Eu confesso queque fiquei muito surpresa com toda reação negativa que MASTURBO MEU FILHO.. causou porque nunca poderia imaginar que pessoas que se dedicam à leitura de escritos adultos, e que usualmente se valem de palavras tão feias, subitamente pudesse demonstrar tanta aversão à minha suposta falta de escrúpulos. Lamento muito, mas tenho de perguntar: – Aonde se situa o limite entre da moral? O que é que deve ser considerado como razoável? Quem estaria em condições de fazer o papel de juiz do que é ou não é aceitável?
Confesso que, diante da minha realidade de mãe de um garoto especial, como é o caso, e não tendo encontrado solução alguma que realmente funcione, pouco importam os meios que utilizo para satisfazer as suas necessidades mais primárias. Talvez eu não devesse alardear tal solução, mas que de outro modo eu própria poderia extravasar o incômodo que o pudor adquirido em família me causa, senão compartilhando com meus semelhantes? E as pessoas que trocam uma vida de aparência pela saúde do filho e que, tendo encontrado o mesmo problema, acabam envenenando seu filho com toda sorte me medicamentos de tarja preta e assemelhados? Trocar-se-ia a saúde de um inocente por causa dos preconceitos sociais? Isso não seria uma forma de hipocrisia impensada?
Em quê o que eu faço (por amor à integridade física de alguém que já nasceu em desvantagem) se diferencia daquilo que as pessoas ditas “normais” fazem ao se dedicarem à leitura desta parte do site e a tecerem comentários essencialmente maliciosos (e que muitas vezes denotam ter pouca instrução formal) estão fazendo? Não somos todos descendentes de uma raça de símios evoluídos? O comportamento delas constituiria tão somente uma forma de diversão?
Assim como se costuma supor que uma mãe seja capaz de amamentar seus filhos sem despertar em si qualquer forma de sensualidade, não vejo porque não poderia saciá-lo e satisfazê-lo com toda a discrição e segurança de que não pegará qualquer forma de doença. Não são poucos os animais que têm por hábito o relacionamento dito incestuoso. Há até notícias de que cães machos costumam se relacionar com outros machos. Somo melhores do que eles apenas porque costumamos guardar segredo? Ou o caso é de termos medo de sermos apedrejados, como na antiguidade?
Chupar o membro de meu filho especial, para mim, significa que ele se manterá feliz e satisfeito ao menos até a próxima vez. Se nisso eu ainda consigo obter indescritível prazer (porque o amo de verdade e quero vê-lo sorrindo) isso constitui apenas um lucro por haver feito o bem. Afinal, que constrangimento eu não teria sentido ao admitir substituir as tantas masturbações pelo sexo normal que, como diz meu marido, dá um efeito muito mais prolongado e ainda não causa as fraquezas pelo desgaste? Não seria essa, por si mesma, uma demonstração de amor? Além do mais, ao contrário do que eu poderia supor, as relações com meu marido depois dessa experiência até melhoraram. E muito. De certa forma ele se mostra até agradecido ao filho por ter lhe despertado a sexualidade, depois de décadas da notícia de que o filho nasceria com algum problema de atraso.
Desculpem-me os que não veem justificativa para o que tenho feito. Posso não ter encontrado apoio aqui, nesta parte do site. Mas sei que muitos dos outros que leram estas linhas (e que são maioria) provavelmente não discordaram integralmente da solução que eu e meu marido encontramos. Só de pensar desse modo já me devolve a coragem de continuar em minha luta pela felicidade do Manuelzinho.
Caso anterior: IP nº 55377


PARABÉNS PELA DEDICAÇÃO EM CUIDAR DO SEU FILHO, E NÃO SE DEIXE OPRIMIR POR CRITICAS, VOCÊ MAIS QUE NINGUÉM SABE O QUE É BOM E NECESSÁRIO PARA SEU FILHO, DESEJO MUITOS ANOS DE VIDA E FELICIDADE A VOCÊS💕