em

Carol minha irmã gostosa

-Sai daqui seu filho da puta.

O sapato voou pelo quarto me atingindo na cabeça. Eu não acreditei, que bela pontaria. Juntei-o do chão e por pura vingança arremessei de volta, mas diferente da Carol eu não tinha uma boa pontaria. Errei.

-OLHA VOCÊS OS DOIS… PODEM PARAR COM ISSO, SE EU ME ABORRECER VOU QUEBRAR A CARA DOS DOIS.
– A mãe entrou no quarto vociferando ameaças para nós. Mesmo nos clímax das pancadarias sabíamos que deveríamos parar quando mamãe se envolvia, ou seria muito pior.

Carol tentou dissertar uma desculpa a seu favor. Mamãe disse que não queria saber e saiu do quarto, Carol a acompanhou tentando mais uma vez me queimar.

Era a segunda vez só aquela semana, nem eu estava aguentando mais. Minha irmã gêmea era insuportável. Dificilmente passávamos uma semana sem nos espancar. Com aquela reforma em seu quarto acabei tendo que dividir o meu; o que não era nada fácil, aquela menina queria tudo a seu modo e acabava esquecendo quem era o proprietário do aposento.

Mas entre socos e pontapés uma coisa eu nunca neguei; a beleza de Carol, ela era (e ainda é) uma caucasiana muito gata: dona de um belíssimo corpo; Tem uma Apetitosa grande bunda, que sempre me deixou sem graça; Os seios são médios e proporcionais para seu tamanho, uma perfeita obra da natureza eu diria; Já seu rostinho de princesa esconde a forte personalidade que carrega.

Minha irmã é gostosa, admito. Mas isso nunca me fez desejá-la, ou bater punhetas pensando nela… A maior parte do tempo estávamos brigando ou discutindo, assim era difícil enxergar algo de bom nela.

Mas foi aquele mesmo dia em que as coisas começariam a mudar, e por incrível que pareça, foi por culpa dela.

Eu estava em meu quarto, quando nossa mãe chegou e me ordenando que arrumasse aquela bagunça. Eu retruquei, afinal não era o único responsável pela desordem, Carol também era. Mas não teve conversa, minha mãe era facilmente manipulada por minha irmã e acabei tendo que arrumar tudo sozinho.

A mãe saiu para trabalhar enquanto eu fiquei arrumado as coisas. Já Carol, hora ou outra aparecia na porta e ficava a me observar e dizer frases de gozação. Fiquei calado, uma hora minha hora iria chegar, e não é que chegou.

Ao arrumar a gaveta de minha irmã notei um envelope debaixo de suas calças. Curiosamente retirei para ver o do que se tratava e tive minha surpresa; enrolado um maço de dinheiro, contabilizando era o valor da mensalidade da escola da Carol.

Semanas atrás minha irmã havia chegado em casa chorando, sem fala. Nossos pais ficaram muito preocupados. Deram-na um copo com água e esperaram que se recuperasse. Carol disse que havia sido assaltada e que tinha perdido tudo o que tinha, incluindo a mensalidade da Faculdade.

Ora meus pais apenas deram graças a Deus dela estar bem e reembolsaram o dinheiro roubado. Nossos pais são muito bonzinhos com a Carol, talvez seja por isso que ela os enganava. Mas agora eu a tinha em minhas mãos, ela os havia enganado e teria que arcar com as consequências.

Ela estava na sala de estar assistindo TV quando cheguei quase dançando.

– É incrível como a mãe vai ficar surpresa ao saber que tu é mentirosa. – Eu lançava um sorriso maquiavélico de vitória enquanto balançava o dinheiro.

– Onde tu achou isso? – Carol esbugalhou os olhos e correu para tomar o dinheiro de minha mão.- isso é meu, me dá.

Empurramos-nos. Ela tentava pegar o dinheiro, mas eu não deixava. Eu acabei sentindo seus peitos contra mim, mas não me importei.

– Tudo bem. O que tu queres? – Perguntou minha irmã cansada e desistindo da luta.

– Em primeiro lugar quero saber o porquê tu enganaste nossos pais.

Ela abaixou a cabeça, franziu a testa e fez cara de choro. Confesso que seu rostinho estava tão lindo que cheguei a sentir pena. Depois ela explicou que estava devendo uma grana a uma pessoa e teria que pagar e por isso havia precisado do dinheiro.

– Estava devendo tudo isso? – perguntei.

– Metade, e como não tinha como inventar que o ladrão roubou só metade… Teve que ser todo o dinheiro. Pode ficar com a outra metade. – disse Carol dessa vez ainda mais linda que antes.

– Toma. – e joguei o maço de dinheiro em cima dela. Digamos que a beleza de minha irmã havia me feito sentir pena

– Não vai querer nada?

– Não. – eu vim com sede de vingança, mas havia desistido. Não faria nada e deixaria pra lá, já estava decidido, só queria deixar um pouco de medo no ar para que a próxima vez Carol pensasse duas vezes antes de mexer comigo. – Quer dizer, a qualquer hora eu posso querer alguma coisa, então cuidado como se porta comigo. – e sai rindo.

Os dias que se passaram foram de total estranheza, minha irmã pouco falava comigo e quando o fazia era com admirável educação.

Passara-se duas semanas eu estava deitado em minha cama lendo um livro. Carol entrou no quarto com uma vassoura na mão e danou-se a varrer. Olhei por cima do livro e sorri, ela estava adestrada do jeito que eu queria. Aqueles dias que se passaram foram os melhores dias que eu já tive, não fazia nada em casa.

Observei melhor e notei que minha irmã hora ou outra abaixava-se para juntar alguma coisa. Ela vestia um shortinho muito curto e sexy em conjunto com uma fina camiseta branca. Não dava para não olhar para aquela bunda gostosa, ao se abaixar ela parecia empinar o bumbum, ao menos foi essa a impressão que tive. Minha irmã era voluptuosa um corpo escultural para a sua idade. Branca de cabelos negros até a cintura e um par de olhos castanhos avermelhados e sedutores ao ponto de hipnotizar e eu a encarei seu corpo por um instante.

– Da para não olhar pra mim dessa forma. –Reclamou Clara me surpreendendo.

– Sai daí. Eu não tenho porque olhar para você, nem bonita você é. – Respondi esperando uma provável discussão, algo que não aconteceu.

– Não sou bonita é? Pensa que nunca notei que tu não para de olhar para o meu bumbum e me fica comendo com os olhos. – havia ficado sem respostas, calado só pude esperar minha irmã continuar. – Só quero que tu lembre que sou tua irmã, e com irmã não pode… – e saiu do quarto gargalhando.

No outro dia, cheguei da escola e escutei a Carol me chamar. Subi e dei de cara com ela vestindo uma linda lingerie preta; Minha nossa, era um espetáculo, o sutiã da lingerie realçava bem seus seios, a parte de baixo era engolida por sua bunda em um monumental fio dental, na frente à buceta era tão sexy. Fui à loucura.

– Ei tarado, o que tu achou? Estou pensando em comprar, uma amiga da mãe quer me vender .

Não pude mentir; disse que estava bonita.

-Só bonita? Bonita quanto?

-Esta bonita. Linda esta bem?

– Linda quanto? – ela sabia que eu estava ficando sem graça, notei que queria ficar me tirando e decidi então cortar o barato.

– Tu ta gostosa. Se tu não fosse minha irmã eu te pegava. – e ao responder assim ela arregalou os olhos e se calou. Desci, mas escutei um baixo risinho vindo do quarto. E me perguntei o que ela está querendo?

A noite daquele mesmo dia, nosso pais saíram para um casamento. Eu fiquei sozinho com a Carol.

Não entendia o que estava acontecendo comigo, mas após a exibição de minha irmã com sua lingerie, eu havia ficado louco, não parava de pensar em seu corpo. Nunca esses sentimentos tinham norteado minha mente por tanto tempo. Eu estava com medo de mim mesmo pois pensei em pegar minha irmã a força. E não podia acreditar que pude ter tais pensamentos.

Às 22 horas mais ou menos eu subi para o quarto para dormir; Carol estava deitada de bruços em sua cama. Ao me ver lançou-me um grande sorriso. Ela vestia um baby doll branco de seda muito curto, algo que não era normal, geralmente dormia de short e blusa.

– Ei tarado!!!- Me chamou Carol. Ao olhar peguei um susto. – Olha! – falou ela de joelhos na cama balançando os quadris, que estavam amostra graças a sua curta roupa de dormir.

“Puta que pariu, vou perder o controle”- pensei. Era gostosa de mais e parecia que havia adquirido certo prazer em me provocar. Sentei imediatamente em minha cama evitando que ela visse a minha ereção.

– Sei que tu gosta, se quiser pode olhar. Mas já disse que sou tua irmã e comigo tu não pode fazer nada. E começou a rir.

Fiquei calado e pensativo, enquanto escutava provocações vindo de minha irmã. Sabia que não passava de uma brincadeira da Carol, acontece que eu estava pensando em algo realmente sério.

– Carol. – interrompi minha irmã, que me olhou curiosa. –Tu sabe que esta na minha mão, não sabe?

Ela ficou calada e não disse uma só palavra. Esperou eu terminar.

– Eu quero… Queria uma coisa… – disse eu corando.

– O que tu quer? – indagou-me Carol com um semblante de preocupação e curiosidade.

– Deixa eu te ver pelada?

– Tá de brincadeira né?

– Não.

– Sério?

– Sério!

Eu nem acreditava no que acabará de perguntar pra ela mas já estava lá agora não poderia voltar atrás. Ela tinha me atiçado, agora iria sofrer as consequências.

Carol se levantou e ficou andando pelo quarto com a cabeça baixa e mão direita no queixo. Tentava pensar no assunto.

– Olha não estou dizendo que vou fazer, mas tu me promete que nunca mais vai tocar no assunto? Promete que não vai mais querer me chantagear? E vai esquecer do que vai acontecer aqui hoje? – Perguntou minha irmã.

– Prometo. – Falei sem pensar duas vezes.

Minha irmã ficou em silêncio por alguns segundos, olhando para o chão, parecia estar criando coragem.

– Claudio, eu sou tua irmã. – Disse a Carol morrendo de vergonha e tentando tirar a ideia de minha cabeça, eu acho.

Fiquei calado e não respondi. Levantei a cabeça e vi a Carol com um leve movimento retirar seu baby doll. E lentamente vi seu baby doll caindo. Seu belo corpo ficou amostra, um verdadeiro pecado; Seus firmes seios empinados e rosados me deram água na boca.
Não conseguia acreditar que aquilo realmente estava acontecendo. Nua eu conseguia notar melhor suas curvas e ter a certeza: minha irmã não era apenas gostosa, era gostosissima.

– Faltou a calcinha. – Falei gaguejando.

– Cláudio por favor já estou morrendo de vergonha.

– Só isso e não te peço mais nada.

Carol relutou um pouco. mas passaram alguns segundos ela acabou despindo a última peça e jogando em cima de mim.

– Pronto, já estou nua. Aproveita para ver, porque não vai ter uma próxima vez.

Meus olhos foram tragados para a linda e raspada buceta da Carol, já meu pau queria explodir dentro do short.

– Carol dá uma voltinha, me deixa ver tua bunda.

Sem reclamar Carol virou-se de costas e ficou parada.

– Abre sua bunda.

– Não Cláudio. – negou minha irmã. – tu já esta indo longe demais Cláudio, chega disso.

– Tu é quem sabe… É a última vez que vou te pedir alguma coisa. Agora me nega que eu conto pra mãe sobre o dinheiro. – Nem eu estava me reconhecendo mais.

Com uma mão ela afastou levemente a nádega direita, me revelando seu cuzinho com o buraquinho escuro. Eu estava indo a loucura. Apertava fortemente meu pau enquanto contemplava toda aquela visão. Carol continuou; arrebitou bem sua bunda e com as duas mãos a abriu toda, expondo completamente aquele buraco, que piscou para mim.

– Pronto. Está bom? – perguntou a Carol.

Levantei-me da cama e avancei em cima de minha irmã, agarrando-a fortemente pela cintura.

– Cláudio o que está fazendo?

– Carol deixa eu te comer!

– Sai pra lá seu tarado, eu sou tua irmã.

– Se tu não deixar eu vou contar para a mãe.

– Então conta. Tu já está querendo demais, eu sou tua irmã. – e com um forte empurrão a Carol me joga na cama, me despertando do estado de transe.

O que eu estava fazendo? Realmente já estava indo longe demais. Baixei a cabeça, envergonhado iria pedir desculpas a Carol, mas antes que pudesse abrir a boca ela se ajoelhou em minha frente e propôs:

– Olha posso bater uma punheta pra você, nada além disso.

– Tem certeza?

– Tenho. Tira toda a roupa. – pediu a Carol.

– Por quê?

– Não reclama e tira antes que eu mude de idéia.

Não entendia o porquê da insistência da Carol em querer que eu tirasse a roupa. Por um momento pensei que ela quisesse me ver pelado. Demorei demais e ela disse.

– Se não vai tirar. Eu tiro! – e ela começou tirando minha camisa e assim que ela tira, eu a vejo olhando fixamente para mim e logo em seguida ela começa a tirar meu shorts e meu pau todo duro dá um salto perto de seu rosto e ela encara meu pau e disse:

– Olha nunca mais. – disse minha irmã, segurando firme meu pau. Com sua mão direita ela esfolou meu pau, olhou pra mim e fez o movimento inverso, desceu de novo e subiu mais uma vez; e assim iniciou uma deliciosa punheta.

Clara manipulava meu membro com dificuldade, acho que estava com medo de me machucar mas logo começou, com sua mão direita ela fez movimentos alternando entre rápido e devagar, estava delicioso. Logo pensei como ela é boa em fazer isso, claro já deve ter feito para seus namoradinhos e pensar nisso me enfurecia.

Com sua mão esquerda ela começou a acariciar meu peito. Olhei para seus seios rosadinhos e timidamente toquei em um deles, Carol não recuou e nem fez comentários. Aproveitei e comecei a brincar com eles; massageava e com a ponta dos dedos mexiam nos duros mamilos rosadinhos.

Carol aumentou as batidas desesperadamente, olhou pra mim e fez cara de safada. Eu não ia aguentar, mas não queria gozar. Então segurei firme no pulso de minha irmã.

– O que foi? Não quer mais? –perguntou Carol.

– Ainda não quero gozar… Na verdade eu não queria gozar na tua mão.

– O QUE TU QUER ENTÃO? – Gritou minha irmã, me lançando um olhar de desaprovação.

– Deixa eu gozar na tua bunda? – ao pedir isso, Carol franziu a testa e provavelmente iria negar, mas a interrompi. – Eu vou só me esfregar nela. Prometo que não vou fazer nada além disso. Por favor, é só esfregar eu juro.

– NÃO CLAUDIO!!! ISSO JÁ É DEMAIS.

– A culpa é tua por ficar me provocando.

– Eu estava só brincando, não tem como eu imaginar que tenho um irmão tão tarado.

Ficamos em silêncio por um longo período. Carol me lançava olhares atravessados enquanto eu tentava gravar a monumental imagem de seu corpo, sabia que aquela seria a última vez que estaria vendo.

– Olha Claudio… Eu… Isso é errado, eu vou deixar, mas que fique claro que tu só vai esfregar até gozar.

Dei um gigantesco sorriso de alegria. Iria gozar na bunda de minha irmã.

Carol deitou-se em minha cama de bruços e disse para eu ser rápido. Aproximei-me e subi na cama, fiquei de joelhos em cima da Carol. Tremendo coloquei minhas mãos em cimas da bunda da minha irmã e as afastei; seu lindo cuzinho ficou a mostra, as bordas escuras me davam ainda mais tesão. Sem perder tempo coloquei minha pica bem no meio e contrai suas nádegas, fazendo pressão em meu pau.

Com leves e suaves movimentos fui esfregando meu pau no cu de minha irmã. Sua grande bunda macia em contato com minha pele me davam um prazer sem igual.

Aos poucos comecei a gemer em cima da Carol e dar estocadas mais fortes, a cama balançava cada vez mais e minha irmã não esboçava nem uma ação. Até que notei um leve arrebitada de bunda. Carol começava a dar pequenos gemidos. Eu por outro lado deitei-me por cima dela, as minhas mãos cobriram as suas e paralisamos por alguns instantes, até eu recomeçar as esfregadas.

O excitante cheiro do suor da Carol entrava forte em minhas narinas, não aguentei e comecei a beijar seu pescoço. Minha irmã intensificou seus gemidos. Nos dois estávamos em estados de transe total; nossos sussurros misturavam-se, nossos corpos se esfregavam espalhando suor e prazer, meu pau roçava cada vez mais forte no cuzinho que a Carol já balançava pra mim. Meu lubrificante já lambuzara toda sua bunda, tornando os movimentos mais rápidos e deslizantes. Eu tinha melado toda a bunda de minha irmã.

Eu não conseguia mais suportar. Levantei e fiquei de joelhos na cama, então a Carol perguntou.

– já terminou? – ela disse isso toda ofegante.

E sem dizer nada, com uma das mãos puxei a Carol e ela se grudou ao meu corpo e a segurei atravessando meu braço sobre seu corpo e com a outra mão coloquei meu pau na entrada de sua buceta já molhada e ela deu um salto e já se preparava para dizer algo mas antes disso comecei a esfregar meu pau entre sua coxas e sua buceta.

– Só me deixa fazer isso…. – toda ofegante e sem forças pra resistir ela disse.

– Cláudio…. para…por…. S-somos….

Ela não conseguiu nem terminar e minhas estocadas ficavam cada vez mais fortes e Isso que estávamos fazendo se chama sexo intercrural onde não a penetração e isso era maravilhoso. Parei por um momento.

– Seu filho da puta, não faz isso. – Pediu a Carol.

Não dei ouvidos. Foi quando movimentei meus quadris e esfreguei mais em minha irmã. Ela saltou um forte e longo gemido pelo quarto. E percebi que ela tinha começado a tremer, Carol soltou um longo gemido e suspirou ela caiu sobre a cama, e eu desabei. Ficamos em silêncio, nossos corpos colados só me faziam sentir as gotas de suor que se espalhavam.
Olhei para o rosto de minha irmã.

– Pronto, espero que tu esteja satisfeito. – disse Carol chorando.

Sem dizer nada, com a mão esquerda eu coloquei meu pau na entrada de sua buceta.

– Então você vai fazer mesmo…. – nem a ouvia direito, só conseguia pensar em fazer com ela, eu tinha acabado de gozar mas meu pau já estava duro que nem ferro.

– Somos irmãos…. Cláudio, não estou te reconhecendo….

Nem mesmo eu estava me reconhecendo mas não tinha mais volta, eu ia destruir meu relacionamento com minha irmã, não… já estava destruído. O mínimo era terminar o que comecei. Então era deu um sorriso sem graça e disse.

– Por favor não seja tão bruto, é… minha primeira vez.

Depois que ouvi aquilo não podia continuar, era a primeira vez dela? Eu não conseguia acreditar, até eu já tinha feito duas vezes e ela linda como é, ainda era virgem? Mas eu senti que a sua buceta era muito apertada, então eu parei…e me levantei e ela se levantou e perguntou.

– Cláudio? O que foi? Nã….não vai continuar? – eu a vi com os olhos cheio d’água e com um súbito sentimento de arrependimento cobri seu corpo com o lençol e perdi perdão e ela se irritou.

– Agora você pede desculpas? – ela saiu do quarto rapidamente fui atrás dela, a segurei pelos ombros e a encarei e de alguma forma não conseguia as palavras para pedir desculpas, só consegui um baita soco na cara. Ela se trancou no banheiro por mais ou menos 1 hora e meia, e eu ouvia seu choro, quando saiu foi para o quarto de nossos pais e lá ficou até que eles chegassem.

Nos dias seguintes a Carol não falava comigo e todas as vezes que eu tentava pedir desculpas era rechaçado. Continuávamos a dormir no mesmo quarto, mas sem nos comunicar, era horrível. Já estava muito arrependido de ter feito aquilo com ela, mas confesso que quando as lembranças vinham à tona o tesão voltava e a culpa também.

Passará um mês que tudo aconteceu. Carol estava no seu quarto, já reformado, dobrando suas roupas limpas, eu entrei e tranquei a porta. Esse era o momento certo de se desculpar.

– O que tu está fazendo? Vai me estuprar? – vociferou minha irmã

– Eu só tranquei pra tu não correr. Queria pedir desculpas, mas tu não me dava chance.

Carol se aproximou de mim, abaixou a cabeça e disse que estava tudo bem, que tentaria esquecer. E ao sair do quarto ela parou enfrente a porta e perguntou:

– Me responde uma coisa?

– Sim – afirmei

– Tu tinhas tanta vontade de me comer assim? Que não conseguiu resistir a tua própria irmã. – Perguntou Carol, seriamente.

Eu só baixei a cabeça e não respondi nada. A Carol saiu do quarto.

2 dias depois, domingo, nossos pais haviam ido a uma churrascada de um amigo. Eu e a Carol ficamos a sós de novo e um pensamento veio a mente mas logo tentei esquecer.

Minha irmã tinha passado a tarde trancada no seu quarto ouvindo musica, e eu no Playstation na sala de estar.

Eram quase 5 da tarde e já estava me preparando para desligar o game, quando sou surpreendido pela Carol; ela usava o mesmo baby doll da noite em que havíamos feito aquela loucura. Parou em frente à Tv e sorriu pra mim.

– Ei tarado, olha. – ela levantou um pouco seu baby doll, estava com uma calcinha minúscula e deu uma voltinha.

Fiquei sem palavras e larguei o controle. E a perguntei.

– Carol o que está fazendo? Você quer me fazer odiar, mais que já me odeio?

– Não…. – ela pulou em cima de mim e me abraçou.

– Carol… o que….. – ela me apertou e se reconfortou sobre meu peito.

– Você sabe como é vergonhoso me vestir assim e vir aqui? Eu odiei o que aconteceu aquele dia. Você me envergonhou, me fez fazer tudo aquilo tava morta de vergonha e você nem ligou, só queria me comer e nem pensou em mim. Mas o que eu mais odiei foi ter gostado muito e desejado continuar. Eu não parei de pensar no que aconteceu e de alguma forma ansiava por um dia que ficássemos sozinhos e o dia chegou…

– Carol o que está querendo dizer….

– Aff como você é lerdo. Eu…. Eu gosto de você, então vamos terminar com o que você começou? – ela começou a se levantar e eu a puxei e lasquei um beijão nela e como é maravilhoso. Seus lábios, sua boca eram como mel e depois de nos beijar ela me olhou e disse.
– Nosso primeiro beijo.

Minha irmã sorriu devassamente e subiu as escadas dizendo:

– Se tu quiser vem agora.

E feliz da vida subi rumo ao nosso quarto, que guarda até hoje esse tão profundo segredo.

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Escrito por Anônimo

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