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chifre em familia

Eu confesso que levei chifre um concunhado. Quando casei, minha cunhada de 14 anos foi morar conosco. Casou aos 18 anos, e passou um tempo morando conosco, com o marido. Minha cunhada, diana, nunca teve vergonha de mim. Andava só de calcinha pela casa, os seios deliciosos à mostra. Quando casou, nada mudou. Minha esposa também sempre ficou à vontade na frente de Victor, cunhado dela. Ficávamos os 4 na sala, bebendo, elas duas de pernas abertas, mostrando a calcinha pra gente, e nós dois com o pau duro, sem se importar de ocultar delas. Um dia a Diana disse, na cara de pau – Olha o Mauricio de pau duro! E Márcia, minha mulher, também comentava – Victor já está com a pomba dura tão cedo? Eu percebia que ele tinha tesão nela. O jeito de olhar para as pernas, sem tirar os olhos da calcinha, dizia tudo. Como ele dança muito bem, nas festas dançava muito com minha esposa, sempre coladinho. E as vezes, para responder uma provocação, pegava na rola dura, mostrava e dizia, à minha mulher – Olha o que tenho pra você! Foi avançando e entrava no quarto com ela se trocando, so pra vê-la pelada. eu fazia o mesmo com Diana. Alisava as coxas dela e algumas vezes dei dedada nela. Um dia, minha esposa estava deitada e Victor entrou no quarto e ficamos os tres a conversar. Ele puxou o lenço, abriu a camisola dela, deixou à calcinha rosa, de renda à mostra, e disse – Que bucetão gostoso! E pegou na buceta dela e encheu a mão. A minha cunhada foi quem disse – Mariana, olha o tamanho do pau dele, como tá duro! Aí levanei a saia de mulher dele, minha cunhada e peguei no priquito dela e falei – tua mulher também tem uma delicia de buceta! às vezes, na cozinha, ela abaixava pra pegar algo e ele chegava por tras, esfregava o pau duro na bunda dela e falava – Tu não mostra essa bunda, que tu leva vara dura! E ficávamos os dois de pau duro. Uma noite ele chegou, tinha bebido umas cervejas e entrou em meu quarto e disse – Mariana, fasta um pouco pra eu deitar com vocês. Ela afastou e ele tirou a roupa ficou de cueca, o pau duro e deitou ao lado de minha mulher. Aí foi abraçando ela por tras e se esfregando nela e gemendo. Aí, Mariana, que bunda deliciosa! Aí ela virou de frente pra ele, o abraçou e o beijou na boca. Aí ele ergueu as pernas, tirou a cueca e tirou a calcinha dela. Aí meteu a pica na priquita dela. Comeu ela de banda, pegando nos peitos. Minha cnhada entrou, deitou ao meu lado e foi pegando no meu pau. eu peguei nos peitos dela e a beijei na boca. Levantei a camisola dela, tiei a tanguinha, tirei a cueca e meti-lhe a ra na buceta. Ficamos os quatro, na mesma cama, comendo as duas irmãs. E tome gemido dos´4 . Minha mulher falava – Que vara gostosa! O cnhado dizia Mariana, que buceta maravilhosa! E Diana pedia – mete tudo, bota tudo! Depois desse dia, acabou o resto de vergonha que ainda existia entre nós. Ninguém fechava porta do banheiro, do quarto. Eu me esfregava na Diana, Victor beijava Mariana na boca e na minha frente. Nós dois comíamos as duas, nos revezando. Acho que perdemos vários quilos de tantoi trepar, num mês. Quando eles foram morar na casa deles, diminuiu muito o ritmo, mas não tínamos limite nem barreira. Foi um acordo que todos ganhamos. Que saudade! Hoje eles moram em outra cidade, mas sempre que nos visitamos, rola a trepada a quatro.

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Escrito por Anônimo

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3 Comentários

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henry quero ser garoto d programa

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Passaram a mão na minha mulher