Agora eu sou evangélica. Desde que me converti nunca mais traí meu marido. Mas na adolescência eu aprontava todas. Saí com quase todos os garotos da rua. Mesmo noiva eu traía. E no dia do me casamento, depois de fazer o cabelo, meu primo me levou pra casa pra eu me arrumar. Ele era um dos padrinhos é o carro dele era o mais adequado para me levar para a igreja. Minha mãe já deveria estar em casa pra me ajudar. Mas acabou se enrolando lá no salão. Meu primo precisava também ir pra sua casa se arrumar. Mas pra se adiantar, me pediu pra tomar banho lá mesmo. Só que sempre rolou um clima entre a gente. E quando ele me pediu toalha, eu quis ver ele pelado e dei uma empurrada na porta. Era só pra ver mesmo. Mas quando vi ele pelado pensei que uma última vez antes de me casar não seria nenhum pecado. Então entrei no banheiro e agarrei meu primo. Assim nós demos uma bem rapidinha, mas de tirar o fôlego. Me lembro de ter dito, rindo, no ouvido dele para encher minha xoxotinha de leite, que eu queria ir pro altar toda cheinha. Isso deixou ele feito louco. Eu não cheguei a gozar. Mas ele… bem… deu pra eu sentir minha xoxotinha encharcada de leite do meu priminho. Pra não escorrer, eu taquei OB. Durante toda a cerimônia, a festa e tudo mais, eu me senti toda molhada. E me dava um tesão. As vezes olhava pra ela é dava uma risadinha. Inclusive aparece na filmagem. Só não aparece para quem estou sorrindo. Antes da núpcia eu fiz questão de ir no banheiro e aparar com a mão, só pra ver o quanto ele tinha gozado. A noite foi fraca. Meu recém esposo estava muito cansado. Eu também estava. De manhã a gente ainda tinha uma viagem pra fazer. Mas pelo menos ele me fez gozar. Eu confesso que, embora eu seja evangélica, sinto uma vontade incontrolável de trair meu marido. Muita vontade mesmo. Mas fica só no desejo. Eu não procuro e não facilito. Mas tenho certeza que se um cara me encurralar de jeito, não sei não. Vou ter que orar muito depois para ser perdoada.

