Eu confesso que depois que meu novinho me comeu de jeito, mal podia esperar pra sentar numa vara de novo. E aquela proposta, deixar o vizinho me comer pra ele assistir… Claro que fiquei insegura e assustada, iria dar pra um estranho, mas quando vi a foto dele fiquei logo ouriçada. O vizinho era jogador de futebol, devia ter entre 18 e 20, nem quis saber a idade, ele parecia ser gostoso e tinha uma cara de safado… Marquei na minha casa, esperava ansiosa por eles quando meu novinho chegou sozinho, e logo me disse que o vizinho chegaria em seguida. Conversamos um pouco, trocamos uns beijos e alguns toques, quando ele pediu que eu lhe trouxesse água. Fui a cozinha e quando voltei o vi deslizando a mão naquele belo mastro. Soltei a água e tirei meu short e calcinha de uma só vez, minha fome de pica era tamanha que apenas coloquei os joelhos no sofá, de pernas abertas sobre ele e sentei, engolindo todo aquele pau. ‘Vai com calma senão não sobra pro vizinho’ disse ele, apenas ignorei e passei a subir e descer cada vez mais forte e mais rápido quase saltando naquele delicia de 22 cm, mas antes de gozarmos, ouvimos a campinhia. Levantei e fui atender, so com uma regata que mostrava bem o contorno dos meus mamilos dos mamilos. Pelo olho mágico reconheci o vizinho, um belo moreno. Abri o portão, ao me vez semi nua, ele levou alguns segundos pra reagir e entrar, tive que me esconder atras do portão e fechá-lo rapidamente pra que ninguém na rua visse… Ele olhava meio incrédulo e ao mesmo tempo quase me comendo com os olhos. Ele tinha belas pernas, cara de homem e safado, mas sem pêlos no rosto e logo mais eu descobriria que assim como o novinho, tinha poucos pêlos no corpo tambem. Entramos, os amigos se cumprimentaram, meu novinho sentou numa outra cadeira e disse: é toda sua. Eu não discordei, ele logo veio em minha direcao, tirou minha blusa e começou a beijar, chupar e dá pequenas modidas nos meus peitos, senti sua mão descer por minha barriga até minha xana e ouvir ele dizer ‘deita que adoro cair de boca numa lisinha’. Deitei no sofá, ele afastou minhas pernas e com a pontinha da lingua percorria minha buceta de cima a baixo, massageando no clitores e enfiando o máximo que conseguia. Não preciso dizer que nessa altura eu ja soltava gemidos, quando ouvi outro e lembrei que não estávamos sos… Meu novinho se masturbava lentamente no canto da sala. Quanto mais eu sentia prazer, mas ele sentia e quanto mais via ele gostar, mais me soltava. ‘tira a roupa e me dá logo esse cacete, quero engolir ele todo.’. Não precisei pedir 2 vezes, o vizinho ja estava de pé na minha frente, sem camisa, revelando um tanquinho lindo, com as calças nos joelhos e uma rola dura e erguida apontando na minha direção. Ele não era tão bem dotado quanto o meu novinho, mas sim, era grande e mais grossa, com veias e muito rígida. Tentei colocar o mais fundo que consegui, mas sempre que estava chegando ao tálo daquele pau, engasgava e voltava com mais gana. O novinho ria, ele estava gostando do meu esforço. ‘Acho que não cabe aí, vamos tentar em outro buraco’, o vizinho falou rindo. Ele me ajudou a levantar, me colocou de frente pro sofá ficando por trás, levantou uma de minhas pernas e apoiou no acento do sofá. Bateu forte na minha bunda e disse que queria me ouvir pedindo rola, eu ja estava louca. ‘Quero rola… Me fode!’ antes que terminasse a frase ele empurrou minha cabeça pra baixo me deixando toda empinada e bem aberta com a perna em cima do sofá. Com ele eu não precisei pedir pra não ter pena, ele empurrou com força e de uma vez. Socava forte, me puxando pelo quadril, eu mesmo passava os dedos no meu grelo gemendo e as vezes quase gritando… Percebi de relance que meu novinho não estava mais na punheta, mas aquela vara continuava firme. ‘Não para!’ disse pro vizinho, mas ele tinha gozado e sentou-se do meu lado. Olhei pro novinho que ja vinha até mim. Ele sentou-se e disse: é isso que você quer? Segurando um pau grande e bem erguido. Continuamos o que estavamos fazendo quando a campanhia nos interropeu, uma boa cavalgada. Quase esqueci do universo em cima daquele pau, quando fui trazida de volta por um toque na minha bunda. ‘Ele disse pra fazer o que eu quiser lembra?’ disse o vizinho enquanto passeava seu dedo do meio ao redor do meu cu… Não acredito que a primeira vez, vou levar uma tora dessa no cu, pensei. O novinho me puxou mais pra cima dele, dando espaço pro vizinho se preparar pra atolar no meu cu, eu ja estava molinha de tesão então me deixei levar. Ele foi um pouco mais gentil do que com a minha buceta, ou apenas estava bem apertado, colocou bem devagar a cabeça e foi afundando aquele troco aos poucos. Doeu, mas o tesão era maior, gritinhos meus sugiram misturados com os gemidos, o que fez os dois se empolgarem e aumentarem o ritmo. Meu novinho gozou muito e como ele estava sem camisinha, senti a porra quentinha descendo por minhas pernas. Um orgasmo super intenso pecorreu meu corpo, um choque em cada musculo, uma contração pelo corpo e lá estava eu, caida no sofá ainda gemendo baixo. ‘Que é isso gata, quero gozar em você’ disse o vizinho. As palavras quase não sairam, mas respondi: descanso. Ele sentou do meu lado, e com delicadeza me puxou pro seu colo, me beijou ardentemente, o que surpreendeu, e disse olhando nos meus olhos ‘você me pediu pra não parar!’. Ele mesmo me colocou sobre seu pau, segurando-o firme, acertou minha buceta e deslizei sobre ele até que estava todo dentro de mim. Nem sabia que aguentava mais, achava que ia desmaiar, meus gemidos mal saiam mais, mas eu estava gostando. Ele segurava minha cintura pra me fazer subir e descer, descer e subir. Eu mal mantinha os olhos abertos, mas queria ver o que o novinho estava achando. Ao olhar pra ele descobri que ele estava duro de novo e se masturbava com muita vontade. Respirei fundo e consegui dizer pros dois ‘os dois… Buceta… Eu quero… Fuder muito… Dois paus… Dois paus’. O vizinho parou, me apertou ao corpo dele e sem tirar sua rola de mim ele deitou no sofá comigo sobre ele. O novinho foi por tras, primeiro ele tentou colocar um dedo, depois outro e ai senti um queimor intenso, como se rasgasse… A cabeça estava entrando, o vizinho mexia lentamente e o prazer amenizava a dor. ‘Mais… Mais…’ era o que eu conseguia dizer, tremendo e me contorcendo enquanto os dois quase sincronizados empurravam e puxavam seus paus atolados na minha buceta. Minha vista escureceu, devo ter apagado ou perdido os sentidos por alguns segundos, ou mais… Ja percebi meu novinho vestido do meu lado, acariciando meu cabelos. Ele me disse que os dois gozaram e o vizinho ja tinha ido, mas se chamasse, com certeza ele voltava. Novas experiências eu disse, nao quero repetir nada, quero coisas novas. Ele sorriu, disse que ia pra casa, antes de sair tocou de leve na minha xana, o suficiente pra em me contorcer e soltar um gemido. Era como se eu tivesse super sensível. Levei uns dias pra me recuperar, e meu novinho disse que pra compessar e agradecer, me surpreenderia com uma nova experiencia. Vai rolar amanhã, será surpresa, mas não vou resistir e vou contar pra vocês!

