Eu confesso que há 30 dias atrás cheguei em casa mais cedo. A empregada faltou, minhas filhas estavam na aula e minha esposa foi ao cabeleireiro. A enteada Estela (18 anos) estava no seu quarto, dormindo de bruço só de calcinha com um lençol por cima. Abri a porta e quando vi aquela cena fiquei cheio de tesão. Bem devagarinho, fui tirando o lençol e a vi com a calcinha pretinha enterrada em seu cuzinho. Cheguei pertinho de seu ouvido e falei que a achava linda e queria beijar todo seu corpinho. Ela abriu os olhos e disse: “então beija meu corpinho, vai”. Era tudo o que eu queria. Começei enfiando a minha língua em sua orelinha. Ela gemeu bem baixinho. Em seguida, lambi o pescoço e beijei as costas dela. Continuei descendo e dei uma mordidinha na bundinha dela e desci beijando tudo que via pela frente até os dedos dos pés. Começei o caminho de volta mordendo suavemente a batata da perna. Finalmente, cheguei onde queria: no rabinho. Beijava toda a bundinha dela e despejava o ar quente de minha boca quando abria as bandas de seu rabinho. Ao fazer isso, ela falou: “ai, não pára meu macho”. Delicadamente, fui tirando sua calcinha com os dentes. Tirava um pouquinho e passava a língua no meio de seu rabinho. Quando percebi, Estela estava completamente nua. Aí, começei a lamber com muita vontade. Enfiava minha língua no meio do rabinho dela e cheirava o cuzinho. Ele piscava para a minha língua. Num determinado momento. peguei as duas mãos e abri tudo o que pudia os dois lados do rabo lindo e o cuzinho dela ficou totalmente exposto, à minha disposição. Não resisti e enterrei minha língua naquele ânus cheirosinho (ela tinha passado perfume antes de dormir). Estela ficou totalmente alucinada e esfregou o cuzinho lindo na minha cara. Fiquei assim cerca de 15 minutos. Depois, coloquei-a de costas e chupei a bucetinha mais linda do mundo, a qual estava toda meladinha. Certamente foi a foda mais gostosa da minha vida. Estela gostou muito e disse que quer fuder comigo num local mais seguro (motel). Prometeu até mamar o meu caralho e beber a minha porra. Esta confissão é continuação da nº 12.376.


Toma cuidado pra não bagunçar o casamento.