Eu confesso que estou viciada em contar o que está acontecendo comigo. Nessa transformação moral pala qual estou passando. Caralho… estou acabada! Nelson acabou de ir embora. Puta que pariu! O cara é incansável. Me destruiu toda… por dentro e por fora. Em um momento da fóda que acabou de acabar, no ápice do orgasmo, cheguei a dizer eu te amo, enquanto gemia com a piroca dele quase batendo em meu útero. A verdade é que o que estou sentindo por ele é uma espécie de desejo letal misturado com um ódio selvagem. O cara me comeu de tudo quanto é jeito, literalmente me fazendo de brinquedo sexual. Ele deve tomar algum desses remédios. Não é possível que uma piroca fique tão dura por tanto tempo. Também não acredito que seja normal alguém jorrar tanta porta. Que caralho é esse? Sem falar das posições que eu nem imaginava serem possíveis. Numa delas, ele me pôs de bruço na cama, com os joelhos quase batendo nos meus seios. Ele ficou de costas pra mim, de joelhos… tipo o cachorro engavetado na cadela. Meu Deus do céu! A bunda dele ficava batendo na minha e a piroca parecia estar a ponto de quebrar. Não foi muito bom. Mas era excitante.
Em outra posição, ele conseguia me comer, pisando no meu rosto. Ele me cuspia, me xingava, me inforcava com o caralho socando o meu cú. Eu fui muito, muito maltratada. Eu chamava ele de malvado filho da puta, mandava ele me dizer com raiva, dizia que queria sentir ele injetando leite. Aí que ele ficava mais tarado. A ponto de me machucar… e até sangrar. Sangrento pelo cu, pela buceta. Mas a carimbada definitiva dele, foi quando ele disse que ia botar um filhote na minha barriga, pro otário do meu marido criar. Parecia que sabia da minha situação. Eu estou ainda no período fértil. E engravidar é bem possível. Ainda mais com o tanto de leite que ele despejou no meu útero. Eu fui ao céu e ao inferno ao ouvir aquilo. Então eu disse pra ele botar sim… pra ele meter um filho na minha barriga, pro corno do meu marido cuidar como papai. Foi quando senti que ele ia gozar. Ele ficou quase que de pé na cama, puxando-me pelas coxas. Eu estava de costas, com a cabeça e os braços no travesseiro e da sim tira pra baixo, suspenso com ele me apoiando, basicamente com a pica. Ele disse que assim seu leite iria atingir meu óvulo… que já que estava me fudendo, um de seus inúmeros espermatozoides deveria fuder meu óvulo. Eu só dizia: isso… goza bem lá no fundo seu desgraçado. E ele gozou, gozou… gozou litros de leite no meu útero.
É… acho que estou apaixonada. Quem diria? Eu odiava esse cara, ele odeia meu marido e meu marido o odeia. Agora estou carimbada. Melhor… me sinto como uma égua que acabou de ser ferruada pelo seu dono. Nelson chegou a dizer isso, enquanto eu engolia a porra dele, depois deu ter mamado muito… que Carlos podia continuar brincando de ser meu marido, mas que ele é que era o meu dono, o meu macho… meu fudedor alfa.
Quer saber? Eu estou mesmo torcendo muito pra estar grávida dele. Tadinho do corno do Carlos.

