Eu confesso que sou o corno da confissão 101.614. Teve mais coisas que eu adorei – O Carlos, amante de minha esposa Ilma, entrava no quarto, ela deitada de bruços., ele levangtava o vestido, ela ficava com a bunda de fora. Ele colocava a calcinha dela dentro da regada e metia o dedo no cu dela, que ela se encolhia, mas só fazia sorrir. Com o tempo, ele foi ficando indiscreto. Um dia, na frente do Amaury, um adolescente de 18 anos que trabaljava comigo, ele botou a mão de Ilma (minha esposa) em cima do cacete dele e disse: Olha como tá dura! Aí pegou na buceta dela e disse – Que bucetão gostoso! Estou a fim de comer uma buceta. Outro dia, na frente da irmã dela, ela perguntou a ele Já estás de pica dura a essa hora? Ele botou a rola pra fora e falou – Quer chupar? Uma noite que viajei, um rapaz abobalhado dormiu lá em casa e no dia seguinte na casa dele, falou pras irmãs, na frente da mnha mulher – Eu ontem ví o Carlos comendo o cu de Ilma. Vi ele metendo a pica na bunda dela. Elas sorriram e disseram – Zeca, para com isso. Ele disse – Eu vi Carlos comendo a mulher do Valdir. E eu adorei. Depois desse dia, ele me dizia – Tu é um cormo. E como eu gostava! Queria contar tudo o que vivií no ano que fui corno! Como eu queria repetir tudo!

