Eu confesso que depois que conheci minha mulher e vivemos juntos até hoje, deixei de querer transar com homes. O Antonio até ali, foi o ultimo. Acontece que após 25 anos de casamento minha mulher ficou com a saude debilitada. E certa vez, caminhando pela praia de Itaparica em Vila Velha, lá tinha num canto da praia, todos os dias a noite, um encontro de gays, vi então um cara deitado de barriga pra cima com uma pica enorme, dura, linda. Todo o meu pasado vei a tona. Cheguei perto do cara e perguntei se podia peghar um pouco. Ele me disse, claro, peguei então e comecei a punhetar. Ele me disse dá uma chupadinha, a principio disse não, mas não resisti, comecei a mamar aquela pica com muita voracidade. Neste ponto o cara falou, deita aqui do lado, quero te comer. Eu resisti, disse não, até porque era um pau bem grosso e eu estava desacostumado. Continuei chupando aquela pica e aí ele anunciou o gozo. O cara começou a chorrar em minha boca muita porra, como foi gostoso, quando acabou, vestiu a bermuda e disse que ia embora, voltei lá umas poucas vezes, peguei em outras pica, dei algumas chupadas, mas não dei o cú, apesar dos machos ficarem querendo me comer. Resisti. Essas foram as primeiras transas após este longo pertiodo de hibernação. Acretido quando dizem que não existem ex-viados, não gosto muito que me chamem de gay, gosto que me chamem de viado. Depois vou continuar contando como tudo voltou acontecer.

