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Continuação II

Eu confesso que continuando a narrativa 101593 algum tempo depois conheci uma pessoa que se chamava Antonio. Nesta época eu tinha uns 17 anos. Antonio era um homem de uns 55 anos e que era quem fazia a alegria da rapaziada naquela época, porque não era como hoje em que a meninas trasam desde novas e então os rapazes recorriam aos viados e entre eles o Antonio. Eu também vez ou outra comia o Antonio. Certa vez eu estava transando com ele, que pegou a minha mão e levou até o seu pau. Tinha algum tempo que eu não pegava num pau. Resisti. Numa oportunidade a seguir, aconteceu outra vez, ele pegou minha mão e levou até o seu pau, desta vez não ofereci resistência, como fazia algum tempo que pegava um pau, fiquei acariciando e punhetando aquele pau e achei muito bom. E ficou nisso por umas cinco vezes. Até que um dia, num quarto que ele usava em uma padaria que trabalhava, ele virou pra mim e disse, hoje vou comer seu cuzinho. Eu disse que já tinha algum tempo que fazia isso e ele me falou que não me preocupasse, pois trouxe uma pomadinha para lubrificar. Já estavamos nus, começamos uma bela sacanagem. Ele me colocou de bruços e foi acariciando minha bunda, pegou a pomada foi passando no meu cu, enfiando e tirando o dedo, depois colocou mais um dedo, confesso que doeu um pouco e foi assim me excitando. Fez ainda que chupasse bastante seu pau, que estava duro feito uma rocha. Pediu para eu ficar de quatro na beirada da cama, colocou a cabeça do pau na portinha do meu cu, que já piscava de tesão, foi então forçando um pouco até que a cabeça passou. Ardeu um pouco, foi aos poucos colocando tudo dentro, até que senti seu saco, nas estocadas que dava, batendo na minha bunda. Foi aumentando os movimentos e na hora que ia gozar, pediu que eu deitasse e pos todo o peso do seu corpo sobre mim e gozou feito um bicho, pude sentir sua porra invadinho meu cu. Ele gostava de gozar assim, ficava todo em cima de mim, literalmente todo sem se apoiar em nada. Durante uns quatro anos fomos amantes, até que eu conheci a que hoje ainda é a minha mulher e quando me casei não tive relação com homens durante muitos anos. Mas nunca esqueci o Antonio, ele já faleceu faz tempo, mas até hoje me lembro e muito de nossas sacanagens. Em outra confissão vou dizer como voltei a me relacionar com homens. Bjs.

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Escrito por Anônimo

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