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Casamento fracassado – Falta de diálogo – Compreensividade

Meu caso é mais um entre tantos aqui, de casamento fracassado por falta de diálogo, compreensividade e parceria.
minha esposa, desde que namorávamos, sempre teve comportamento egocêncitrico, todas as coisas simples q fazia enaltecia demais,
sempre sabia mais que as outras pessoas, tinha uma dificuldade imensa para pedir desculpas, em quase 100% das vezes eu q tinha q pedir
para ela pedir desculpas, quando errava colocava a culpa em mim, sempre o outro fazia parte de seu repertório de justificativas.

Desde 2009 estávamos juntos, ela engravidou com 2 meses de namoro, fomos morar com minha mãe, uma convivência boa, com exceção
dos ciúmes que tiravam a paz da casa, brigas toda semana, gritos, ofensas, a parte imatura de ambos prevalecia, tanto da minha parte
quanto da dela. Tudo piorou quando ela se empregou, em 2013, comprou um carro e passou a chegar tarde, quase todos os dias, com
a justificativa q estava fazendo vizitas em estabelecimentos comerciais.

Confesso q eu cedia às agressões verbais e partia para as vias de fato, ambos na verdade, até que ela quis separação em 2014,
foi qdo me vi totalmente subserviente, a minha insegurança e dependência afetiva dela me fez querer estar com ela a todo custo,
passou a me humilhar, saia comigo mas fazia qstão de não aparecer junto, esnobava, tratava com indiferença, começou a sair direto com as amigas
para beber, chegava porre, até q um certo dia chegou à noite, alcolizada, e discutimos, minha mãe interveio, falou umas coisas, e ela
partiu para cima, jogou objetos em minha mãe, e rasgou sua camiseta, agredindo-a, daqle dia eu mandei ela sair de casa, ela foi morar na casa
da mãe.

Passaram umas semanas, perto do natal, ela já morando em um kitnet e nós nos acertamos, eu decide que era hora de mudar, aqle comportamento
agressivo deu lugar ao entendimento, foi quando ela propôs comprar uma casa, naqle clima ainda mal estabilizado, me opus por um período, mas acabei
cedendo, e em um mês nos mudamos para a casa nova.

Na primeira semana eu disse que, para sermos felizes, teriamos que cuidar do casamento, ir para encontro de casais, procurar uma igreja, fazer algo
novo para ajudar, ela respondeu que não precisava mudar, qm deveria mudar era eu, e q não gostava de ECC nem de igreja, que o que ela simpatizava
era com espiritismo (nunca leu um livro ou sequer visitou um centro espirita), então assumi a dificuldade q teriamos.

Passado um tempo, lá vieram as bebidas, os desentendimentos na casa nova, e logo vieram as brigas e ofensas, na casa ela se emponderou, mostrava para
todos q era ela q mandava, me contrariava na frente dos pedreiros e de qualquer pessoa, eu sempre atenuando, chamando a atenção de forma discreta.
com o passar do tempo a relação com bebida, ofensas e brigas foram aumentando, qdo porre falava as piores barbaridades para mim, que eu era gigolô, fraco
frouxo, bicha.. ofendia o meu filho chamando de viadinho, em cenas grotescas, várias vezes sai e voltei dessa casa por causa dessas brigas.
E no outro dia era como se nada tivesse acontecido, ela não pedia desculpas, pelo contrário, dizia q tudo q ela fazia era eu q provocava.

Além disso ela não dava a mínima para o nosso filho, na educação e em tdo q se relaciona ela nunca se importou, sempre tratava com desídia as roupas da criança,
sapatos, dever de casa ela não fez um a vida toda, eu o ensinava, fazia o dever, arrumava, fazia almoço levava e buscava.

Ela só chegava do trabalho e se deitava na cama, o desinteresse era gritante pelo filho, briguei inumeras vezes para ela mudar, ela dizia q eu só servia para aquilo
Que era um fumado, mesmo assim, nos momentos de lucidez, sempre tratei ela bem, fazia comida qdo ela chegava do trabalho, levava na cama, para tentar induzir um comportamento
reflexo, mas nada.

Depois de tdo falava q não me amava, reiteradamente, q a casa era dela, que tudo era dela, começou a sair e voltar de madrugada enqto ficava cm meu filho.
E, após uma briga feia sai definitivamente de casa, advinhem, se colocou como vitima, chegando 4 da manhã porre e me agredindo fisicamente com panela, tesoura,
garrafa, agredindo psicologicamente nosso filho.

Decidir dar um basta, pq o sonho dela era me ver preso por agredí-la, dizia q um dia eu seria preso e ela me denunciaria, me batia para eu revidar, mas não o fiz.

Resumindo, ela não mudou por nada, sempre foi o ser rude e arrogante de sempre, parece um ser superior q todos deveriam serví-la, eu era o marido útil, o cara q
criava o filho, eu durmo e escuto ela me ofendendo, isso está sendo difícil pra mim, essa dependência afetiva e a necessidade de ter honra e diginidade é o dilema em
que me encontro, sofri demais nas mãos dessa mulher, como tem gente nesse mundo q sentem prazer em ser assim.

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Escrito por Anônimo

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Terminei e me arrependi

ESOTERISMO E ESPIRITUALIDADE