Eu confesso que tenho saudades do tempo que minha mulher teve um amante. Ela teve um caso com um amigo nosso. Eu percebí que ele estava querendo comer ela, e notei que ela também queria trepar com ele. Aí falei pra ela que não tinha problema, que ela, assim como eu comi outras mulheres depois de casado, ela, que caou virgem, também tinha direito a experimentar a pomba de outro homem. Aí dise a ela pra ir em frente, conquistasse o cara, fudesse com ele, que eu não tinha nada contra. Incentivei ela a provocá-lo, dar a entender que queria ele, e ao mesmo tempo fui deixando ele à vontade, dando a entender que o campo estava livre. No icicio, ela sentava de saia, com as pernas um pouco abertas, pra ele ver a calcinha. No clube, ela chamava ele pra dançar e dançavam coladinhos, ele esfregando a pomba na xoxota dela. Uma noite, quando ele chegou, eu fui perguntando – Já viu a calcinha de Vera hoje? E levantei a saia dela pra mostrar. Na noite seguinte, ela estava no quarto e o chamou pra conversar lá no quarto e foi trocando a roupa na frente dele. Quando estava de cfalcinha e sutiã e o pau dele endureceu, ela olhou e perguntou – Já está assim, de pica dura? Ele pediu – Tira o sutiã. Ela tirou e ele se aproximou e apalpou os peitos dela. Eu, já com a rola muito dura, completei – agarra ela, rapaz! Ele abraçou ela com força e meteu o beijo na boca. Eu fei=chei a porta do quarto e ele olhou para mim e só confirmou – vou comer agora! Tirou o short, ficou com vara quase rasgando a cueca lycra, botou a chibata pra fira. Tirou a calcinha, deixou ela e montou! Pronto! Meu sonho foi realizado. Quando eles gozaram, eu comí ela na frente dele. Depois eu disse que ele ficasse à vontade. Quando estívessemos somente os tres, ele não tivesse qualquer cerimonia, nem na linguagem nem nos atos. Ela também fazia a parte dela. Perguntava a ele – Tá a fim de priquito hoje? quer uma bucetinha? às vezes ele botva a mão ela na pomba dura e perguntava – Vai querer pica agora no tabaco? Ou então botava o pau duro pra fora e oferecia – Dá uma chupadinha. Tomavam banho juntos, ele ensaboava ela. Ele dava dedada nela, enfiava o dedo na buceta. Gozava na boca dela. E eu sempre comia ela depois, na frente dele. Na cidade pequena perceberam, mas não liguei. Fui corno, era e sou feliz. Até hoje sou amigo do cara que comia ela. Foram 6 meses eles trepando e eu assistindo. Comeu ela em pé. Mamou nos peitos. ela chupava ele, ele chupava ela. Era um triângulo perfeito, sem ciumes, sem problemas. Se ela ainda quizesse, ainda viviam juntos. Ele vive cantando ela, mas ela não quer mais, por razões religiosas. Ainda mostra a calcinha pra meus amigos, fica pelada na frente dos cunhados, eles gostam que ela vejam eles de pau duro, mas trepar não mais. Que pena!
Que vontade de levar chifre outra vez!

