Eu confesso que fui fazer uma viagem a trabalho para uma pequena cidade de São Paulo. Sou carioca e trabalho numa multinacional. Após resolver os problemas na filial, sobrou um tempo para relaxar e fui conhecer um pouco da cidade. Na praça, fui informado que havia algumas cachoeiras bem bacanas, mas que era bom ir com um guia e me indicaram um que era conhecido como Sucuri. Achei curioso o apelido, mas não dei importância. Procurei o guia sucuri, acertei o passeio, voltei para a pousada para pegar tênis e algumas coisas e fui encontrá-lo. Chegando na cidade, partimos para a aventura. Antes de prosseguir, quero dizer que sou casado e bem casado, mas já tive curiosidade de sentir uma piroca na bunda. Já tinha sentido quando novo, hoje tenho 45 anos, sou atlético, pratico esportes e gosto de trilhas e como não encontrei ninguém que fosse parceiro e discreto, satisfaço minha curiosidade com um brinquedinho. Vamos voltar para a caminhada. Largamos o carro no fim do asfalto e começamos a caminhar pela mata em direção a cachoeira. Em alguns trechos a mata era bem fechada, chegava a ficar meio escuro e como era dia de semana não havia mais ninguém na trilha. Fomos conversando e perguntei ao guia o porque do seu apelido e ele disse que talvez eu descobrisse na cachoeira. Seguimos, a paisagem era muita legal. Chegamos no início da cachoeira e o guia perguntou se estava bom ali ou se eu queria ver mais coisas “exuberantes” da natureza. Confesso que não percebi a maldade e disse que queria ver mais. Ele deu um sorriso e disse para subirmos um pouco, pois eu poderia ver a queda d’água e alguns animais da região e eu concordei. Só não esperava me deparar com aquele animal; ao chegarmos na queda da cachoeira, que era bem afastada e deserta, o guia sugeriu que eu tirasse a roupa para um mergulho, pois ele sempre fazia isso e assim se aproveitava mais da temperatura da agua, que estava bem agradável. Ele me perguntou se eu ficaria incomodado se ele tirasse a roupa e eu disse que não e que, se não houvesse perigo de chegar alguém eu também tiraria. Ele garantiu que não haveria perigo, então eu tirei minha roupa e entrei na água, que estava uma delicia. Dei um mergulho e quando levantei o guia estava acabando de tirar a roupa e eu descobri porque o seu apelido era sucuri. Ele tinha uma piroca que mais parecia com aquela cobra; grande, bem grande, grossa, imponente e pronta para dar o bote. Quando ele começou a caminhar, a “sucuri” balançava de um lado para o outro, pois estava mole. Parecia que procurava a presa para o ataque. Confesso que fiquei assustado com o dote do guia e curioso para ver seu tamanho real, mas tentei disfarçar a curiosidade. Não consegui. Acho que o guia sabia que sua cobra encantava as pessoas, mesmo as que não tinham a intenção de serem picadas por ela, pois ele se aproximou de mim e disse: e aí, descobriu o motivo do apelido? Mas pode ficar tranquilo que esta cobra não ataca ninguém de surpresa, só se for permitido. Fiquei meio sem graça com a piada, mas aquela piroca estava chamando minha atenção. Parece que o guia percebeu e começou a mexer, alisando como se estivesse tocando punheta e fazendo a bichona começar a crescer. Eu mergulhei e nadei para o lado, para fugir da tentação, mas o guia notou que eu estava curioso e com vontade e atacou: você já pegou numa cobra assim antes? eu disse que não. Ele disse: Vem, pega nela, sente como é lisa e está quentinha. Fica tranquilo, ninguém vai ver a gente aqui. Eu relutei, tentei fugir e quis dizer para mim mesmo que aquilo era loucura, mas aquela piroca na água, parecendo realmente uma sucuri querendo dar o bote me enfeitiçou. Quando percebi, eu estava dizendo para o guia que aquilo tudo ia me machucar, não ia caber. Ele disse que se eu deixasse, não iria me arrepender. Então, deixei a razão de lado, ninguém iria saber mesmo, afinal eu estava em outro Estado, e me ofereci para ser picado por aquele animal. O guia pediu para eu me abaixar na água e engolir sua pica e eu fiz. Nossa, aquilo quase não cabia na boca. Fui lambendo, devagar, depois com mais vontade até que perdi a vergonha e passei a chupar descaradamente, passando a lingua naquele cabeção vermelho que já estava começando a latejar. A piroca ficou descomunal, a ponto de me assustar, quando o guia disse: vire esse cúzinho para eu meter nele. Eu fiquei com medo, mas a vontade de sentir aquele mastro na bunda era maior e eu virei. O guia tinha em sua bolsa um pouco de vaselina, que ele já tinha posto estratégicamente na maõ. Ele besuntou meu cú, encostou a cobra nele e eu quase desmaiei de tesão quando senti aquela cabeça quente querendo entrar. Deu um arrepio até o alto da coluna. O guia foi se ajeitando, escorregando, eu fui mexendo prá lá e prá cá até que o cabeção entrou. Doeu um pouco, mas eu resisti bravamente. Ele perguntou se eu queria parar e eu disse para empurrar devagarinho e eu ia vendo até onde aguentava. Gente, teve uma hora que eu achei que ia desmaiar, mas o tesão era tão grande que eu não queria parar. Aquela piroca estava arrebentando meu cú, mas estava uma delícia. Eu gemia de dor e rebolava de prazer. Não acreditava que seria capaz de suportar aquilo, mas quando eu menos esperava o guia soltou um gemido gostoso e disse: rapaz, você aguentou 32 centimetros da minha rola no seu rabo. Ninguém que veio até aqui aguentou isso. Você merece um prêmio. Então ele começou a bombar, devagar, aumentando, mais rápido, meu cú alargando cada vez mais, o tesão me deixando tonto, as pernas ficando moles e a piroca cada vez mais dura e grossa dentro de mim até que ele despejou uma cachoeira de leite na minha bunda. Dava a impressão que eu tinha um rio de leite no cú. Quando ele tirou sua piroca do meu cú, senti que era capaz de encarar qualquer desafio agora. Ainda tive forças para passar um pouco de água da cachoeira e dar uma mamada sensacional naquela obra de arte. Depois voltamos para a cidade e me despedi do guia, voltei para o RJ e descobri que não tenho mais do de sucuri, pelo contrário, eu ganho dela e boto na toca.

