Já se passaram anos, mas ainda hoje a gente se olha e se quer e as vezes nos comemos. Quando ela tinha 14 anos e eu 18, frenquentavamos um clube e era parte de nosso divertimento. Num verão, logo que as férias começaram, fim de dezembro ou inicio de janeiro não me lembro bem, só sei que estávamos de férias, ela foi cedo para o clube e ali passou o dia, muito branca, desprovida de qualquer protetor solar, ela veio para casa muito queimada de sol, muito mesmo. Minha outra irmã, a rainha do sem paciência logo brigou com ela. Nossos pais tinham comércio de panificação e sempre estavam fora, e naquilo eu acabei tendo que tomar a frente. Fui até uma farmácia próxima de casa comprei pasta d’água e uma outra pomada para aliviar as queimaduras….
Quando cheguei, chamei minha irmã e entreguei a ela, ela me chamou e pediu ajuda. Ela estava enrolada em uma toalha, achei que pelo menos estava vestida com calcinha e soutien, pedi a ela prá tirar a toalha que eu ia passar nas costas no ombro e onde mais fosse preciso. Ela soltou a toalha e ficou nuazinha, em pelo, e fiquei atônito… meio perdidão sem saber o que fazer… o triangulo da bundinha, da xoxota e dos peitos feitos pelo biquíni eram muito visíveis, já que a pele estava inflamada do sol…. com o pau querendo ficar duro, porque ela era muito gostosa e vendo aquelas partezinhas destacadas bem branquinhas eu quase surto… comecei a passar de leve a pasta, e umedecia a pele dela com panos frios e depois passava… ela foi ficando toda rebocada…. e enfim chegou a hora de passar nos peitos e nas coxas… ela não conseguia passar já que as queimaduras incomodavam quando fechava os braços, fui passando ao mesmo tempo que observava aqueles mamilos médios, arrepiados pela sensação de queimor e também pelo toque…. ela tentou passar nas coxas mas desistiu, as costas ardiam ainda e estava bem ruim… ela se deitou, abriu levemente as pernas eu deixei cair agua morna na pele prá não dar choque e depois passei o medicamento, foi quando reparei a sua bucetinha, pequena, fechadinha, com pelos encaracolados sobre os lábios e que faziam um pequeno redemoinho bem em cima de onde seria seu clitóris…. fiquei babando diante daquela delicia que era e ainda é, minha irmãzinha…. com o passar de dois ou tres dias, sua pele já tinha melhorado e muito, deram algumas bolhas, mas deu para aliviar a dor… e ela, assim que eu chegava em casa, entrava no banho e em poucos minutos me chamava já para cuidar dela….
o clima foi ficando quente e acho que no terceiro dia ela notou que enquanto eu passava remédios nos seus seios, fiquei com o pau igual pedra.. disfarcei e fomos para o dia seguinte….quando cheguei, mesmo ritual, e ela se deitou para eu passar nas coxas, e quando esbarrei meio que querendo o lado de minha mão em sua vulva, senti seus pelos, ela gemeu baixinho e fez aquele gesto de encolher quando a barriguinha salta e fica linda… puro tesão…. dei corda e esbarrei de novo, ela tornou a gemer e o mesmo gestos, olhos fechados e a boquinha meio aberta….. deixei uma mãos acariciando já suas coxas e tocando propositalmente sua vulva e levei a outra mão aos seios, com a desculpa de espalhar melhor, e desci pela sua barriguinha até a pélvis…. nessa hora o meu nível de sacanagem com ela já estava alto e já me esquentou demais, corri pro banheiro para bater uma pela minha irmã.
Mais uns dois dias foi isso, já estava ótima, mas todo dia queria mais …. pelo fim de uma semana, já no sábado, sairam todos, ficamos eu e ela em casa, Pelas duas horas da tarde ela me chamou, cheguei em seu quarto ela elava deitadinha nua só com uma toalha em cima do bumbum e pediu, passa óleo nas minhas costas, estou descascando…. comecei a passar o óleo em seu pescoço e fui descendo e a pele queimada meio que soltava aos poucos, e ela começou a expremer a sua vulva na cama enquanto apertava os glúteos, eu fui ficando sem noção e meu sangue desceu prá cabeça de baixo… passei a esfregar suas costas indo até a bunda, e aos poucos fui sendo permitido em levar meus dedos até a sua vulva gostosa, e peludinha, virgem ainda, e que me foi deixando maluco de tanto tesão, minha mão ficou encharcada do tanto que ela estava molhada, ela é muito linda, e eu dei um beijo em sua nuca, ela virou me segurou e beijou minha boca, foi estranho, quente, pecaminoso, gostoso, tesudo, proibido é melhor… e ficamos num enrosco louco de beijos na boca e mãos sentindo e aprendendo o caminho da felicidade….. ela ficou deitadinha e abriu as pernas, coxas curtas e roliças já que é baixinha, bunda redona e larga, branquinha com marquinhas e seios igual dois cocos de tão durinhos…. beijei minha irmã, chupei, e finalmente nos comemos…. ela me permitiu ser o macho dela e me deu seu cabacinho que se rompeu suavemente na segunda ou terceira estocada, melada, pingando tesão, veio por cima e me comeu com gosto, como rebolava a minha irmãzinha, parecia ter a experiencia de uma puta….escutei dois unicos sons de sua boquinha enquanto fodiamos…… um "aiiii entrou??" e depois ela gozando…ela não gozou com meu pau dentro…depois que eu tirei prá gozar, ela não tinha terminado, assim ela subiu em meu corpo, encaixou meu penis entre os lábios da xaninha, de forma que a glande ficou sob seu clitórias, e ela começou um esfregaço firme e contínuo, onde eu sentia toda a aspereza de sua vulva não depilada no tronco e na parte de baixo de minha glande ela esfregou com maestria e seu gozo foi chegando rápido e o segundo som foi um hummmmm comprido, entrecortado de alguns tremores no corpo até que relaxou sobre mim…. eu covardemente, a virei para o canto, sequei sua barriga, sua vulva, sua bunda, a cobri, dei um beijo e sai do quarto…entre arrependido e gratificado …. minha irmãzinha por mais uns cinco anos transou comigo sempre que queria sexo, até que comecei a namorar firme e ela entre varias crises de ciumes disse que não seria a outra, e que eu comesse a minha namorada…. era muito bom comer as duas… me casei, ela também, há uns dois anos ela se separou e depois do quinto ou sexto mês de separada, me procurou contando da sua vida, e começamos eu e ela uma nova história, que depois com um pouquinho mais de tempo trarei a voces. Incesto para nós não é tabu, é amor, é prazer, é viver com a liberdade que custamos tanto a ter de culturas, dogmas e regras hipócritas.

