Eu confesso que nunca estive tão triste na vida.
Oi gente, tudo bem? Bom, eu podia falar sobre muitas coisas, mas vou direto ao assunto, dessa vez. Faz quase um ano que não namoro, nem mesmo toco os lábios de uma garota. Bom, eu tenho 16 anos, e ela foi minha primeira namorada. Claro, que já havia ficado com outras garotas, mas, não vale a pena citar. Ela foi o amor da minha vida, tanto que eu penso nela todo dia. E isso acabou se tornando um problema pra mim.
Pode parecer egoísmo, mas, eu sempre achei que o amor só é bom quando se está ao lado de quem se ama(penso que essa é a lógica).
O amor que eu vivi foi muito intenso. fez jus ao nome(até por que eu sei a diferença entre amor e paixão). Uma relação aonde o carinho prevaleceu. Começou de um jeito rápido e inesperado. Acabou do mesmo jeito, com 3 meses, muito de repente.
Pode ter parecido até muito superficial, mas o trauma que esse namoro me deixou, é o menor dos meus problemas hoje.
Eu fiquei muito triste depois disso. Pensei em me suicidar. Mas aguentei. A vida foi indo, e lá pro meio do ano, quando vi que essa situação era irreversível(terminamos no fim de fevereiro), começei a sentir falta de uma compania. Não consegui, até hoje.
Sinceramente, eu não entendo. Eu luto MMA, ando sempre bem arrumado,uso bons perfumes, não sou mau educado com ninguém, pelo contrário… Moro sozinho, dizem que sou muito inteligente, não gosto de farras, tampouco tenho vícios(e olha que não sou crente. Só tenho o mínimo de ética)… Sabe, eu não entendo, parece que nasci pra ficar sozinho… Sempre procuro agradar as pessoas, mas continuo sem ninguem. Eu acho esse negócio de “ficar” ilusão, perda de tempo. Queria tanto uma garota ao meu lado… Alguem pra fazer carinho, cuidar, e que cuide de mim… Isso não se paga. Ainda mais agora, que minha mãe, a pessoa que nunca saiu do meu lado, vai viajar pra europa, só consigo ver minha vida cada vez mais vazia… Bom gente, muito obrigado por lerem minha confissão, a quem me ajudou, ou mesmo tentou… É sempre muito bom ter alguem que te aouça. Abraços a todos.

