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comendo a mulher do amigo

Eu confesso que comí a mulher de um amigo, com a concordância dele. Ela é uma morena fatástica. Linda, gostosa, um tesão. Eu namorava uma irmã dela, e comecei a frequentar a casa. Fiquei íntimo do casal, bebíamos juntos, íamos a festas, viajávamos. Eu fui ficando apaixonado por ela, e ela, sem que eu quizesse, percebeu. Só que ela queria também. Nunca tinha traído, sempre tinha sido fiel. CMuito sincera, confidenciou ao marido que tinha notado meus olhares de tesão, e que, sem depender da vontade dela, sentia-se atraída por mim, mesmo amando o marido. O cara, para surpresa dela, perguntou-lhe se ela queria dar uma trepada comigo, ou mesmo ter um caso. Ela confirmou que queria. Ele disse então – Conquiste-o. Incentive que eu vou dando um jeito de deixa-lo à vontade pra vocês treparem. Só tem uma condição: Quero assistir você levando pica dele. (tudo isso eu soube depois, do fato consumado) Eles acertaram que ela me provocaria na frente dele, e ele demonstaria que estava de acordo. Terminei o namoro com a irmã dela, mas continuei indo lá. E ví, maravilhado, aquela máquina sentar de frente pra mim, deixando aparecer a calcinha, e eu ficava louco. às vezes ela ia procurar um CD, e de saia, ficava de cócoras, pernas abertas, a calcinha à mostra, na frente do marido, eu doido, de pau duro. E os papos que levávamos? Ela me perguntou se eu já comi uma mulher casada. o marido pergntou se eu já fiquei de pomba dura de sunga, na praia. E ele deixou claro que a esposa não era propriedade dele, que assim como comeu mulheres fora, também ela tinha chance de experimentar outro macho. Aí eu fui entrando. Fazia questão que ela visse que meu pau tava duro. Quando chegava, pedia pra ela mostrar a cor da calcinha. Ela abria as pernas e perguntava – viu? Aí o marido perguntou se eu batia punheta pra ela. Eu respondí que toda noite eu batia punheta pra ela. Ela perguntou – é grande assim o tesão por mim? Eu disse que só de ouvir a voz dela, a pica endurecia. Já que ela deu chance, eu já chegava, entrava no quarto ela se trocando, e quando ela estava deitada eu levantava a saia, alisava as coxas e comecei a esfregar a vara dura nela. Numa noite, ela ligou o som e me chamou pra dançar. E colou em mim, se sfregou com força. O marido vendo tudo. Aí abriu a boca e pediu – me beija! Que beijo gostoso! Ela afastou, me puxou pela mão e disse – Não goze ainda! Me fez sentar, abriu o meu ziper, tirou minha rola e meteu a boca. Nessa altura, o marido batia uma punheta, olhando. Quando gozei, ela mexeu até o pau ficar duro outra vez,e foi tirando a roupa lentamente. Quando os peitos apareceram, que delicia! Durinhos, empinados, uma gostosura! Quando tirou a calcinha, a bucetinha raspada tava molhadinha! Aí eu montei nela, e meti-lhe pica. E aí foram uns 6 meses de caso com ela. Dormia na cama com os dois. Ele mandou ela esfregar a buceta em minha cara. Depois me mandou esfregar a cabeça da pica no rosto dela. E sempre comia ela depos de mm, eu vendo eles treparem. Que experiência maravilhosa! Que sorte eu tive. Comi uma mulher casada, linda, gostosa, sem riscos, e o marido dagva a maior corda! Até hoje nós somos amigos. Ele me incentiva pra cantar ela, mas ela não quer mais. Eu vou continuar tentando

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Escrito por Anônimo

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