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Comecei a Trair meu Marido e Não consigo mais Parar (Adúltera por vocação) – Part 2 – Detalhes das Transas

Muito Obrigada aos que me aconselharam no meu primeiro relato abaixo:

“Comecei a Trair meu Marido e Não consigo mais Parar (Adúltera por vocação)”.

Aguns recomendaram terapia, mas eu já fiz e não deu muito certo, mas lembro de uma atividade que eu fazia na época; escrevia sobre meus pensamentos. Então agora como forma de tentar aliviar a tensão sexual que me domina 24h, irei descrever detalhes que me levam ao estopim sexual nas transas.

Macho 1: O Pai de família:

O flerte: O pai da amiguinha da minha filha, é do tipo sério e exala testosterona. Desde o primeiro momento com ele a tensão sexual foi instantane. Sentia que queria me comer e eu correspondia os olhares com malícia. Nas festas da escola, em qualquer oportunidade, ele passava sutilmente as mãos na minha cintura e braços. Nas caronas à sós, fitando ele de lado, pudia jurar que ele tinha ereções… E na despedida, na frente de casa, sempre botava a mão na minha coxa e, segurando minha nuca, me dava um rápido beijo de canto de boca. Eu imóvel, mas toda melada, corria pro banheiro pra me tocar.

A Transa:  

Passado 3 meses nessa “brincadeira”, veio o fatidico dia que, ainda na escola, num dia quente, ele me chamou pra ficar no ar-condicionado do carro no estacionamento da escola dizendo que podiamos ficar à vontade pois o carro é extremamente peliculado… Era o dia inteiro de jogos internos da escola e estavamos vendo as partidas dos nossos filhos. Eu já fui ofegante! e de vestidinho curto (como de costume) podia sentir minhas parnas bambas e toda melada roçando uma na outra…

Ele deitou levemente o banco, abriu bem as penas, relaxou e puxou um papo sobre relacionamentos… Quando comecei a falar ele botou a mão na minha coxa e eu, instintivamente, comecei a abrir devagarinho… Quando comecei a falar do meu marido, ele já tava praticamente com a mão na minha calcinha e quando dei por mim, numa espece de transe eu já tava gemendo, rebolando e tocando meus seios… Ele botou um generoso Pau pra fora e mandou eu bater uma pra ele enquanto me tocava… Eu gozei MUITO rápido e num grito forte desfaleci… Acordei com o pau dele, desculpem a expressão, fodendo minha boca.

Ele me agarrou pelos cabelos e puxou em direção ao pau e botava até eu engasgar e, nas breves pausas que fazia pra eu respirar quando engasgava, me estapeava falando barbaridades pra mim… e o pior, eu adorei… Comecei a me tocar… Senti que por ser uma mulher adúltera devo ser castigada sem dó nem piedade. Depois ele me jogou pro banco de trás e eu de quatro, completamente entregue, senti um senhor membro me rasgar. Ele meteu atrás de uma só vez… Passei uma semana sem conseguir sentar direito. Depois desse dia, iniciamos uma “brincadeira” de dominação. Mestre e escrava.

Macho 2: O Porteiro dos meus Pais.  

A transa: Completamente diferente do primeiro, esse é muito carinhoso, mas igualmente nojento nas falas chulas, e em adicional, me faz falar putarias também, o que me deixa completamente mansa num transe sexual. Quanto mais safadeza ele me faz eu dizer, mais eu me agarro e me esfrego nele.

 As falas: Tenho vergonha de falar, mas são coisas que dominam meu inconciente e acho que no fundo, o que ele me diz, é o que penso de mim mesma. Ele manda eu repetir, no ouvido dele, algumas falas como – “Sou putinha de macho casado” e “Enche minha bucetinha de porra”… Eu sei, é rpugnante, mas eu fico enlouquecida de tesão. Pensem na situação; a gente num quartinho de entulho do prédio, numa cadeirinha velha, completamente pelados e suados, eu sentando e me esfregando nele, hora de frente hora de costas, falando as maiores barbaridades um pro outro, num beijo sujo e molhado… Eu juro pra vocês que eu vou à LOUCURA.

O Flerte: esse velho sempre me comeu com os olhos desde que eu era nova. Lembro que achava a coisa mais nojenta do mundo, mas depois que casei e saí de casa, passei a sentir falta dos assédios dele e agora nessa nova fase, hiper sensível ao estímulo masculino, o enxergo com outros olhos. Os olhos de uma femea faminta por um macho safado igual ele, e sinto que no fundo, sempre soube que só um cara como ele, poderia fazer eu por pra fora a “putinha” que existe em mim.

Macho 3: O Cara Proibido

Como relatei aqui , não me sinto preparada para falar e enfrentar o porque do meu desejo por esse homem, mas quem sabe um dia crie coragem pra relatar a situação.

Machos 4: Desconhecidos

Eu moro com o meu marido em um bom lugar, mas próximo a baixada, então num belo dia sozinha em casa, subindo pelas paredes, botei um micro conjuntinho de academia e resolvi caminhar. Instintivamente andei até a baixada e notei que os homens de lá, são iguais ao Porteiro dos meus pais; másculos, de pele oleosa, com cheiro forte e muito SAFADOS. Não deu outra, fui cantada com falas chulas de uma esquina a outra. Voltava com um tesão de “vaca” e me acabo de me masturbar pensando nas “cantadas” que mais pareciam ameaças!

O flerte: Mais uma vez meu subconsciente começøu a trabalhar maneiras de como realizar meus fetiches e voalá, comecei a sorrir e perguntar coisas bestas pra esses homens que me cantavam, como por exemplo; onde eu posso encontrar tal loja ou algo do tipo, depois pergunto se se é casado ou se está sozinho em casa, se a resposta for sim, peço pra entrar e tomar um copo dágua… Pode parecer coisa de filme porno, mas se voces verem como esses caras ficam na minha presença, alguns já com a mão no saco me fitando dos pés a cabeça, vocês vão acreditar.

A Transa: Igualmente sujos e nojentos, já dentro da casado, a maioria começa e me cantar PASSANDO a mão. Aqui é um ponto bem interessante pq eu sinto nojo e tesão ao mesmo tempo! Sinto que entro em transe e vou me esquivando mas ao mesmo tempo me insinuando e exibindo cada vez mais e mais, como que pedindo pra ser assediada… Mas na primeira pegada forte eu já tô me esfregando e rebolando na mão deles.

É daí pra baixo, eu sento neles e, me esfregando feito uma louca desvairada, repito o que o Porteiro me ensinou: “Fode tua putinha”, “me enche de porra”… Que vergonha meu deus, mas a combinação de cheiro deles, falas chulas, me chamando de vagabunda pra baixo, me fazem chegar ao clímax em minutos!

Quando gozo acaba instantaneamente o estado de transe, visto a roupa e saio quase que correndo pra tomar banho em casa. Como eu disse, é perto mas suficientemente longe pra eles não saberem onde eu moro… É uma área “nobre” que nunca vi eles circularem.

Fim: Agora tenho que criar coragem de enfrentar o porque do meu desejo pelo macho 3, o proibido. Sinto que algo aconteceu comigo ainda quando nova.

Obrigada por me entenderem. Se possível, me deem mais conselhos sobre o porque deu sentir tanto prazer esses homens chulos e agressivos.

Bjs

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Escrito por anonima

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7 Comentários

  1. Boa noite!

    Eu me identifiquei com o teu relato no sentido de ter encontrado ultimamente algumas mulheres que me pedem para ser mais agressivo.

    Acredito que é importante deixar essa energia fluir e melhor ainda quando há doses de respeito e cuidado.

    Adorei os detalhes. Cada ato sexual é único e mexe com a gente de modos imprevisíveis.

    Continue escrevendo, por favor.

    Se puder, crie um perfil para permitir conversas privadas.

  2. SENHORA,
    INTERESSANTE, PRIMEIRO VC DIZ QUE SE SEPAROU, DEPOIS SE APARESENTA CASADA, DIFICIL ENTENDER. MAS SE QUER UM CONSELHO EU DOU. FODA BASTANTE E NÃO OLHE PARA QUEM…DÊ SEU CUZINHO E DEIXE ELE BEM ESFOLADO. E BEM QUE GOSTARIA DE RECEBER UMA FOTO SUA. SOU ARTISTA PLÁSTICO, ESCRITOR, CASADO, HÉTERO E MORO EM RECIFE. SE QUISER FAÇO UMA TELA COM SEU CORPO.
    [email protected]

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