Eu confesso que com os colegas da rua onde morava, que era sem saída e muito tranquila, a conversa predileta era sexo.
Naqueles tempos não existia sexo na tv, e crianças nem sonhavam em colocar a mão em uma revista de mulher nua. Mas as conversas iam e vinham: um vira a tia sem roupa, outro a mãe, outro a irmã, outro soube de um colega de scola que teria assistido o pai e a mãe fazerem sexo, e alguém sempre arrumava um jeito de aparecer com uma revistinha de sacanagem que fulano pegou de sicrano, e que emprestou até tal data para o amigo tal, e ali estávamos 3 ou 4 guris expremidos num canto escondido a ler (ou melhor, comer) a tal revistinha.
Nesta época, tudo era desenhado. Depois vieram as com fotos de verdade. Nossos pintos ficavam “armando barraca” dentro dos shorts, e não tardou, surgiu alguém que sabia “bater bonha”, ou “punheta”.
Como é? kkkk… riamos todos. E escutávamos interessadíssimos como se fazia, o que se sentia, e o que saía de dentro. E que no começo não saía nada, mas depois sairia um líquido sem cor, e que um dia sairia um tipo de leite branco.
Pra quê aquilo servia, ninguém sabia ao certo, mas era assim 😉


A primeira vez que assisti filme porno foi na casa de um colega de escola.
Juntava eu e mais 4 pra assistir, devia ter uns 15 ou 16 anos.
Dava agonia pq o pinto ficava duro igual pedra e não abaixava de jeito nenhum.
Faltava pouco pra gente tirar os cacetes pra fora e bater todo mundo junto mas nunca fizemos.
Moleque nessa idade apronta todas mesmo!