frente, enquanto bebericávamos. As pessoas dançavam em grupos animados e logo ela saiu pelo saguão.

Quando me dei conta, ela sorria e dançava na frente de um negro alto e forte. Senti que havia pintado o clima e o DJ passou a tocar um forró. Notando que eu a observava, ela veio em minha direção e perguntou em meu ouvido: “você se importa que eu dance com ele?” . Olhei firme em seus olhos e respondi: de forma alguma!!

Sentindo segurança, ela voltou e abraçou o negro, saindo com ele dançando. Ele agarrou sua cintura e os dois se esfregavam com vontade. Eu observava com excitação. E no final da seleção de forró, pude ver que ela se pendurou no pescoço dele e lhe deu um selinho.

O DJ terminou o seu show e eles vieram até a mim. Ele se apresentou e ficamos os 3 conversando e bebericando até terminar o champanhe. Mas não havia muito mais o que conversar. Perguntei se ele estava de carro e respondeu que não. Eu disse que queria ir embora e ia chamar um táxi e que se ele quisesse, poderia ir conosco. Vi que os olhos da minha mulher brilharam. Ele aceitou a carona.

Quando o táxi chegou, sentei no banco da frente e deixei os 2 irem para o banco de trás. Eles entraram já trocando amassos. Pedi para o motorista seguir direto para um motel. Assim que chegamos, os dois saltaram rapidamente e entraram no quarto agarrados. Eu segui atrás e sentei em uma poltrona que estava em uma posição onde eu podia ver tudo de frente.

Eles chegaram na beira da cama em pé, trocando carícias e beijos ardentes. Vi ele tirar a blusa dela e o sutiã, fazendo saltar seus seios grandes e deliciosos que ele chupou com carinho. Ela sentou e foi desabotoando o cinto do nosso amigo, baixando a calça e a cueca, libertando uma rola imensa, grossa, cabeçuda e já duríssima. Era uma pica de respeito, acho que devia ter mais de 20cm.

Como que hipnotizada por aquela cobra, ela segurou com uma das mãos e passou a punhetá-lo. Foi aproximando a sua boca até encostar aquela cabeçorra em seus lábios. Passava a língua pela cabeça e pela lateral até chegar nas bolas, chupando e babando a base do saco enquanto a mão apertava a ferramenta. Vi a sua boquinha se abrir para recepcionar aquele enorme caralho que foi deslizando para dentro, sem conseguir engolir tudo. E aos poucos ela começou o boquete. Vez por outra, parava, passava a língua pela cabeça e esfregava a pica em seus lábios e no rosto. Fazia tempo que eu não via um boquete tão excitante.

Em um momento, ela segurou o pinto e colocou entre suas tetas, desejando por uma “espanhola”. Ele entendeu o recado e ficou deslizando a piroca por entre os seios como se fosse uma bunda. Ela comprimia as tetas com as duas mãos apertando a rola negra. Eu, já sem roupas e cheio de tesão, me punhetava com a visão privilegiada daquela enorme piroca passando por entre as tetas da minha amada.

Logo ela deitou na cama. O negão terminou de tirar a sua roupa e a da minha mulher, mostrando uma calcinha preta tipo fio dental enfiada no rabo. Ele mamou nas suas tetas e ela sussurrava..“vai, me chupa, ai que delícia”. Foi descendo com a sua língua pela barriga até chegar próximo da buceta. Com os dentes, abaixou o fio dental e com os dois braços, levantou as suas pernas na posição de frango assado e passou a chupar o seu grelinho. Ela pedia: “vai, chupa essa buceta molhada de tesão, isso, vai, que língua gostosa”. E ele descia com a língua pelos lábios vaginais até chegar no períneo, subia e descia novamente deixando-a toda arrepiada. No mesmo tempo em que ele a chupava, deslizou um dedo para dentro da vagina e outro no cuzinho, fazendo-a rebolar com a dupla penetração. Minha mulher gemia de tesão e acariciava os bicos dos seios. Eu podia ouvir o barulhinho daquela língua passando pela sua buceta encharcada. Foi quando ela implorou: “não aguento mais, assim você me mata de tesão!! me fode logo!!”

Antes de penetrá-la, ele vestiu o cacete com a camisinha e foi por cima dela. Ela esticou o braço e segurou a cabeça da pica por entre as pernas e ficou esfregando no grelinho, descendo pelos lábios vaginais até o cu. Eu via seus dedinhos provando a textura da cabeça do membro.

Ela posicionou o pau na entrada da buceta e ele forçou um pouco. Levantei e me aproximei para ver de perto a cabeça daquela enorme pica preta alargando a buceta da minha mulher. Ela estava toda melada e depois que a cabeça passou,  a cobra foi deslizando devagar para dentro até desaparecer totalmente. Eu mal podia acreditar no que estava vendo, mas a carinha de prazer dela me fez lembrar da primeira vez que eu a penetrei com o consolo, o que me deu ainda mais tesão.

Logo começou o vai e vem, no início lentamente, mas que depois foi se transformando em um entra e sai frenético. Ele jogava o corpo para trás até que a rola quase saísse e depois a penetrava com força até o fim, fazendo-a gemer a cada metida mais profunda. Eu escutava o barulhinho de chap chap e assistia com muito tesão a buceta da minha amada ser arregaçada por aquele macho.

Ela mantinha as pernas abertas para o alto e rebolava e mexia o quadril, para frente e para trás e algumas vezes de lado, esfregando o clitóris nele e aproveitando os prazeres daquela penetração. Não demorou muito e ela explodiu num gozo que a fez estremecer toda.

Normalmente ela desaba exausta quando goza, pelo menos comigo….rsrsrs…mas como eu nunca tinha visto, não satisfeita e ainda alucinada, foi por cima dele na posição de “coqueirinho”, de costas para ele e de frente para mim, posicionou de novo a cabeçona na entrada da buceta e foi baixando, arrepiada, descendo e engolindo a piroca até entrar tudo novamente. Ela me olhou e deu um sorriso, como que querendo a minha aprovação. Devagarinho, ela começou a mexer e começou o vai e vem, subindo e descendo naquele mastro. Ela gemia como uma louca e em alguns momentos, parava e rebolava de lado com a pica dele toda atolada. Na posição em que eu estava, podia ver de frente os seus movimentos com as pernas apoiadas nas coxas do negão e cavalgando com a buceta arregaçada para “agasalhar” aquela enorme piroca. Ele apertava as suas nádegas e vez por outra deslizava um dedo pelo seu cuzinho. Eu estava extasiado com o que assistia. Nunca imaginei que aquela cena me desse tanto tesão, pois era um verdadeiro pornô ao vivo tendo como atriz a minha esposa, que agora se comportava como uma verdadeira puta solta e desavergonhada, exatamente como eu fantasiava.

Ela gozou de novo, mas o melhor e o mais surpreendente estava por vir. Ainda insatisfeita, sem sair de cima dele, afastou as nádegas com as duas mãos, deixando o cu totalmente exposto e implorou…“põe na portinha vai..ai, que delícia de caralho” !! Ele ajeitou a cabeçona já lubrificada pelo gozo da minha mulher no olho do cu começando a dilatação das pregas. Foi sentando lentamente e com jeitinho a cabeça passou. Fez uma pausa e respirou fundo.

Eu assistia a tudo com muito tesão. Jamais imaginei que o cuzinho que eu inaugurei com tanto carinho, pudesse receber agora uma pica bem maior e mais grossa que a minha. E olha que ela nem chegou a experimentar o consolo por trás antes.

A expressão facial dela mostrava uma mistura de dor com prazer. Mas corajosa, não estava disposta a desistir e foi se moldando devagar. Ele com muito jeito, não a penetrava, apenas acomodava o intruso no cu na medida em que ela permitia. Depois de algum tempo ela se mexeu, descendo o corpo e empurrando a bunda mais um pouco de encontro ao pau dele. Escutei ela dizer: “que tesão de pica, quero sentir essa rola inteira até o talo no meu cu”. E assim foi sentando devagar até que as bolas encostassem na bunda. Parou de novo por algum tempo, respirou fundo de novo e logo começou a rebolar devagar. O nosso amigo percebeu o sinal positivo e iniciou o vai e vem. Socava o cacetão deixando a minha puta alucinada, gemendo e falando alto, “..mete, me arregaça…me fode mais…enfia tudo….come esse cu que agora é seu…que delícia sentir essa tora no cu !!” . E totalmente solta, mexia o quadril engolindo e soltando a pirocona em sincronia com os movimentos dele. Ela esfregava o seu grelinho com uma das mãos se masturbando enquanto era arregaçada. No auge do tesão ela me olhou e perguntou: “tá gostando meu corninho? Era isso que você queria?  O seu fetiche? Eu confesso que tinha uma vontade louca de dar o cu para um negão pirocudo na sua frente…ficava com a buceta melada só de pensar” !!

E eu alucinado respondi…”siimmm..está uma delícia te ver rebolando com essa pirocona, rebola mais para o seu corno ver, minha puta safada !!”

O nosso amigo acelerou o ritmo das bombadas e ela acelerou a sua própria masturbação e gritou “vou gozar de novo e agora pelo pelo cu..ai que loucura, que delícia..que tesão filha da puta…. assim! assimm! vaii! estou, estoou, estoouu… aiii..gozaaandooo… aaiii aiiii!!!”

Enquanto ela gozava pela terceira vez, eu acelerei a minha punheta e senti a base do pau queimando com a chegada do gozo como se fosse a lava de um vulcão. E jorrei toda a minha porra longe. Ainda deu tempo de ver ele tirar o pau do cuzinho dela, retirar a camisinha e derramar também uma enorme quantidade de porra que se espalhou pela bunda e pelas costas da minha esposa. Ela desabou em cima dele exausta, ainda com a respiração acelerada e depois de três gozos consecutivos, coisa que eu nunca tinha visto.

E assim realizamos a nossa fantasia.  Ela de ter uma pica grande, negra e grossa de verdade e eu de vê-la desfrutando de todo esse prazer. Foi um caminho longo, cheio de incertezas e dúvidas que contornamos juntos, mas que valeu muito a pena. Ela agora é uma HotWife e eu enfim, Cuckold!!

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Escrito por casalmanaus

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24 Comentários

  1. No mundo liberal, a realização de fantasias não tem limite. Eu também adoro assistir e me excito demais vendo a minha esposa gozar com a vara de outro macho! Este desabafo está excelente com narrativa pra lá de excitante e é um texto esclarecedor, motivante e encorajador para aqueles têm o mesmo fetiche !! Parabéns

  2. Bom dia mestre,maravilhoso o seu relato,és meu herói na terra,estou conhecendo uma moça linda e sonho que um dia ela seja pra mim uma esposa igual a sua,se precisar de ajuda pra beijar os pés dessa Deusa que voce tem em casa chama noix…grande abraço

  3. Lindo lindo seu relato…quero transformar a minha esposa a fazer isso também…que coincidência a minha tara é igual a sua e também estou usando consolos grandes e grosso na cor preta dentro dela e ela está amando ser penetrada e alargada por eles…

    • Obrigado pelo elogio !! Coincidência ? não, é estatístico ! 90 % de nós homens têm a mesma tara, como eu digo no relato, mas muitos não têm a coragem de expressar isso..kkk
      Quanto ao consolo negro, foi ela que escolheu quando fomos a um sexshop.
      Torço para que você consiga transformar a sua esposa em uma hotwife, é muito excitante !!
      Vamos trocando figurinhas, se eu puder te ajudar de alguma forma, seja te inspirando ou dando alguma dica, conte comigo. Mas acho que você já está no caminho certo.
      Processo em andamento…kkkkkk…

        • Caaaraallhhooo bicho ! Olhei todos os posts ! Gostei de todas as fotos, mas fiquei impressionado com o rabão dela ! dá vontade de lamber e chupar até fazer ela gozar ! Vi em um dos posts que ela tem 49 anos, é isso mesmo ? Tá na idade da loba e se ela já te traiu quando era noiva e agora adora os brinquedinhos, você já tem os ingredientes necessários para se tornar um corno, ou cuckold, de verdade !
          Se eu puder te dar um conselho, comece a usar os brinquedinhos dela no cu também, de preferência quando ele estiver bem excitada com um oral seu. Deixe ela enxarcada e tente introduzir um brinquedinho no cu, com lubrificação é claro. mas comece pelo brinquedo menos grosso.
          Assim você via acostumando ela a fazer de tudo quando se tornar um corno, de preferência com um negão dotado.
          Dá tesão só de pensar !!

  4. Meu amigo, muito boa a vossa história e o teu texto!
    Partilho contigo de história similar, a minha Hotwife demorou bastante pra dar o primeiro passo e literalmente dar pra outro macho, mas ainda não tivemos a oportunidade de um threesome nem de eu assisti-la se deliciando com outro macho caralhudo, pra me fazer um Cuckold feliz.
    Sejam felizes.

  5. Cara, parabéns pelo relato. O modo como escreve traz aos leitores como eu, uma aproximação da realidade, pois fiquei tão excitado como que estivesse assistindo um filme, vendo as cenas.
    Gostei muito de sua explicação sobre o tema, e ainda mais, contou como se faz na prática. Felicidades para o casal! Até mais…

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