Eu confesso que sou pervertido sexualmente. Quando ainda era um pré-adolescente, esperava minha mãe dormir, principalmente depois que ela enchia a cara de cerveja e ficava enfiando mão na buceta dela. Eu tinha entre 10 e 13 anos. Dormíamos eu, meu avõ e ela no mesmo quarto. Morávamos em uma casa simples de um único quarto, sala e cozinha. Na realidade, ela era minha mãe adotiva – mulher do meu avô, mas eles já não transavam fazia anos. Eles curtiam muito beber umas cervejas de vez em quando. Ambos tinham um sono muito profundo. Então quando ela enchia a cara, eu esperava que pegasse um sono bem profundo, chegando a roncar mesmo. Começava a alisar a sua bunda, passava a mão nos lábios vaginais e quando dava, enfiava minha mão inteira na bucetona dela. Ela era uma negra com uma bundinha da hora e eu vivia excitado pensando na ideia até que um dia depois de ela tomar todas criei coragem e comecei a abusar da xota dela. Não me lembro por quanto tempo fiz isso. Só me lembro que era bom demais. Eu nem batia punheta ainda, mas ficava de pau duro sempre que cometia esses abusos. Sei hoje que isso é classificado penalmente como abuso. Na época, não sabia nem queria saber de nada. Era uma delícia. Pena que não deu para lamber a buceta peluda dela. Não dava nem para ver, já que dormíamos todos no mesmo quarto. O máximo que fiz certa vez, foi cutucar o cuzinho dela, mas não cheguei a penetrà-la, pois tinha medo que acordasse.
O tempo passou, cresci, casei, fui embora da casa dos meus pais.
Casei com uma moça, linda e muito gostosa, mas que não era muito chegada em sexo. Tanto que demorou para ela me liberar a perseguida. O máximo que fazíamos era esfrega-esfrega e sexo oral, mas mesmo assim ela era muito puritana, um verdadeiro saco. Não demorou para que eu começasse a meter uns chifres nela. O tempo passou e eu já estava de saco cheio. Só liberou para mim depois de quatro anos de casados e mesmo assim era um sexo muito porcaria. Nada de sexo anal, oral muito ruim. Ela adorava meter de quatro. Eu também gosto, mas ela nunca mexe, quem mexe sempre sou eu. Enfim, nossa vida sexual nunca foi das mehores. O tempo passou, fiquei desempregado de uma empresa que trabalhava há muitos anos. Foi nessa época que me enchi de vez e resolvi partir para cima dela. Um belo dia, após o namoro feijão com arroz resolvi que iria enfiar o dedo no cu dela. E enfiei mesmo. Ela tentou escapar, mas não teve jeito. Enfiei um com tudo enquanto ficava em cima dela. Ela reclamou que estava doendo, mas quanto mais ela sentia dor, mais eu tinha prazer em enfiar o dedo no rabo dela. Não contente enfiei o segundo. Aí ela conseguiu escapar de mim. Ficou chateada um tempo. Brigamos, mas passou uns dias e quando ela pensou que eu esqueci a ideia. Comecei tudo de novo. Só que eu não queria só meter no rabo da minha esposa, eu gostava de lamber ele também. Ela odiava isso.
Comecei a pegá-la de jeito, quando as crianças iam para a escola ou quando estavam dormindo. Agarrava-a a força tirava a calcinha, dava uns tapas na bunda dela, mandava ela abrir as pernas e começava a lambuzar a minha língua naquele cu preto delicioso. Gostava mais ainda quando ela tinha acabado de ir ao banheiro.Eu ficava doido de tesão por aquele cu preto e fedido.
Uma vez disse a ela na maior cara de pau que estava com vontade de enfiar o dedo no cu dela. Ela duvidou. Peguei-a de jeito coloquei-a de bruços, sentei em cima das costas dela, abaixei os shorts e a calcinha e fiz o que prometi.
Uma outra vez, estávamos só eu e ela em casa e pedi que ela abaixasse a calcinha para que eu tirasse fotos da sua bunda. Ela relutantemente aceitou. Daí aproveitei e abusei um pouco mais. Pedi que ficasse de lado e abrisse a bunda para eu poder tirar foto do cuzão. Ela obedeceu. Percebi que estava morrendo de medo. Quanto mais medo ela tinha, mais excitado eu ficava. E eu fui sincero, sempre disse isso a ela. Então, mandei ela ficar de bruços e abrir a bunda que eu iria lamber o cu. Ela disse que não. Dei um tapão naquela bunda gostosa e ela abriu. Não tinha jeito, tinha que fazer o que eu queria. Caí de boca com o pau muito duro. E o mais interessante era que a minha tara sempre foi vê-la dando aquele cuzão para outro na minha frente. Só para terminar, abusei daquele cu, na sala, na cozinha e terminei no banheiro. Só lambendo mesmo. Ela não deixou mais eu penetrar com os meus dedos. Gozei eu cima dos seus peitos.
Há pouco tempo. Coisa de ano e meio, confessei que queria ser corno dela. Ela ouviu a minha tara atentamente e não recriminou, só disse que isso nunca ia rolar.
Foi então que ela entendeu a minha falta de reação quando me contou certa vez que o marido de uma vizinha a havia encoxado na sala da casa deles já estando casada comigo. Senti o maior tesão quando ela me contou isso, só não tive coragem de confessar que gostei na ocasião. De lá para cá, sempre imagino minha esposa dando para outro mais do que antes. Ela saber, para mim, é melhor ainda. Mas ela não gosta que toque nesta fantasia quando, raramente, temos alguma intimidade. Aliás, nosso casamento está uma merda.
Mas voltando às minhas taras, acho que sempre tive vontade de ser manso. Inclusive da minha mãe. Fantasiava que ladróes entravam em casa e a estupravam na minha frente. Minhas fantasias incluiam também uma ex-namorada muito gostosa que eu tive. Era um pirainha de primeira. Vai ver que é por isso que dei asas a minha fantasia.
Espero um dia encontrar uma mulher que goste de me colocar muitos pares de chifres.

