Eu confesso que
A Bíblia apresenta um conceito elevado do casamento, o que não é de surpreender, pois ele foi instituído e autorizado pelo próprio Jeová Deus. (Gênesis 2:21-24)
Desde o início, o objetivo de Jeová era que homem e mulher se tornassem “uma só carne” por meio do casamento. (Gênesis 2:24)
Após citar essa passagem da Bíblia, Jesus acrescentou: “O que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.” — Mateus 19:6.
É verdade que alguns que se casam acabam se divorciando.* Mas, quando isso acontece, não é porque há algo errado com a instituição do casamento em si; o divórcio ocorre porque um ou ambos os cônjuges não cumpriram seus votos maritais.
Por exemplo: imagine que um homem e uma mulher tenham um carro, mas não fazem manutenção nele de acordo com as especificações do fabricante. Se o carro quebrar por causa disso, de quem é a culpa ? Do fabricante ou dos donos do carro, que não fizeram as manutenções rotineiras?
Esse princípio também se aplica ao casamento. Quando marido e esposa fazem “manutenção” em seu relacionamento e estão determinados a resolver seus problemas por aplicar os princípios da Bíblia, raramente o divórcio será uma opção. O casamento transmite uma sensação de segurança porque os cônjuges estão comprometidos um com o outro. Essa união se torna a base para um relacionamento de amor.
“Deste modo, os maridos devem estar amando as suas esposas como aos seus próprios corpos. Quem ama a sua esposa, ama a si próprio,
pois nenhum homem jamais odiou a sua própria carne; mas ele a alimenta e acalenta, assim como também o Cristo faz com a congregação,
porque somos membros de seu corpo.
“Por esta razão deixará o homem [seu] pai e [sua] mãe e se apegará à sua esposa, e os dois se tornarão uma só carne.”» – Efésios 5:28-31.
Ambos os cônjuges devem estar de acordo um com o outro, ou falar até chegar a um acordo, cada um com seu livre-arbítrio, de modo que a paz seja um objectivo comum aos dois

