Masturbo meu filho uma vez por semana. Embora já tenha vinte, nasceu com problemas e tem dificuldade até em abotoar a roupa. Já fazia alguns meses que vinha se mostrando irritadiço, chorão e infeliz. Muito inclinado a tais assuntos, meu marido disse que era falta de mulher. Na primeira vez ele estranhou muito, achei até que não iria permitir. Mas depois passou a me abraçar e a beijar exageradamente. Meu marido não demorou a notar a mudança e, quase morrendo de vergonha e com medo, decidi contar a ele. A princípio ele fez uma expressão de desagrado, mas logo sorriu e disse que, de fato, havia notado que o garoto agora se mostrava muito amável, sorridente e feliz. – Que talvez já estivesse na hora de arranjarmos uma garota para ele… – De jeito nenhum! Não quero nem pensar em meu filho se expondo às doenças – A partir daí quando o garotão se mostrava irritado ele me dizia, num tom um tanto irônico? Alzira! O menino está precisando… Vai cuidar dele meu amor. E aí eu, sem coragem de olhar para os olhos de meu marido, eu levava meu meninão para o quarto e quando ele dali saía se mostrava todo feliz e o pai lhe dizia em tom carinhoso: – Gostou! Né safadinho. E então o menino dava risada.
Isso acontecia às vezes mais de uma vez por semana até que ele começou a não querer se alimentar e apresentar claros sinais de fraqueza. Os exames clínicos revelaram anemia. Então lhe expliquei que não poderia fazer isso mais do que uma vez por semana. De início ele pareceu aceitar bem a restrição, mas passou a me olhar com uns olhos tão tristes que me fazia sentir dó. Chegava a ficar andando atrás de mim e com sua voz pastosa, me pedia – Só mais um mamãe!… Só mais um! Faz “gostosinho” prá mim, vai? Então, ainda que sentindo muita vergonha, eu acabava atendendo-o. Então os sinais de fraqueza voltaram e, embora eu sentisse vergonha, decidi discuti o caso com meu marido.
Só tem um jeito – Disse ele em tom professoral – Como você não quer que ele tenha contato com garotas, você mesmo vai ter de “dar” prá ele. –
Você enlouqueceu! – Uai, querida, assim eu te garanto que o efeito vai ser muito mais duradouro e já não haverá tanto desgaste. – Acho até que já fui longe demais! – Disse eu – Bom!… Você é quem sabe! – Disse ele.
Durante algum tempo considerei tal possibilidade, reuni coragem e voltei ao meu marido: – Você ficaria magoado comigo se eu “fizesse” com ele? – Claro que não querida! Conheço ao menos um casal cujos filhos participaram da cama com eles e nem por isso ficaram traumatizados ou com vergonha dos pais. Muito pelo contrário. Agora já não têm interesse sexual pela mãe, e veem o pai como um conselheiro. – Bom! –Disse eu! – Então tá!
Uma certeza eu tinha. Tímido e pouco conversador como era, quanto à discrição a respeito das maluquices que estaríamos fazendo podíamos ficar tranquilos, manteria segredo de tudo. Por uma questão de segurança, tive uma séria conversa com ele e, esclarecido que isso não era uma coisa normal, fomos para o quarto. Tirei-lhe toda a roupa, em seguida, enquanto seus olhos ficaram fixos em mim, tirei a minha própria, passei creme lubrificante no pinto dele e em mim mesma, me coloquei sobre ele e, com todo o cuidado para não machucá-lo (e não vaciná-lo contra mulheres) pedi licença, peguei o pintão do mocinho e, um pouco de cada vez, com movimentos de para cima e para baixo, fui fazendo com que se enfiasse todinho em mim. – Uuii!! – Fez meu filhão.- Está doendo, querido? – Na-ão ma-mã-e. Naquele momento eu me esforçava para sentir apenas amor por ele, mas não pude ignorar o prazer que sentia por estar sendo penetrada por alguém que, além de eu amar fortemente, ainda me fazia sentir a dava a convicção de que meu corpo era extremamente desejado por ele.
Caso anterior, IPs nº 55367.
Eu confesso que


Tudo pelo bem estar do filho💕😁👏👏👏