História verídica.
Viajei com uma ex-namorada para um vilarejo famoso do nordeste. Pacote de agência, aqueles de uma semana. Na ocasião estávamos juntos há uns seis meses, e ela vinha aprendendo (e gostando) de praticar anal. Disse que eu a ensinei a dar o cuzinho sem dor e que nunca tinha imaginado que podia ser tão bom. Gostava tanto que tinha dias que só queria dar a bunda e nosso ritual ao acordar sempre passava por uma gozada dentro do rabo antes do café da manhã. Sempre que dormia com ela, já sabia que de manhã tinha cu.
Pois bem, fomos viajar. Ao chegar, ela me disse:
– Nessa viagem vou realizar aquela fantasia de dar na rua. Mas eu quero no cu. Quero dar o cu pra você no meio da rua e vai ter que ser essa semana!
Não sou chegado em exibicionismo, e o medo de ser pego e passar a vergonha de ser detido me deixaram apreensivo, sem saber se ia ter coragem de realizar a fantasia dela ou não. Três dias se passaram, até que soubemos que naquela noite ia acontecer um forró ali perto. Cochilamos depois do jantar, nos arrumamos e fomos. Bebemos, dançamos e na volta para a pousada, ela já bem altinha da bebida, me disse que era a hora. Meu coração batia com um misto de tesão e medo, mas topei: ia comer o cu da namorada em público e ia ser essa agora.
O local é um desses vilarejos famosos onde não entra carro, então depois de certo horário as (poucas) ruas do local ficam meio desertas, mas nunca totalmente vazias. Começamos a andar procurando o local ideal, encostamos em alguns cantos e quando começávamos o amasso sempre aparecia alguém, ou passando em frente ou mesmo longe, e isso me quebrava o clima. Pra não deixar esfriar, usei um velho truque que sempre funcionou muito bem com ela: pedi que tirasse e me desse a calcinha. Pronto, endoidou de tesão.
A calcinha estava absolutamente molhada. Até estranhei pois nunca tinha visto daquele jeito. Ela sempre teve muita lubrificação (eu amo!), mas aquela noite era especial. Estava ensopada mesmo.
Encostamos num muro, próximo a uma árvore e subi as mãos por dentro do vestido dela e pude sentir a parte interna das coxas já molhada. Ela escorria de tanto tesão, só por a gente estar se preparando para transar na rua. Eu sabia que não tinha mais volta.
Continuamos andando devagar rumo à pousada e chegamos a uma praça. Ao longe dois casais sentados num banco conversavam e percebemos que do lado oposto algumas árvores poderiam tampar a visão: achamos o local.
Encostei numa árvore maior e ela encostou em mim de costas, suspirando como eu nunca a tinha visto antes. Subi o vestido com a mão pela frente e encontrei a bucetinha como eu já imaginava: muito melada. Ela soltava frases desconexas:
– A cadelinha vai dar a bunda na rua. Minha bucetinha tá piscando… a putinha tá com muito tesão. Quero no cu! Leitinho… Cuzinho…
E suspirava e gemia de um jeito novo pra mim.
– Sua putinha vai dar o cu pra você na rua. Come meu cuzinho na rua, enche meu rabinho de leite. Eu quero… eu quero… me dá leite no cuzinho.
Eu, olhando em volta pra ver se não chegava ninguém enquanto procurava uma posição confortável, continuava tremendo. Perguntei se ela queria dar a bucetinha primeiro e a reposta foi não:
– No cu… me dá… quero no cu!
Fiquei meio sentado, meio de pé, apoiando as costas na árvore maior e comecei a lubrificar o cuzinho com o melzinho da buceta, que não parava de escorrer. Sério, eu nunca vi coisa igual como naquele dia.
Enfiei um dedo, ela gemia, suspirava e continuava falando frases meio sem sentido:
– Isso… no cu… me dá… puta… quero leitinho no cu… vou dar o cu no meio da rua. A putinha quer leitinho quente no rabo… na rua…
Eu molhava os dedos na buceta e massageava o cuzinho por fora, enquanto ia falando sacanagens no ouvido dela, ora beijando, ora mordendo seu pescoço:
– Então hoje a minha putinha vai levar rola no rabinho no meio da rua e vai voltar pra pousada com o cu cheio de leite!
Ela gemia mais alto e pedia: enfia! Enfia logo! Me dá esse pau no rabo!
Molhei bem os dedos uma última vez no melzinho dela, espalhei como deu no pau, ajeitei a cabeça na entrada do cuzinho e nem precisei fazer nada. Ela empurrou o corpo pra trás e mais da metade do pau entrou liso de uma só vez.
Pedi pra ela ficar parada enquanto dava mais uma olhada em volta e pro cuzinho acostumar, antes de começar a bombar, mas ela não me ouvia mais. Tinha perdido o raciocínio. Falava palavras soltas, rebolava sem parar, até que o rabo sugou o pau inteiro pra dentro.
Confesso que até ali não estava tão no clima assim, como disse o medo de ser pego era alto, mas ao vê-la absolutamente descontrolada, rebolando e falando as mais altas putarias enquanto dava o cu na praça foi me deixando mais à vontade até que eu esqueci que estávamos em público e entrei de vez na fantasia.
Comecei a socar forte. Ela então se inclinou levemente pra frente, não a ponto de ficar de quatro, mas o suficiente pra eu poder segurar nas ancas e nos ombros dela e socar como nunca tinha socado um cu antes:
– Você queria dar o cu na rua, sua putinha? Então toma rola no cu!
Ela falava frases cada vez mais perdidas e gemia loucamente:
– Me dá! Putinha… no cu… cuzinho… na rua… leitinho… me dá leitinho quente no cu… quero leite no rabo. Dá leite pro cuzinho da sua puta! Quentinho… leite na bunda… me dá!
Eu disse que só ia dar o leitinho quente pra ela se ela gozasse junto comigo. Eu sabia como aquele corpo funcionava: ela começou a esfregar o grelo e a gemer cada vez mais alto:
– Enche! Enche meu cu! Me dá leitinho no cu! A putinha quer leite quente no cu!
A essa altura eu nem lembrava mais onde estava e senti que o jato estava chegando:
– Você quer tomar leitinho na bunda, sua puta? Então eu vou encher seu rabo de leite! Toma leitinho no cu!
– Enche! Enche! Dá leitinho quente dentro do rabinho da puta! Me dá!
E assim foi: gozei tanto que minhas pernas até fraquejaram. Eu já sabia que ao sentir o calor do jato dentro do cuzinho ela ia gozar. Ela realmente amava sentir o leite quentinho esguichar dentro do rabo e sempre controlava pra gozar nessa hora.
Gozei, ela gozou e ficou (juro!) quase um minuto se contorcendo, até que meu pau foi amolecendo e acabou saindo da bunda dela.
Eu precisava sentar um pouco, minhas pernas tremiam, meu coração batia muito forte, minha respiração estava muito ofegante.
Vesti a cueca e a bermuda. Ela se virou pra mim, disse que me amava e me deu um longo beijo de língua, ainda “escondidos” nas árvores.
Mas eu sabia que aquilo não acabava ali. Pedi pra ela guardar o leitinho todo dentro até que eu a autorizasse a colocá-lo pra fora. Ela deu aquela relaxada nos ombros e abriu um sorriso bem característicos de quando sabia que ia aprontar. Voltamos para o centro da praça, eu precisava sentar.
Ela continuava sem calcinha, e eu disse que ia procurar um lugar para ela agachar e botar o leite pra fora. Sentei no banco e ela permaneceu de pé, com medo de sujar o vestido.
Dei uma boa olhada em volta e vi que estávamos sozinhos. Falei que ela já podia agachar ali mesmo e soltar todo o leite no chão. Fiquei olhando e escutando o barulho da porra saindo com um pouco de ar e pra cara de tesão dela, olhos quase fechados e boca um pouco aberta. Na sequência ela aproveitou pra fazer um xixi, já que estava na posição. Eu assistindo e ouvindo tudo, ainda mole e recuperando a respiração. Que delícia!
Com a porra colocada pra fora, devolvi a calcinha dela e fomos andando, abraçadinhos, de volta pra pousada, sem falar nenhuma palavra, só o carinho do abraço na cintura e o sorriso no rosto.
Chegando na pousada pedi pra ver de perto como o cuzinho tinha ficado: não estava mais aberto mas ainda estava molinho o suficiente para eu tentar dar mais uma gozada lá dentro.
Tomamos uma última cerveja, pedi pra ela ficar de quatro e avisei:
– Agora vou acabar de deixar esse rabo arrombado.
Ela fazia aquela carinha de tesão (olhos quase fechados e boca meio aberta) e falava por entre os dentes:
– Soca! Eu quero!
E soquei. Soquei muito, soquei tudo. Como tinha gozado há pouco tempo, sabia que não ia ser rápido. Fiquei uns bons 20 minutos bombando sem parar naquele cu. De vez em quando tirava pra ver o tamanho do buraco e não acreditava no que via. Ela esfregava a bucetinha, controlando pra gozar só na hora da leitada quente, como gostava de fazer.
Quando eu já estava literalmente escorrendo suor de tanto bombar, senti que a gozada estava chegando. Avisei que ia encher de novo aquele rabo de leite e gozamos juntinhos novamente. Caímos cada um para um lado da cama, exatos, ofegantes, felizes, sem precisar dizer uma palavra.
Não me lembro quanto tempo ficamos acordados, não deve ter sido mais do que cinco minutos. Acordei já com o sol batendo na janela e a visão daquela mulher maravilhosa do meu lado, de bruços, pelada, com o cuzinho ainda avermelhado e aquele volumão da buceta mais úmida que já conheci na vida.
No ano seguinte nos separamos mas ela sempre terá seu espaço na minha memória e nas minhas punhetas. E essa é a nossa história mais doida – e olha que tivemos várias.
Obs.: a foto não é minha, só coloquei para vocês terem uma noção da minha visão naquele dia.
--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?



Que experiência deliciosa!
Belíssima experiência, uma pena não estarem juntos, uma mulher com essa fome de anal é raro.
Já fiz isso
dlç
E uma delícia comer uma mulher na rua da maio tesao fazer isso
Parabéns… comer cuzinho sempre mto bom!!!
Se esse é o cu dela, está bem arregaçado.
Já fudi em local público assim e foi uma delícia, na ocasião foi com uma ficante, fomos para uma praia e tava meio deserta, então comi a bucetinha dela ali mesmo, e em outro momento masturbei ela em uma praça pública com algumas pessoas sentadas em outros bancos. Adorava essas putarias.
Tenho vontade de fazer o mesmo, só falta a oportunidade.
DELICIA!”!!!!!!!!!!!!!!
Parabéns vc escreve muito bem. Meu deixou com tesão louco.