Há cerca de cinco anos, quando eu tinha 25 anos, eu trabalhava em um escritório de projetos aqui no RS, ao todo tinha uns 10 funcionários, um deles era a irmã mais nova do meu chefe.
Advogada, 36 anos, loira, magra e muitas vezes usava roupas broxantes.
Era uma aprendiza de perua, uma patricinha, vamos chama-la apenas de “Paty”. No inicio era arrogante, grossa e com o nariz empinado, mas com o passar do tempo foi se acostumando com a “ralé” do escritório.
Eu e ela tínhamos uma relação boa, cordial, nada mais que isso, às vezes eu dava carona pra ela como bons colegas de trabalho, com o passar do tempo às conversas ficaram mais intimas, de modo a ela me confessar algumas frustrações amorosas, cheguei a pensar que havia entrado na friendzone.
Então, certo dia, estávamos todos reunidos no meio da tarde falando algumas besteiras, na saída da copa paty me perguntou se eu podia dar carona pra ela na saída, respondi que ia ficar trabalhando até mais tarde, pois precisava terminar um projeto. Ela respondeu que tudo bem e conclui que ela iria embora de outra forma.
No fim da tarde, ficamos no escritório apenas paty, o chefe (irmão dela) e eu. Eu e o chefe resolvendo algumas pendencias e ela arrodeando pra ver quem dava carona pra ela, resolvido tudo, meu chefe resolveu ir embora e eu ficaria mais uns minutos salvando os arquivos e desligando os computadores, como sempre ele estava atrasado para algum compromisso. Paty decidiu ir embora comigo.
Ficamos apenas paty e eu no escritório, disse a ela que precisava de uns vinte minutos para organizar tudo, ela respondeu ok e foi até a sala dela guardar suas coisas, já era por volta de oito da noite. Neste dia ela estava particularmente bonita, os cabelos loiros soltos até metade das costas, um vestido vermelho de manga longa, nem justo nem solto que ia até seus joelhos, uma meia calça preta, sapatos de saltos médios e um óculos de nerd, era uma visão agradável de ver.
Passados alguns instantes, tudo acontecendo conforme a normalidade, paty entra na minha sala e senta na cadeira ao meu lado e diz que esta pronta para ir, respondo que preciso de mais alguns minutos. Então começamos a conversar sobre a vida, ela conta algo sobre o seu ultimo namorado ser um banana, eu digo a ela que ela intimida os homens, que ela é muito autoritária e tende a deixar os homens desconfortáveis, a conversa começa esquentar com eu dizendo que ela é bonita, mas muito responsável, que ela precisa soltar a diabinha que existe dentro dela, a conversa segue nesse rumo, ela confessa que precisa de um homem, na verdade ela queria dizer que precisava de um macho, mas era “pura” demais para dizer essa palavra.
Termino tudo o que estava fazendo, levanto da cadeira e digo “vamos embora”, paty se levanta a um metro de mim e acena que sim com a cabeça.
– A menos que queria ficar um pouco mais. Eu digo enquanto dou um passo em sua direção, ficando a um palmo dela.
Antes que paty formulasse qualquer resposta, passei a mão pela sua nuca e beijei sua boca sem qualquer possibilidade de reação dela. Foi um beijo bom, longo, suculento.
Beijei seu pescoço, mordi de leve a orelha dela e sussurrei em seu ouvido, “eu sei que tu quer”, paty estava imóvel, não respondia com qualquer reação, não deu qualquer sinal para eu parar ou continuar, então a beijei novamente, agora consegui sentir o aperto das mãos dela em meu pescoço. Minhas mãos, que pousaram em sua cintura, agora descem procurando sua bunda magrinha, mas bem gostosa, quando me dei por conta já estava com as duas mãos por baixo do vestido dela.
Enquanto beijava o pescoço e peito de paty, ouvi apenas um sussurro, quase inaudível “não para”, isso fez meu pênis, que já não cabia mais na cueca latejar de excitação. Sem pensar duas vezes, fiz paty se virar e apoiar as mãos na escrivaninha, levantei seu vestido, baixei a meia calça e a calcinha até seus joelhos, tirei o pau pra fora e o meti naquela xoxotinha que estava sedenta por uma rola. E que bucetinha gostosa, engolia meu pau com louvor, como se estivesse preparada para aquilo há dias. Paty permanecia calada, mas derramando prazer em seu olhar, eu via seu reflexo na tela no computador, uma expressão safada que jamais imaginei que aquela advogada respeitável fosse capaz de fazer, era um misto de prazer, de surpresa e de gana que ela proporcionava.
Não demorou muito para ela se contorcer de prazer e gozar gostoso enquanto eu socava a rola em sua buceta. Não aguantando mais, tirei o pau da xoxota e gozei na bunda branca de Paty, enchi o cóccix dela de porra, que gozada gostosa. Todo o processo deve ter durado cerca de 10 min, foi a melhor rapidinha que já tive, foi maravilhoso foder a irmãzinha do chefe.
Depois disso transamos mais algumas vezes, mas na casa dela, ensinei a fazer um boquete bem feito, mostrei pra ela como é bom chupar uma buceta, fizemos coisas que ela mesma me disse “jamais imaginou fazer”. Mas nenhuma se assemelhou à primeira.

