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Comi a Freira

Eu confesso que
Comi a freira.
Confesso que éramos bons amigos e eu ajudava voluntariamente as irmãs. Mas a amizade se tornou, com essa irmã especificamente, algo maior. Sua superiora lhe orientou a afastar-se de mim. Para piorar, um dia eu lhe dei uma carona até a cidade e na saida do carro ela agradeceu e eu disse que não era nada que fazia tudo de bom grado, pois a amava, mas me referia ao amor sem interesses. Ela olhou-me e disse o mesmo, foi-se aproximando e percebi que me beijaria na boca. Desviei o rosto e falei, olhando para a frente, que já era tarde e precisava ir embora.
Isso não poderia ser, pois além de tudo eu era casado. Ela concordou e desceu com os olhos molhados de lágrimas.
Fiquei perturbado com tudo, mas, muito excitado também, com a idéia de comê-la de chupar sua xana, possivelmente virgem. Isso foi me levando a algo que eu não poderia jamais imaginar em conceber. Eu e minha esposa estávamos em uma crise no casamento e pouco fazíamos sexo. Eu estava com o saco tão cheio de esperma que não podia nem chorar, senão escorreria porra dos meus olhos.
Não conseguia parar de pensar e estava com as duas cabeças inchadas por conta disso.
Atendi uma ligação dela, onde dizia que queria me ver. Hesitei, louco de tesão, mas pensando no que seria depois! Perdi a noção e pensei: Foda-se, se ela quer eu quero!
E fui naquela tarde ao seu encontro. Beijamos-nos escondidos no terreno amplo. Com muita adrenalina e medo de sermos pegos.
Isso aconteceu algumas vezes, até que certo dia ela me convidou a ir a outra casa da congregação, inabitada, usada para retiros.
La chegando entramos sorrateiros para não chamar a atenção do caseiro.
Na sala trancamos a porta atrás de nós e nos abraçamos, enchi a mão naquela bunda redonda e macia coberta por muitos panos, acho que tinha umas três peças por baixo do hábito além da meia. Levantei todo o peso das roupas para sentir na minha mão aquela “xana benta” e encharcada de desejos carnais. Melei a mão em abundante fluido.
Tirei o pau duro como pedra pra fora, já molhadinho também e encaixei na xota molhada. Esfreguei enquanto a beijava com sofreguidão. Ela tirou toda aquelas vestes e também.
Deitei-a no sofá e deitei por cima. Estremecemos no momento em que o meu pau rompeu um pouco a resistência de sua virgindade. Então perguntei se ela era virgem e ela me respondeu que todas o são. Naquele momento pensei em desistir, minha consciência não me permitia ser tão canalha…e depois? Ela era virgem…não sentia falta do que não conhecia, mas se eu continuasse seria complicado para ela.
Mas eu estava explodindo de tesão e com ½ cabeça dentro da xana dela eu gozei
Como se tivesse socado durante horas.
Não tive coragem de ir até o fim.
Não me orgulho disso e sei que não foi saudável pra ninguém, espero que ela e Deus me perdoem.

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Escrito por Anônimo

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