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COM O SOBRINHO

Eu confesso queEu confesso que os que até recentemente transaram com minha mulher eram profissionais. Terminada a festinha pagávamos, eles iam embora, e não tornariam a voltar a menos que pedíssemos. Diferentemente do costume, agora tinha o sobrinho de minha mulher suplicando voltar. Afinal, aonde mais iria encontrar uma jovem amorosa, livre de doenças, disposta a realizar suas fantasias sem que isso nada lhe custasse? Ligou dizendo que desejava apenas se despedir – suas férias estavam no fim – voltaria para Manaus. Para o bom entendedor isso significava: “quero transar com a titia uma última vez”. Eu já a a visara de que iswso fatalmente iria acontecer. E esperava que sim. Ufa! Que alívio. Enfim ao menos por um ano ele se desgrudaria de nós. Mais que depressa ela disse– Venha jantar com a gente! –
Depois do jantar, quando as crianças já haviam ido dormir, fomos para o quarto. Beijarem-se como se fosse a última noite de um homem que estivesse indo para guerra e não sabia se voltaria vivo, alisaram-se apaixonadamente e, quando já não aguentavam mais, sussurraram algo que não deu pra eu ouvir direito mas que, pelo tom, deveriam estar trocando ideias sobre o que ela aceitaria ou não fazer. Então vieram para a cama. – Eu estava em minha cadeira de rodas bem ao lado – E não pude deixar de notar, já muito excitado, que do pinto dele descia um longo fio transparente de lubrificação que permanecia dependurado e balançava conforme ele se andava.
Sem que dissessem palavra, surpreendentemente ela untou o pinto dele carinhosamente. Em seguida ela se colocou de quatro sobre o colchão, inclinou a cabeça até apoiá-la no travesseiro e ficou com a bundinha para cima, ele se ajoelhou por trás dela e começou a pincelar-lhe as partes íntimas com o pinto.. – Vai devagar, heim? – Bom!…um pouquinho. Mas logo passa. De fato, mal introduziu a cabecinha e ela logo reclamou da dor. Soltou um gritinho e ele puxou o pinto para fora. Tornou a enfiar um pouquinho e aí ela já não reclamou. Aí foi forçando a penetração, foi forçando, até que enfiou-o por completo, de modo que o sacão redondo e peludo passou a ficar batendo e batendo na vagina dela.
– Vou gozar! Vou gozar! – Não “meu amor”, me espeeera!!!… Masturba minha vagina que eu gozo com você. Ele fez o que ela pediu, mas não teve jeito. Ele acabou gozando e deixando-a na mão. – Ah! Nããõ!! Seu cachorrinho. Não faz assim com a titia “meu bem”. Mas ele nem deve tê-la escutado. Passou a fazer tremendo escândalo de prazer: – AAAaaaiii!!!… AAAaaaiii!!!… AAAaaaiii!!!…Uuuuiiii!!! – E se passou a dizer, com voz trêmula e respiração ruidosa: gos…to..”so”. Gos…to…”so”… – Tratava-a como se fosse ela fosse um macho –Não pude deixar de imaginar que talvez estivesse relembrando experiências passadas que lhe teriam tornado um viciado em sexo anal. Talvez nem estivesse pensando nela.
De repende um último e forte movimento para frente penetrou-a tão violentamente que a fez gritar de dor. Mesmo que eu estivesse em condições de poder livrá-la desengatá-lo dela, naquele momento não conseguiria, tal era a força com que ele a mantinha apertada contra si. Além do mais, já era tarde para isso. Ela própria não se esforçou para afastá-lo. Considerou que não poderia fazer em um momento de tão grande excitação. Seria o mesmo que anular tudo o que já havia feito para mantê-lo em nossa cama. Talvez ela própria devesse se esforçar por livrar-se dele. Como desejava que ele dela não se esquecesse, não fez coisa alguma, especialmente porque agora ele já a estava enchendo com toda aquela grande quantidade de esperma quente que eu já sabia ele ser capaz. Por certo ele jamais se esqueceria dela, mesmo que estivesse pensando em algum parceiro da adolescência.
Aos pouquinhos ela conseguiu se livrar dele, cobriu o traseiro com a toalha, e saiu apressada para o vaso sanitário. Ele se deixou cair para o lado e aparentemente desmaiou, ainda encharcando o lençol de seda. Passado um minuto, se levantou e foi atrás dela. – Por favor, titia, me perdoe. Não consegui me controlar. Você é gostos”a”demais. Me perdoe, por favor.
– Aí,” meu amor”. Nunca vi um homem tão taradinho assim – Aí eles riram juntos. Enfiaram-se sob o chuveiro e ele foi ainda mais gentil com ela do que da vez anterior, ajudou-a a se livrar do esperma que lhe escorria pelas pernas

[Caso anterior: nº 55134]

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Escrito por Anônimo

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