Só pessoas que sentem atração por sexo incestuoso vai me entender. Se não curte, melhor nem terminar de ler essa confissão.
Confesso que tiro casquinha da minha mãe enquanto ela dorme. Minha mãe é uma mulher bem jovem, bastante atraente. Moramos sozinhos, sou filho único e meu pai faleceu quando eu ainda era mais novo, eu não tive qualquer relação paternal presente em minha criação.
Quando iniciou a fase da minha puberdade, passei a frequentar sites adultos, em alguns deles vi diversos contos, vídeos e HQs com a temática de incesto. Antes disso eu não tinha a menor ideia de que pessoas praticavam esse fetiche tão tabu. Eu tenho uma mãe que, além de ser jovem, ela se cuida bastante, faz academia, exercícios domésticos etc. Criou-se em mim um certo desejo insano e incontrolável por ela, já não a via mais como minha mãe.
Sempre que ela chegava da academia (com roupinhas coladinhas e provocantes), meu pau já ligava o sinal de alerta, e só sossegava enquanto eu pegasse uma calcinha usada dela e masturba-se. Sempre gozei discretamente nas roupas íntimas dela, e minha mãe nunca demonstrou perceber isso.
Teve um dia que percebi que o sono dela é muito pesado. Ela estava dormindo no quarto dela e, o celular dela, com um toque de alarme altíssimo, ao ponto de acordar até vizinhos, tocou por diversas vezes, e nada de ela se mexer. Eu fui lá, desliguei o alarme, chamei ela diversas vezes e nada… Então resolvi deixar ela lá quieta dormindo, e ela acordou-se espontaneamente umas 3 horas depois.
Fiquei pensando naquilo o tempo todo, e dizendo a mim mesmo: "essa é sua única chance". Então, teve um dia de sexta, em que ela tomou umas por aí, chegou em casa grogue pra caramba e foi dormir de camisola só com a calcinha por baixo.
Eu esperei uns 30 minutos antes de colocar meu plano em prática, segurando a emoção e certificando que ela não iria acordar de maneira alguma, já que sem álcool já possuía um sono bastante pesado.
Fui para o quarto dela, abri a porta e lá estava ela dormindo de ladinho aos roncos e ainda com um pouco de odor do álcool. Deitei ao lado dela na cama, do lado em que a bunda dela apontava pra mim. Comecei a tocar nas partes não comprometedoras do corpo dela, para que, caso ela acordasse, eu tivesse uma boa desculpa, para dizer que queria estar ali ao lado dela e dando carinho de filho. Mas na verdade isso não passava de um teste. Ela passou no teste, nenhum sinal de reação por parte dela. Então fui direto para o mata-mata! Comecei a acariciar as coxas delas de maneira lenta e cuidadosa por debaixo do camisola… Fui subindo, subindo, até que encontrei sua virilha e depois sua bucetinha e seu rabão de costas pra mim cobertos pela calcinha… Coloquei a calcinha dela de lado com uma das mãos e comecei a tocar com os dedos da outra mão por dentro da bucetinha dela, e nada de ela dar qualquer sinal.
Esse foi o teste definitivo. Então resolvi seguir adiante na ousadia. Me levantei, fui para frente dela e coloquei meu pau pra fora, fiquei esfregando na parte de fora da boquinha dela, e como ela tava roncando muito, nem tive o trabalho de abrir a boquinha. Na medida em que ela abria a boca pra roncar, meu pau entrava lentamente, da cabecinha até a metade, e eu ficava ali pressionando meu pau contra a boquinha dela devagarinho. Foi uma das melhores sensações da minha vida! Meu pau ficou todo lambuzado com a saliva da minha própria mãe, é uma sensação magnífica para o amante do incesto.
Depois de terminar o boquetinho, levantei a camisola dela e ela ficou com a parte de baixa toda despida, somente a calcinha protegendo a bucetinha ali. E nada de dar sinal de que iria acordar. Eu coloquei a calcinha dela de ladinho, me agachei sobre ela, abri a bucetinha dela inteira e dei uma bela cuspida na parte central. Mesmo sendo experiente, a bucetinha dela é mais apertada do que de muitas meninas iniciantes, por isso achei melhor lubrificar e evitar acidentes. Enquanto isso, meu pau já estava bastante lubrificado com a saliva do boquete dela.
Fiquei por detrás dela e comecei a penetrá-la, era uma sensação ainda mais magnífica! Penetrar a bucetinha por onde nasci e por onde meu pai vivia metendo e gozando. Quentinha, lisinha, apertadinha e bem rosada, uma delícia de ppk. Fui metendo, metendo… Até que cheguei em um ritmo onde senti vontade de gozar, mas achei melhor não gozar dentro, pois ficaria o flagrante por ali… Como só tem eu e ela na casa, ela iria matar a charada na hora! Fui prudente, me controlei e não gozei dentro. Tirei pra fora, virei ela de frente pro teto e gozei na barriga dela, lugar onde julgava que seria mais fácil de limpar a porra sem fazer alarde. Fui no banheiro pegar papel higiênico e limpei tudo, sem deixar nenhuma gota de porra e nenhum rastro, somente o cheiro de sexo permeava o quarto, mas ela não iria sacar.
Foi depois disso que me viciei nessa prática, e sempre que as condições estão favoráveis pra mim, eu repito isso. Podem me dizer: "ah, é falta de mulher?", Não! Me considero um cara jovem, de boa aparência e com condições de fazer isso com consentimento de uma garota bonita e gostosa. Mas, sou apaixonado pela minha mãe e por esse fetiche tão tabu do incesto.

