Contei meu drama d pai na confissão : 184936 -Disse que o destino me reservou uma boa.
Santos SP 2015, verão super quente. Casamento da minha pequenina, festa de arromba, bufet boulevard. Muito chic.
Não vou me estender. Forte chuva na noite da festa, eu pessoalmente iria leva-os a s um hotel reservado em Guarulhos, para dali seguuirem viagem para Cancun, num vôo com sai da marcada para segunda feira 12h.
Como disse a tempestade assustadora, me amedrontou nos dá viagem, tive então ideia de sugerir que formassem em casa.
Minha casa tem frente pra duas ruas. No fundo um edícula com suíte na estava devidamente preparada para um irmão que veio a Santos para i casório. Fakei com a esposa que tranquila disso que os acomodados o cunhado com a esposa em casa , a suíte ficaria para os noivos,.
Deixamos os convidados no fim da festa, levei os noivos na casa, entrei com carro pelos fundos, desceram, e eu entrei na minha casa, minha Gil Hg a me liga , pedindo Ota levar. Uma pequena mala que estava no carro, subi a escada bati na porta o "gigante" veio atender, disse que a menina estava no bbanho, pude ver por sobre o ombro do genro, o vestido branco da noiva jogado sobre a cama, me ascendeu novamente a preocupação, como será que um "negão"( modo carinhoso como tratamos o recém marido da nossa pequenina) fara para descabacar a menina, que foi feita a minha,.
Despedi meio sem graça, depois de entregar a mala, ai sair pela varanda, em uma janela semi aberta, vi os jovem arriando as calcas e pegando uma toalha para o banho, olhei direção a porta do banheiro, a gazelinha estava saindo envolvida numa toalha que lhe cobria do kkk Rio das coxas ate aos pequenos seios, não resisti a curiosidade de seguir bisbilhotando, o grandão entrou para a ducha e a pequena desenrolou a toalha, simplesmente linda, peladinha, um pequeno tufo de pelos escuros entre a pernas, peitinhos delicadamente eriçados, uma bundinha caprichosamente arredondada, fiquei doido com a visão, perdi a noção do momento, encantei me quando vi a camisolinha cor de rosa, deslizou por aquele corpinho, cobrindo dos peitinhos ate a altura dos joelhos, lindíssima assentou na borda da cama colocando um dos pés para enxugar entre os dedinhos, no movimento de tricar os pés, as pernas abertas permite a visão maravilhosa de uma bucetinha cor de rosa destacado no meio dos pentelhos negros, eu não imaginava que podia existir coia mais linda, tudo dentro de uma moldura de pureza de menina d e licada.
Acordei do "sonho" quando o brutaminte sai do banheiro completamente pelado, cabelo molhado, peito Peluso, com uma toalha enxugando o próprio corpo.
Minha filha de pé, arranca um assobio de admiração do marido ai vê-la na camisolinha transparente, ela também parece encantada com a nudez total do rapaz, ele abraça-a por trás, colocando as mãos e alusando suavemente os pequenos seios, noto que a garota extremesse, cerra os olhos, leva as mão atrás e puxa mais o corpanzil do homem atraindo para sua delicada nadega, ficam ali se acriciando por algum tempo, como se estivessem explorando o que não era ainda conhecido. Eu da janela boquiaberto. Esquecia que tinha de voltar ao local da festa, sou obrigado a confessar, excitado constatei uma adolescente ereção, não queria pensar em nada, só queria olhar pra dentro de novo.
No interior do quarto o casal agora estava de frente um para o outro, beijaram longamente nos lábios, de repente se afastam, a garota mais brancas, dedos longos, que eu sempre admirava no tecclado do piano, agora seguravam um enorme falo, escuro cheio de veias cabeceira brilhante e parecia incrivelmente duro, não sei precisar em medida, mas posso conparar, não sei se pela cor, a uma garrafa de coca cola, 300ml, no comprimento e na grossura, assustei e pensei, vai matar minha pequena filha, mas nasce o que ela pensava, com um sorriso nos lábios vi minha pequenina, perguntar para o brutamontes se podia colocar a boca, no que ele consentiu, abaixada de pernas abertas ela começa beijando segu err lamvendo toda extensão, molha com sua saliva e depois tenta fazer o que parece impossível, colocca a cabeçorra com dificuldade, chupa como um bebé faminto, o grandão retorse, a garota, vê se no intervalo das mamadas,um sorriso de infinito prazer. Agora mudou o homem lvanta a garota com movimentos suaves, suspende a camisola, parece não acreditar ser o dono de tanta beleza, ergue ela colocando- assentada numa cômoda mais alta, por alguns segundos fica olhando o meio das pernas, os ágeis dedos abrem os lábios vaginais, como se fosse mesmo, um exame ginecológico, olha sorrindo para esposa, ouço a fala, meu amor, numa tive duvida da sua virgindade, estou deslumbrado de ver pela primeira vez, essa pelinha esbranquiçada, e ela responde, e sua meu amor, sempre esteve guardada para você, o beijo na bucetinha molhada fez barulho eu ouvi, era a vez da magrinha retocer e rebolar, a língua fez a garota gemer alto, eu, na tocaia, quase desmaiei, por algun tempo vi i homenzarrão lamber minha filhinha. De novo ele carrega a garotinha nos braços, como se fosse uma pequena boneca, beija-a, e olhando dentro dos olhos dela, escuto ele falando, fique tranquila meu amor serei super delicado, ao que ela responde, já deitada de pernas abertas, fique à vontade meu preto, estou me preparando para este momento a muitos anos, colocando uma das mais na bucetinha e a outra segurou o enorme pênis.
Eu da janela, como que desperto de um sono de fantasia, disse ora mim mesmo, que não estava direito estar ali, naquela hora, sai devagarinho pra não fazer barulho, dando a última olhada, pude ver as delicisas pernas branquissimas da minha filha abraçar a cintura negra do genro gigante, a enorme bunda com movimentos suaves. Em meio a essa cena ouvia a doce voz da minha menina dizendo , não para, dói más esta bom demais.
Fui embora mais tranquilo.

