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Carícias no Cinema

Uma vez eu queria muito ficar com uma garota que troquei ideia quando era adolescente, seu nome é Pietra. Quando tinhamos 20 anos, ela veio me mandar mensagem no Instagram, começamos a trocar ideia e a Pietra começou a ser um pouco safada… isso fez com aquele desejo voltasse.

– Olha, não fica sendo safada comigo, se não eu até te mando a foto do meu pau.

Já era noite e eu estava em um restaurante na hora, acreditava que ela iria me cortar. Mas para a minha surpresa:

– AKAKAKAKAKAKAK manda ai.

Eu fiquei maluco, fui ao banheiro do restaurante, tirei a foto e mandei. Nem ela conseguiu acreditar. Infelizmente não iria poder ficar com ela nos próximos dias, eu iria viajar e ficar fora por duas semanas, mas nós marcamos de sair quando eu voltasse. Eu iria voltar em uma sexta e iriamos sair no sábado.

Ao longo dessas duas semanas, obviamente, continuei conversando com ela. Para o meu azar, nós ficamos mais amigos do que quem se deseja sexualmente, eu senti que ela não tinha mais vontade de ficar comigo.

Quando faltava 3 dias para que eu voltasse para nossa cidade, eu fui perguntar para ela se ainda iriamos sair.

– Então Pietra, nós ainda vamos sair no sábado?

– Sim.

– Eu estava pensado em irmos no cinema, tudo bem para você?

– Tudo bem, eu estava querendo assistir um filme que esta em cartaz.

Então eu fiz a pergunta de um milhão de dólares:

– Mas nós vamos sair como amigos ou vamos ficar?

– Vamos sair como amigos.

Eu decidi arriscar para o tudo ou nada, não estava nem ai.

– Então vamos cancelar, porque eu quero ir para ficar com você. 

Eu imaginava que Pietra fosse me cortar na hora, mas tive uma surpresa:

– Então vamos como ficantes.

Fiquei maluco, nem podia acreditar que finalmente iria pegar a Pietra, que sonhava em ficar com ela há anos. Já vou deixar bem claro, Pietra não é o tipo de garota perfeita que existe, ela é branca, tem cabelo um pouco cacheado e curto, é um pouquinho gordinha só de barriga e é alta.

Chegando no dia, perguntei para ela se estava tudo certo, ela afirmou que sim. Cheguei no shopping mais cedo que ela, comprei os ingressos pro filme no horário em que combinamos, era uma sala vip e poderiamos ficar deitados, um ao lado do outro. Quando ela chegou, tive uma surpresa, Pietra tinha ido de calça, tenis e uma camisa padrão. A calça não era jeans, era fina, mas me surpreendeu.

Comprei tudo, pipoca, chocolate, refrigerante e bala. Ao chegar na sala de cinema, conversamos um pouco sobre várias coisas aleatórias, o filme nem tinha começado ainda, mas eu ja queria ter certeza de que iriamos ficar, então puxei ela e começamos a nós beijar.

A boca dela era uma delícia, eu passei a mão em seus cabelos e, novamente, Pietra me surpreendeu pegando no meu pau que já estava duro. Eu digo que ela me surpreendeu porque eu pensei que seria só beijo, não que poderiamos transar.

– Nossa, Pietra, você me surpreendeu agora. Não tinhamos combinado isso.

– Ué Roberto, você não quer?

– Claro que eu quero transar com você, até te mandei foto do meu pau. Mas você quer fazer aqui?

– Não sei, aqui deve ter câmera.

Estavamos no canto da última fileira, eu olhei em volta e não tinha câmeras por lá.

– Aqui não tem, vamos aqui mesmo.

– Ah Roberto, eu não sei viu.

– Vamos fazer o seguinte, depois do filme vamos para um motel, tudo bem?

– Pode ser.

O filme começou, e com ele, Pietra começou a passar a mão no meu corpo, pegava no meu pau, passava a mão em minha barriga por baixo da roupa, pegava na minha perna. Eu pegava em sua coxa, em sua buceta (por cima da roupa, não queria assusta-la). Eu fiquei foi muito frouxo, não tinha saido pra ficar com a Pietra ainda, e não queria assusta-la, então não peguei muito nela.

Ela começou a bater uma para mim por cima da roupa, não cheguei de gozar porque estava muito ruim, mas em nenhum momento meu pau abaixou. No meio do filme, Pietra passou a mão pelo meu pescoço, enfiou a mão dentro da minha camisa e começou a passar a mão no meu peito. Eu resolvi fazer o mesmo com ela, quado peguei no seu peito, era muito pequeno, mas me deu muito tesão, queria mamar ali mesmo mas ela não deixou.

O filme acabou e eu não tive coragem de enfiar a mão em sua buceta por dentro da roupa. Fomos comer um lanche, depois a Pietra resolveu passar em uma loja para comprar umas coisas. Meu pau continuava duro e sempre que dava, Pietra deixava eu encosta-lo em sua bunda.

Quando iamos embora, eu não tinha carro, mas Pietra tinha. Ao chegarmos no carro, eu estava doido para ir para o motel, estava quase botando meu pau pra fora lá mesmo. Porém, a mãe da Pietra ligou para ela e pediu para que ela voltasse para casa logo para resolver um problema, ai acabou o motel.

Eu pedi para que Pietra me deixasse na casa de uns parentes meus que morava perto do shopping que estávamos. No caminho, enquanto ela dirigia, me deixou colocar a mão por de baixo da calça, só não da calcinha. Eu tenho fetiche em coxas então aproveitei para passar a mão lá, as vezes dava umas dedadas na buceta dela “sem querer” por conta do movimento do carro.

Ao chegar na frente da casa meus peus parentes, eu pedi para irmos para o banco de trás, para ficar só mais um tempo juntos. Ainda estávamos de roupas, mas coloquei ela para sentar no meu colo, pretendia ficar assim por um tempo, mas meu pau estava explodindo, tirei ela do meu colo e disse.

– Eu posso tirar ele? Só para deixar ele respirar um pouco.

– Pode.

Eu só tirei ele para fora, no exato momento Pietra pegou nele e começou a me masturbar. Ela ainda me perguntou:

– Você tá bem?

– Tô, porque?

– Esse é o pau mais duro que eu já peguei.

Acho que essa foi um dos melhores elogios que já recebi, mas também né, estava duro há horas. Pietra estava apertando muito.

– Não aperta tanto, se não machuca.

Ela pegou um pouco mais leve, sua mão era uma delícia, eu não estava aguentando.

– Cê não quer chupar um pouco?

– Não.

– Ah, então para, se não eu vou gozar e posso sujar seu carro.

– Não, vai gozar sim pra aprender!

Aquelas palavras mexeram comigo. Tirei a camisa dela e o sutiã, finalmente pude chupar o peito dela. O mamilo estava durinho. 

Eu estava aproveitando o momento, não queria nem saber de penetrar na hora para não dar sinais para quem pudesse passar, afinal estavamos em um carro no meio da rua.

Em um certo momento, já estavamos pelados no carro, eu chupava os peitos dela e dedilhava de leve a buceta dela enquanto ela batia uma para mim. De vez enquando nos beijavamos, em certo momento quando estavamos nos beijando, eu não aguentei e gozei, gozei como nunca havia gozado antes, nunca tinha saido tanto. 

– Caraca, você tava com muito tensão, né.

Para Pietra tinha sido rápido, mas eu estava aguentando a tarde inteira.

– Tô com ele duro a tarde toda.

– Você quer ir na farmácia comprar um lenço umedecido?

– Não, ta de boa.

Tinha uns jornais velhos no carro dela, rasguei alguns deles para me limpar.

Pietra havia começado a se vestir, mas eu queria continuar. Não dava para penetrar ali, mas eu sabia como continuar.

– Eu já gozei, mas você não. Não posso te deixar sem saber que você esta satisfeita. 

Fui abrindo as pernas dela enquanto lambia, ao chegar na bucete dei um beijão e comecei a chupar, Pietra ja estava gemendo enquanto passa mão no meu cabelo. Fiquei chupando ela por menos tempo do que ela ficou me masturbando, e ela gozou. Fiz o possível para beber todo o gozo dela para não sujar o carro dela. 

Nos vestimos, demos um beijo e nos despemos.

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Escrito por robertodomonte

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