Eu confesso que vivi uma experiência alucinante na semana passada. Sou casado, com filhos, e vivo uma vida tranquila. Sexualmente eu e minha esposa estamos bem, mas como eu sou tarado por mulher, nunca descartei a possibilidade de ter um caso com outra mulher. Não fumo, não bebo. E posso dizer que meu único vício na realidade é chupar buceta. Vivo 24h/dia pensando nisso. E não tenho qualquer preconceito com o tipo de mulher pra chupar, somente que seja higiênica.
Sou gerente de uma linha de produção de produtos farmacêuticos, e numa tarde dessas fui almoçar com uma colega de trabalho, a Luana. É uma garota pequena, branca, com cabelos acastanhados, olhos verdes, sorriso fácil e tímido. Neste dia, estava calor e ela foi de saia. O restaurante estava lotado e quando achamos um lugar ela sentou-se numa cadeira o qual estava suja de bebida, possivelmente refrigerante. Ela levantou rápido e eu sem qualquer intenção tentei limpar a bunda dela com papel. Ela esquivou-se mas depois deixou eu apenas tirar o excesso. Depois disso que tesão, no escritório eu pedi pra verificar se não tinha manchado a saia dela. Era azul clara. A sala era particular e quando ela entrou fechou a porta. Fui verificar visualmente se tinha macha, mas ela se aproximava mais perto, então toquei de novo sua nádega e percebi que ela não me impedia. Sem querer querendo, levantei um pouco o pano e pude ver uma bundinha linda, calcinha branca, bem discreta. Olhei pra ela e ela sorriu. Foi meu passaporte. Comecei a acariciá-la e ela apenas sussurrava o medo de alguém entrar lá. Eu fui até a porta e tranquei-a. Nisso ela já estava sentada na minha cadeira com as pernas abertas. Ajoelhei-me e em frente aquela maravilha, posicionei-a de maneira confortável, e apenas abri aquelas coxas para visualizar a minha queria amiga buceta. Chupei tanto aquele grelo que a minha cadeira ficou extremamente melada. Lambi a buceta, a virilha, sugava com vontade e ela delirava. Fiquei lá por uns 20 miutos. Depois disso ela chupou meu pau, e eu coloquei a camisinha e fomos de quatro. Gozamos juntos.
Queria agradecer ao anônimo que derramou o refrigerante na cadeira do restaurante.

