Eu confesso que sou casada ha 8 anos com meu marido. Ele trabalha em uma empresa grande, importante e é um excelente profissional. Porém, devido a sua idade, nunca recebeu promoções importantes, e a admissão em outra empresa é muito difícil, ainda mais na crise que passa o país. Durante esses oito anos, tenho visto sua frustração e revolta com injustiças cometidas contra ele e procuro reconfortá-lo, pois apesar de sua idade, tem uma esposa jovem que o ama a loucura, e um lindo filho. Vários amigos e colegas de trabalho que frequentam nossa casa, são igualmente revoltados com o que se passa.
Há um ano mais ou menos, fomos a uma festa na casa do diretor do departamento em que ele trabalha. Muita gente, muita bebida cara e num dado momento, o anfitrião se aproximou de mim, e começamos a conversar.
A pretexto de me mostrar a vista, me levou a uma das varandas e me disse sem mais preâmbulos que a empresa passava por uma crise, e que infelizmente iria demitir meu esposo. Ele continuou falando, elogiando-o, falando de seu grande conhecimento, mas apenas ouví e guardei a palavra "demissão".
Desses elogios, aquele homem repugnante passou a me elogiar. Falou de minha beleza, de minha inteligência e da inveja que todos tinham de meu marido. E em dado momento, me fez uma proposta que me fez ficar vermelha de indignação: Pouparia o emprego de meu marido e lhe daria uma boa promoção, se concordasse em passar uma tarde com ele.
Saí dali revoltada. Pedi a Alfredo (nome fictício) para irmos embora e fomos para casa. Não dormi a noite, enojada e avaliando o que ouvira.
Uma semana depois, meu esposo chegou cabisbaixo e desanimado. Confessou que seu nome estava na lista negra dos cortes e estava realmente desesperado. Sua profissão era de difícil colocação e estaríamos irremediavelmente falidos.
O tal diretor então me ligou na tarde seguinte. Perguntou se havia pensado na proposta dele e disse que ainda haveria tempo para minha "cooperação". Deixou o número de seu celular e desligou.
Pensei a tarde toda. E no dia seguinte, chorando de revolta e de dor, liguei para ele e aceitei. Meu marido foi convenientemente designado para um trabalho noutra filial em outro estado, e o canalha me levou a um motel, com duas listas de corte de pessoal. Uma com o nome de Alfredo e outra sem ele.
Foi horrível. Nojento. Repugnante. Ele me mandou tirar a roupa ante suas vistas e, enquanto eu lhe fazia sexo oral, ria e debochava de meu marido. A posse foi ainda pior. Me colocou de quatro diante do espelho do quarto e me obrigou a olhar para ele, assistindo toda a cena,enquanto eu chorava de vergonha. Dizia que eu me prostituía, que era como uma puta de rua comum, e quando finalmente ejaculou, me deu os dois papeis assinados para que eu rasgasse um deles. Com as mãos tremendo, eu rasguei o que não demitia meu marido, condenando outra família ao desespero.
Ainda fiquei com ele o resto da tarde. Fui submetida a mais uma cópula com aquele nojento. Quando ele ejaculou em minha boca, não resisti e vomitei.
Nunca mais fui a mesma.Passei a chorar quase todas as tardes quando estou sozinha, em profunda depressão, pensando até em suicídio. Por insistência minha, meu marido conseguiu um emprego em outro estado, um salário menor, mas com chances de ir trabalhar fora do Brasil.
Minha analista me recomendou abrir o jogo com meu marido, pois esse segredo é a origem de meu mal. Mas não sei se conto. Temo que ele não resista a dor de ter sido traído.e sofra ainda mais. Ou até mesmo faça uma besteira, matando aquele canalha.
Nem sei porque escrevi aqui,mas achei esse site e procuro o conforto de tentar vomitar esse veneno.

