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GANHOUGANHOU AMOAMO

Coloquei chifre no meu pai

Havia uma amiga da minha mãe que sempre ia na nossa casa. Ela ajudava minha mãe com as costuras e minha mãe a ajudava ela a fazer bolos.

Ela sempre estava lá em casa e eu notei que meu pai, que sempre foi um galinha safado, estava comendo ela. Na época eu tinha uns 13 anos e isso durou mais de cinco anos, eles se tornaram amantes fixos, acho que só eu notava. Acho que minha mãe sabia, mas mais safada que era, fazia vista grossa.

Como a vizinha era uma coroa muito gostosa, uma baixinha levemente gordinha, muitas vezes eu bati punheta pensando nela, pois ela sempre usava decotes provocantes e calças justas, de destacavam sua bundona deliciosa.

Quando eu vi ela aceitando o assédio do meu pai e depois vi que eles viviam metendo, até mesmo na cama da minha mãe, vi que na verdade ela era uma puta, então resolvi me aproveitar e, de quebra, botar um par de chifres no meu pai, que era uma grande filho da puta.

Comecei a me aproximar da mesma forma que meu pai fazia, passava bem pertinho e me roçava fingindo que era sem querer, deixava minha mão tocar a bunda dela quando passava por trás e até mesmo tocava de propósito no quadril dela fingindo que ia pegar algo que estava perto dela. E assim foi indo, com todo cuidado pro meu pai não notar e esperando a chance aparecer.

Na véspera do dia dos pais de 1984, eu estava com 19 anos e ela 40, meu pai avisou que passaríamos o almoço de domingo na casa do meu avô. Percebendo a chance, eu corri e escrevi um bilhete e entreguei escondido na mãozinha dela. Ela mais puta e safada, escondeu o bilhetinho e ficou toda disfarçada. Eu pensei: “bingo!”. O bilhete dizia: “amanhã, quando o pai tiver ido almoçar no vô, tu vem aqui”.

No dia seguinte nossos pais foram, conforme haviam dito. Eu e meus irmãos ficamos mas fomos recomendados para não faltar. Meus irmãos levantaram e eu fiquei deitado, avisei que não ia. O mais velho só falou: “o pai vai ficar puto contigo” e se foram.

Assim que eles saíram ela chegou. Me levantei fiz a higiene e chamei ela no quarto dos velhos. Disse para ela que fazia tempos que eu a queria. Que sempre tive tesão por ela e que sabia que ela dava pro pai fazia tempo. Ela tentou me enrolar mas eu não dei conversa, me agarrei nela e dei um beijo na boca dela. Ela não foi muito receptiva no começo, mas eu comecei a alisar os peitos e a bunda dela. Enfiei a cara no decote, que há tanto tempo eu desejava e senti aquela bunda nas minhas mãos, que tantas punhetas tinham me inspirado. Ela finalmente relaxou, se soltou e tirou a blusa. Nos demos pais uns pegas, ela se pelou e foi se deitando na cama. Puxei ela de volta e fiz ela abocanhar a minha piroca. Fiz ela mamar um pouco e olhava bem a cara dela engolindo minha rola. Imaginei na hora se meu pai sonhasse que a puta dele estava agora engolindo a minha vara e em seguida arregaçaria a buceta para mim. Fiquei ainda mais tarado e fiz ela deitar com as pernas abertas. Caí de cara na bucetona dela, que já estava toda lambuzada. Nessa época tinha uma namorada fixa que eu comia desde os 16 que tinha uma buceta novinha, fechadinha. A dela era uma bucetona grande, com lábios grandes e já tinha levado muita vara e tinha tido 4 filhos, isso me excitava ainda mais. Chupei de todas as maneiras aquela bucetona e ouvia os gemidos dela que eu sempre tinha imaginado como seriam. Depois me deitei em cima dela e encaixei o pau naquela bucetona larga e melada. Mal ela sentiu o encaixe do pau e começou a rebolar e gemer mais alto. Ajeitou os quadris e fez o pau entrar até o fundo, então me pegou pela nunca, olhou bem nos meus olhos arregaçou as penas e disse: “mete fundo!” e enlouqueceu rebolando na minha rola. A mulher se transformou! Com a rola na buceta a vadia se revelou: rebolava e gemia que cheguei a pensar que alguém poderia ouvir, mas pensei “foda-se, agora é putaria” e soquei tudo que pude naquela bucetona larga. Ela agarrava as minhas costas e me pegava pelos cabelos. As vezes me agarrava pelos cabelos e olhava nos meus olhos dizendo: “mete, mete”. Soquei muita rola nela. Ela aumentou os gemidos, me abraçou apertado e falou entre gemidos: “vou gozar, me dá teu leite!”. Comecei sentir as contrações da buceta dela e pronto, não aguentei, mal ela falou isso e meu pau começou a jorrar toda a minha porra na bucetona melada dela que ainda piscava e mordia meu pau. Cada contração da buceta me dava um disparo elétrico na cabeça do pau. Fiquei deitado em cima dela até as contrações pararem e respirações acalmarem. Saí de cima e ela foi para o banheiro. Me vesti, lavei o rosto e fui para o almoço.

Chegando lá meu pai estava de boas, conversando e sorrindo. Nem imaginava que eu tinha acabado de gozar na buceta da amante dela. Ele nem sequer sonhava que meu pau estava todo lambuzado da buceta da puta dela e que ela tinha ficado cheia da minha porra. Claro que ela já deveria ter se livrado da minha porra no banheiro, mas eu ia ficar com o mel da buceta dela até de noite, na hora do banho. Comi aquela coroa gostosa e ainda meti um chapéu no meu pai. Foi um grande dia dos pais.

(A foto abaixo é da internet, mas se parece muito com ela à época)

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Escrito por taradocompleto

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desejo pela minha sogra a mais de 15 anos

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