Eu confesso que fui corno. Levei chifre mas não foi traição, pois não só autorizei como também incentivei e participei de todo o processo. Eu dividi a minha esposa. Um vizinho namorou minha cunhada, começou a frequentar a minha casa e se apaixonou por minha mulher. E minha esposa ficou louca pelo rapaz. Ele já era vivido, pois sendo solteiro, tinha já dois filhos de mães diferentes. Quando a minha mulher revelou que estava a fim dele, eu disse que fosse em frente e tivesse um caso com ele. A única condição foi que eu assistisse ele comendo ela, e acompanhasse todo o desenvolvimento. Como sou romântico, recomendei que fosse devagar, criando o clima, pra dar mais sensação. Ela começou de forma sutil, sentando e mostrando a calcinha. Fazendo perguntas indiscretas, como por exemplo, o que fazia ele ficar com tesão, se já tinha comido mulher casada, se batia punheta. Nos fins de semana íamos ao clube e ela chamava ele pra dançar e se esfregava no pau dele. Ele foi entrando no jogo e vinha do dancing para a mesa com a rola dura, sem esconder. Mostrei a ele o que pensava numa noite que bebíamos em nossa casa, ela com um conjunto de saia e blusa, e ela ficou embriagada. Aí eu disse a ele que não fosse embora, que ela iria abrir as pernas e mostrar a calcinha. E que ele não precisava disfarçar nem olhar para o outro lado. Que aproveitasse bastante. E assim aconteceu. Ela sentou no meu colo, de frente pra ele, e foi escorregando para o tapete e abriu as pernas e ele se deliciou, vendo o fundo calça branca dela. No fim de semana seguinte, fomos para outra cidade e os pais dele e a irmã ficaram lá. Ele voltou sozinho. Eu, de propósito, fiquei lá também e mandei minha mulher pra casa, pra eles ficarem a sós e a vontade. No dia seguinte, perguntei a ele, na frente dela – E aí, Ricardo, tu comeu a Ilma ontem? E aí, Ilma, foi boa a trepada? Como foi? Aí ele disse que dormiu na nossa casa. Que Ilma foi tomar banho e ele entrou no banheiro e ficou olhando ela nua, o corpo maravilhoso, os peitos de fora, a buceta molhadinha. Aí tirou o short e a cueca ficou com a pica dura de fora e foi passar sabonete nela. Alisou a bunda, pegou nos peitos, nas coxas e meteu-lhe a vara debaixo do chuveiro. Aí eu disse – E agora, porque tu não come ela em nossa cama? Eles foram pra o quarto, e acompanhei e assisti a ele comendo ela devagar, os dois gemendo de tesão e gozaram juntos. Aí eu comi ela na frente dele, ela chupando o cacete dele e levando minha vara. E ficaram amantes, curtimos bastante os três. Ela chupava a pica dele, ele gozava na boca dela. Esfregava a pomba no rosto dela, e ela esfregava a buceta na cara dele. A cidade toda soube e eu nem liguei. Quando ele foi embora em busca de emprego em Brasilia, acabou o caso, mas ele ainda comeu ela em umas duas vezes que veio de férias. Não houve outros, embora eu quisesse. Ela o esqueceu, mas quando trepamos ainda relembramos. E hoje moramos em outra cidade, sempre nos encontramos e curto muito quando ele conta a alguém, em minha frente, como comia minha esposa e como ela tem a buceta gostosa e como chupava o pau dele. Ele canta ela mas ela não quer mais. Eu adorei o chifre, e adoro ser corno. Mete-lhe a pica, Ricardo!

