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Comecei cedo…

Não incentivo o abuso de menores mas não vejo o que aconteceu comigo como abuso.

Eu tinha 8 ou 9 anos de idade. Ia para a escola de manhã e voltava na hora do almoço. Ia e voltava sozinho, algo que hoje já não é tão comum. Os tempos mudam, acho.

Quando chegava em casa, minha mãe me esperava com o almoço pronto e me ajudava a fazer as lições de casa antes de permitir que eu saísse para brincar. O conjunto de apartamentos não tinha um playground mas tinha um campo de futebol improvisado, barro batido, comumente chamado ‘rala côco’ onde as crianças iam jogar bola, brincar de pega-pega, queimada ou o que fosse.

Eu sempre fui safado e, apesar da pouca idade, sempre tentava ver a calcinha das meninas ou dar um jeito de passar a mão nelas quando brincávamos. Coisa de moleque. Adorava quando uma delas sugeria um ‘Pêra, uva, maçã ou salada mista’ onde combinávamos o que cada fruta significava (beijo no rosto, beijo na boca, passada de mão etc) e depois formávamos pares que decidiam o que fariam.

Certa feita, minha mãe precisou sair e não estava em casa quando cheguei. Em vez disso, encontrei a filha da vizinha que devia ter entre 19 e 21 anos. Ela explicou que minha mãe a havia pedido para me servir o almoço (que deixara pronto) e que me fizesse companhia até que ela voltasse, pois precisara sair para resolver algo.

Minha mãe havia garantido a ela que eu me comportaria e que ela poderia estudar as matérias da faculdade que eu não a atrapalharia. Eu dei de ombros e não me incomodei com a estória. Para mim, não havia problema nenhum.

A filha da vizinha era uma moça séria. Pelo menos a mim assim parecia provavelmente porque ela não tinha papo nenhum a dar a um pirralho como eu. Não era lindíssima nem tinha um corpo maravilhoso. Era só… A filha da vizinha! Claro que eu já havia olhado as pernas dela, imaginado como seria a bunda dela etc mas nunca havia parado para reparar nela. Mesmo porque, estava mais preocupado com as meninas da minha idade, aquelas com quem eu teria uma chance!

Pois bem… Naquele dia eu reparei na filha da vizinha. Não dava para não reparar! Ela apareceu com um vestido caseiro, de tecido fino, e que mais parecia uma camiseta grande que um vestido. Estava tão curto que, quando ela se esticou para alcançar uma prateleira e pegar o prato para servir meu almoço, pude ver a calcinha dela.

Até os 20 anos, qualquer coisa deixa os meninos de pau duro, e comigo não foi diferente. Depois de ver a calcinha dela, almocei de pau duro e nem pensei em sair de casa para brincar. Eu queria ver mais!

Depois de lavar os pratos do almoço, nos deitamos no chão da sala, eu com meus cadernos, ela com os dela. Estava difícil eu me concentrar na minha lição de casa porque não parava de pensar no visual da bunda dela e da calcinha. De quando em quando eu me espreguiçava só para vê-la de bunda para cima. Duas ou três vezes levantei para ir ao banheiro só para olhar para as pernas dela, entreabertas, e tentar ver a calcinha estaca aparecendo. Meu pau estava tão duro que fazia uma tenda no meu shorts. Ela deve ter percebido…

Numa dessas vezes, quando voltei do banheiro, ela não estava mais deitada no chão. Tinha recolhido seus cadernos e livros e estava sentada no sofá. Meu coração estava partido… O show havia acabo. Eu estava arrasado… Voltei, muito contra gosto, e a me deitar no chão da sala, para terminar minha lição.

O que aconteceu então foi inesperado e nunca mais vou esquecer. Olhando casualmente para o sofá onde estava minha vizinha, vi que ela estava concentrada no livro que estava lendo e sentada com as pernas abertas o suficiente para que eu, com pouco esforço, pudesse ver sua calcinha. Agora, de frente!!!

Naquele momento me converti cristão porque Deus havia provado sua existência! De onde eu estava eu tinha visão privilegiada daquela calcinha ‘azul bebê’, quase transparente. Podia até ver que ela tinha pêlos e que eles estavam marcados pelo tecido fino. Era como um sonho. O pirulito, que já estava até baixando, voltou a ficar duro de tal forma que tive que segurar e apertar com a mão, tentando não me masturbar (não que eu soubesse o que era, naquela idade só sabia que era gostoso de mexer no bilau quando estava duro, mas não sabia bater punheta ainda).

Estava tão perdido em meus sonhos, tão fascinado pelo visual que ela estava me proporcionando que não notei que ela havia baixando o livro um pouco e estava me olhando. Só reparei quando ela fez um barulho, se ajeitou, se levantou e disse ‘preciso fazer xixi’.

Eu devo ter ficado roxo de vergonha! Ela sabia que eu estava olhando para a bucNão incentivo o abuso de menores mas não vejo o que aconteceu comigo como abuso.

Eu tinha 7 ou 8 anos de idade. Ia para a escola de manhã e voltava na hora do almoço. Ia e voltava sozinho, algo que hoje já não é tão comum. Outros tempos, acho.

Quando chegava em casa, minha mãe me esperava com o almoço pronto e me ajudava a fazer as lições de casa antes de permitir que eu saísse para brincar. O conjunto de apartamentos não tinha um playground mas tinha um campo de futebol improvisado, barro batido, comumente chamado ‘rala côco’ onde as crianças iam jogar bola, brincar de pega-pega, queimada ou o que fosse.

Eu sempre fui safado e, apesar da pouca idade, sempre tentava ver a calcinha das meninas ou dar um jeito de passar a mão nelas quando brincávamos. Coisa de moleque. Adorava quando uma delas sugeria um ‘Pêra, uva, maçã ou salada mista’ onde combinávamos o que cada fruta significava (beijo no rosto, beijo na boca, passada de mão etc) e depois formávamos pares que decidiam o que fariam.

Certa feita, minha mãe precisou sair e não estava em casa quando cheguei. Em vez disso, encontrei a filha da vizinha que devia ter entre 19 e 21 anos. Ela explicou que minha mãe a havia pedido para me servir o almoço (que deixara pronto) e que me fizesse companhia até que ela voltasse, pois precisara sair para resolver algo.

Minha mãe havia garantido a ela que eu me comportaria e que ela poderia estudar as matérias da faculdade que eu não a atrapalharia. Eu dei de ombros e não me incomodei com a estória. Para mim, não havia problema nenhum.

A filha da vizinha era uma moça seria. Pelo menos a mim assim parecia provavelmente porque ela não tinha papo nenhum a dar a um pirralho como eu. Não era lindíssima nem tinha um corpo maravilhoso. Era só… A filha da vizinha! Claro que eu já havia olhado as pernas dela, imaginado como seria a bunda dela etc mas nunca havia parado para reparar nela. Mesmo porque, estava mais preocupado com as meninas da minha idade, aquelas com quem eu teria uma chance!

Pois bem… Naquele dia eu reparei na filha da vizinha. Não dava para não reparar! Ela apareceu com um vestido não caseiro, de tecido fino, e que mais parecia uma camiseta grande que um vestido. Estava tão curto que, quando ela se esticou para pegar o prato para servir meu almoço, pude ver a calcinha dela.

Até os 20 anos, qualquer coisa deixa os meninos de pau duro, e comigo não foi diferente. Depois de ver a calcinha dela, almocei de pau duro e nem pensei em sair de casa para brincar. Eu queria ver mais!

Depois de lavar os pratos do almoço, nos deitamos no chão da sala, eu com meus cadernos, ela com os dela. Estava difícil eu me concentrar na minha lição de casa porque não parava de pensar no visual da bunda dela e da calcinha. De quando em quando eu me espreguiçava só para vê-la de bunda para cima. Duas ou três vezes levantei para ir ao banheiro só para olhar para as pernas dela, entreabertas, e tentar ver a calcinha. Meu pau estava tão duro que fazia uma tenda no meu shorts. Ela deve ter percebido…

Numa dessas vezes, quando voltei do banheiro, ela não estava mais deitada no chão. Tinha recolhido seus cadernos e livros e estava sentado no sofá. Meu coração estava partido… O show havia acabo. Eu estava arrasado… Voltei, muito contra gosto, e a me deitar no chão da sala, para terminar minha lição.

O que aconteceu então foi inesperado e nunca mais vou esquecer. Olhando casualmente para o sofá onde estava minha vizinha, vi que ela estava concentrada no livro que estava lendo e sentado com as pernas abertas o suficiente para que eu, com pouco esforço, pudesse ver sua calcinha. Agora, de frente!!!

Naquele momento me converti cristão porque Deus havia provado sua existência! De onde eu estava eu tinha visão privilegiada daquela calcinha azul bebê, quase transparente. Podia até ver que ela tinha pêlos e que eles estavam marcados pelo tecido fino. Era como um sonho. O pirulito, que já estava até baixando, voltou a ficar duro de tal forma que tive que segurar e apertar com a mão, tentando não me masturbar (não que eu soubesse o que era, naquela idade só sabia que era gostoso de mexer no bilau quando estava duro, mas não sabia bater punheta ainda).

Estava tão perdido em meus sonhos, tão fascinado pelo visual que ela está a me proporcionando que não notei que ela havia baixando o livro um pouco e estava me olhando. Só reparei quando ela fez um barulho, se ajeitou, se levantou e disse ‘preciso fazer xixi’.

Eu devo ter ficado roxo de vergonha! Ela sabia que eu estava olhando para a calcinha dela. Ela sabia que eu estava de pau duro. Ela sabia que eu estava brincando com o peru enquanto olhava a buceta dela… Pensei: Fodeu! Ela vai falar para minha mãe, minha mãe vai falar um monte no meu ouvido, vou apanhar, vou ficar de castigo até completar 18 anos!!!

O desespero era tanto que o pinto baixou. Mas ela, como se nada tivesse acontecido, voltou para a sala e se sentou no sofá, novamente com os olhos baixos no livro. As pernas estavam, novamente, gentilmente separadas. Ela não estava tentando se esconder. Eu, já morrendo de medo das consequências, tentava inutilmente não fixar meus olhos naquela buceta ali tão perto, coberta com um tecido que mais acentuava as dobras do sexo que as escondia e, agora, parecia até estar molhado! Será que ela havia feito xixi na calcinha?!

Acho que minha respiração estava até ofegante mas não tanto quanto ficaria no instante seguinte… Sem baixar o livro, sem sequer olhar para mim, minha vizinha safada escorregou para a beira do sofá e colocou um dos pés para cima. O resultado foi um show que quase parou meu coração. Se eu já gozasse naquela época, teria gozado na hora.

Com um pé sobre o sofá e o outro no chão e com as pernas abertas, ela estava me mostrando tudo! Eu podia ver a buceta dela ali, nem mesmo a um metro de distância do meu rosto, só a calcinha cobrindo. A calcinha azul, transparente, estava realmente molhada na parte inferior, onde fica o forro. Acima do forro, eu podia distinguir nitidamente os grandes lábios carnudos do sexo dela. E, não sei se era impressão ou não, mas senti o cheiro dela. Um cheiro que até então não conhecia mas que me excitava muito, muitíssimo.

Devo ter soltado um gemido ou coisa assim mas estava, novamente, fascinado. Foi quando a ouvi perguntar: "Está gostando?"

Cacete! Eu havia sido pego novamente!!!

Nem respondi… Não disse nada… Mas ela também não se cobriu, ou se escondeu, ou fechou as pernas. Como estávamos, permanecemos, até que ela perguntou novamente.

– Eu te fiz uma pergunta! Está gostando?

Eu não respondi mas devo ter balançado a cabeça que sim. Ela perguntou se eu já havia beijado na boca. Eu chacoalhei a cabeça que não. Então ela disse: ‘Vem cá.’

Eu me aproximei e ela me puxou para perto, entre as pernas dela, segurou meu rosto com carinho e me beijou a boca várias vezes. Primeiro beijinhos pequenos, depois, com a língua. Não demorou muito para estar com a língua inteira na minha boca. Meu pinto latejava de tão duro.

Ainda segurando meu rosto ela olhou nos meus olhos e disse: "Vou te ensinar uma coisa muito gostosa mas só se você prometer não falar nada para ninguém."

Eu parecia ter perdido o dom da fala porque só balancei a cabeça que sim. Ela insistiu: "Se você contar para alguém, mesmo seus colegas, nos dois vamos nos dar mal, você entendeu?"

Eu sacudi a cabeça novamente.

– Promete não falar nada? Nem para seu anjo da guarda?

Eu sacudi a cabeça que sim e ela disse: "Quero que você prometa. Diga ‘eu prometo’"

Aí eu finalmente disse: ‘Eu prometo.’

– Promete o quê?
– Que não vou contar para ninguém.
– Contar o quê?

Aí ela me pegou. Contar o quê? Dos beijos? De ter visto a calcinha dela? Eu não sabia o que ela tinha em mente. Só disse:

– Tudo. Nada. Não vou falar nada para ninguém.

Ela sorriu. Me beijou a boca mais uma vezes e me perguntou: "Você quer crescer forte, bonito e inteligente."

Novamente calado, eu só acenei a cabeça que sim. Então ela continuou:

– Vou te ensinar uma coisa que nem todo mundo sabe. Para meninos como você crescerem e se tornaram homens forte e charmosos, eles tem têm que beber uma vitamina especial. Você quer beber uma vitamina especial?

Eu chacoalhei a cabeça que sim.

– Ajoelha.

Ajoelhei de frente a ela, sentada no sofá, de pernas abertas para mim, cara a cara com a primeira buceta adulta que via em pessoa. Claro que já havia visto em revistas mas, ali estava a propria, de verdade! Ela certamente estava se divertindo com meu olhar de espanto ou estava perdida em seu tesão porque sorria para mim quando disse:

– A vitamina está aqui. É muito especial e as mulheres não deixam qualquer um beber. Eu vou deixar você beber mas você não pode desperdiçar nada. Tem que beber tudinho, entendeu?!

Eu novamente disse que sim com a cabeça. E foi então que ela puxou a calcinha para o lado, e com a outra mão na minha nuca, puxou meu rosto de encontro a buceta dela.

Eu não sabia ao certo o que fazer mas a humidade do local me fez por a língua para fora para sentir o gosto. Lambi. Ela gemeu. Lambi mais. Ela gemeu mais. Então abri a boca e cobri a buceta dela, tentando chupar tudo para dentro de minha boca. Ela gemeu ainda mais alto.

O gosto era meio salgado. Eu imagino que tinha a ver com ela ter feito xixi pouco antes. Mas isso não me incomodou nem um pouco. O cheiro, o gosto, o calor, a maciez da buceta dela me viciaram imediatamente. Eu chupava a buceta dela com gosto. Diria até que com sofreguidão. Eu queria mais. Não sei se acreditei na estória das vitaminas ou se simplesmente queria chupar a buceta dela. Mas chupava me deliciando. Ela ela gemia alto e me incentivava dizendo coisas como ‘isso, bebe meu caldinho, bebe tudo, que menino mais bonzinho, bebe o caldinho da minha buceta para você ficar bem inteligente e bonito’… Eu só queria chupar. Acho que se ela tivesse mijado em minha boca, meu tesão era tanto que eu teria bebido também.

Não sei quanto tempo fiquei ali de joelhos, com a boca colada na buceta dela. Mas meu maxilar já estava começando a doer quando ela disse ‘Chega. Você bebeu bastante por hoje. Outro dia você bebe mais’.

Eu não sei se ela gozou ou não. Era muito novo para sequer pensar nisso. Só sei que o ‘outro dia’, infelizmente nunca veio.

Ela se arrumou, me levou ao banheiro, lavou meu rosto e escovou meus dentes. Depois se sentou na privada e fez xixi novamente, sorrindo para mim. Não se secou com papel, só vestiu a calcinha. Provavelmente tinha feito igual antes.

Ao voltarmos para sala ela me deu um beijinho na boca e disse que precisava ir. Que eu podia descer para brincar com meus amigos mas que deveria ficar à frente do prédio para que ela pudesse me ver.

E assim fiz. Da janela do apartamento dela ela me acenou uma ou duas vezes, para mostrar que estava me olhando. Minha mãe voltou antes de anoitecer.

Nunca mais aconteceu mas eu nunca esqueci. Como disse, não acho que ela abusou de mim. Eu bem que queria mais. E se ela tivesse deixado ou aparecido para tomar conta de mim novamente, eu teria chupado a buceta dela novamente antes e depois de ela fazer xixi.

Hoje eu amo chupar buceta. Amo! Se tiver intimidade com a parceira, até peço para ela deixar eu chupar após ela urinar. Adoro. E quase gozo se ela me chamar de ‘bom menino’ e me disser palavras de incentivo.

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Escrito por Anônimo

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