Eu confesso que contei pra minha namorada que sinto tesão pela mãe dela durante uma foda. Minha namorada, como eu previa, gostou. Com um ano e dois meses de namoro descobri que era corno. E de dois. Acontece que ela era novinha, e virgem. Não tinha dado para nenhum, mas tinha punhetado um deles, como fazia comigo. Eu descobri e fiquei puto, até falei para a mãe dela, que "fingiu" não saber de nada. A mãe, de fato, acobertava a filha. Não larguei porque estava quase comendo ela. Um mês depois, com medo, ela deu pra mim. Foi muito bom, pois ela era muuuito desinibida. Fazia caras e bocas, e gozou pela primeira vez na vida comigo. Metíamos muito, todas as vezes que nos víamos, e ela gemia demais. Maior tesão da minha vida. Seis meses depois, fodemos na casa dela e, no dia seguinte, ela me liga, preocupada: "Minha mãe descobriu que não sou mais virgem, e disse que vai me bater". Peguei ela na escola e a levei para casa. Chegando lá, estava a mãe dela, com a camisinha usada na mão, pedindo explicações. Notei que não tinha mais porra nela. Enfim, as coisas passaram. Uma semana depois, chega a namorada dizendo que a mãe dela queria saber qual o tamanho do meu pau. E ela me disse assim, normalmente. Achei estranho uma mãe perguntar isso à própria filha. Isso logo me fez pensar: "Será que no episódio da camisinha ela tocou em minha porra? No mínimo, ela viu…" Senti-me como se estive nu diante da sogra, afinal ela viu minha porra. No geral, ela não mudou suas atitudes. Ficava com a filha dela no quarto como antes. E fodíamos, claro. Passa mais uma ou duas semanas e a namorada vem com outra conversa. "Minha mãe disse que eu não posso morrer sem conhecer outro pinto". Saquei que ela não sabia do caso da punheta. Eu já sabia que a mãe dela só tinha dado para o marido. Mas fiquei com muita raiva da sogra, já que a filha namorava. Ou ela estava dizendo para a filha me largar ou estava dizendo para me trair. Enfim… Não demorou muito, coisa de 4 ou 5 meses e comecei a suspeitar que eu estava sendo corno. Recado estranho no celular. Brigamos. Reclamei e, no auge, perguntei se a mãe dela estava ajudando ela, se ela estava conhecendo o tal do outro pinto. As duas conversaram e a mãe veio tirar satisfações comigo "Você falando de mim? Você fica lá com as suas putinhas e vem comer minha filha? Você come ela aqui em casa e…" Nessas horas a pessoa diz qualquer merda. Achei que, para não ficarem atrás, partiram para um ataque sem noção. Virei-me para ir embora e a sogra correu em minha direção me segurando. "Eu sei que você ama minha filha, ela precisa de você, não largue ela, mesmo que você tenha outras, mas fique com ela". Outras? Cada uma… Não larguei, mas não engoli. Em determinado momento, ela me disse: "Você não sabe o que se passa na cabeça de uma mulher". Resumo das próximas semanas: raiva da mãe, desconfiança e fodas loucas e iradas com a filha. Não preciso dizer aqui que comecei a sentir tesão em ser corno, mas não confessava. Imaginava mãe e filha confabulando para me enganar. A raiva da mãe se transformou em tesão, especialmente quando eu lembrava do caso da porra, do tamanho do pau, etc. Um dia, estávamos fodendo e eu dizia a ela: "Safada, você fica aí, trocando mensagens com outros… Você e sua mãe, te ajudando. Corno eu sei que sou, mas corno da tua mãe, não esperava. Safadona. As duas. Fala pra ela o tamanho do pau que tá enterrado na sua boceta. Aproveita e diz que a filhinha dela, quando dá o cu pra minha, caga no pau. Duas safadas. Se disse isso pra ela, ela não vai dormir. Vai pensar em mim e na sorte que você tem. Quer saber de uma coisa? Quer? Já ando sentindo tesão pela sua mãe, aquela bunduda gostosa. Vou gozar metendo em você mas pensando ela…" E gozei forte. Ela também gozou. Logo depois, a conversa morreu. Só que foi tão boa a ideia que fizemos a mesma coisa mais umas quatro vezes. Da última, logo que comecei com a estória, ela me disse: "De novo?" E eu: "Não quer, desculpa", e ela: "Não, não, pode ser". E confessei a ela que tinha cheirado a calcinha da mãe dela dias antes (fato). Daí, foi só bobagem. Eu, que era corno de outros, ela, que era corna da mãe, já que me emprestava pra ela… E essa desconfiança na minha cabeça: será que a sogra quer? Será que devo?

