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Cura gay: é crime? existe? faz sentido? Ser gay é doença ou depende?

É um assunto muito delicado.
Nâo estou aqui para discutir se é ou não é, se deixa ou deixa de deixa. É um desabafo e um ponto de vista, conselho, auxílio. Ao invés de comentar em todos os tópicos, vou criar um. Você não precisa concordar, como não concorda com tudo, pode fechar a guia ok? Obrigado, sem ofensas, e liberdade de expressão.
Existem vários tipos de gays. Existe o tipo que se apaixona por homem, o que desde criança se veste de mulher e quer fazer tudo que as mulheres fazem. Existe o curioso. Existe o safado. Existe o que nasce semelhante a mulher, corpo feminino, hormônios, etc. Existe o perturbado. E existe o viciado.
O meu tipo começou com o curioso, depois safado, depois viciado. Entretanto, vertentes dizem que isso não é ser gay, "autopenetração" com objetos. Tenho minhas dúvidas… e rio das defnições. Já transei com homens, gostei muito, mas não do homem inteiro. Não sou gay. Sou casado, nem gosto de homem. Minhas práticas não serão de muita utilidade informar aqui. Mas sim minhas conclusões. Acho que muita gente já viu isso ou já experimentou. O lance é que a coisa evolui, se você forçar. E com muita muita dificuldade, regride, involui. Porém, da mesma forma que a mente aberta para uma idéia jamais retorna ao seu tamanho original, a experiência provada jamais é esquecida. Isso é um problema.
Por um lado, não existe prova científica de que o homossexualismo seja doença, nem sequer que ele exista geneticamente. Nem é tratada como tal pelas vertentes psicológicas. Eu me olho no espelho e vejo um sujeito homem, que gosta de mulheres, da forma como vim ao mundo. Porém, com um problema muito sério de gostar muito de uma rola bem grande e grossa. Felizmente ou infelizmente, não saio com homens ha anos.
Minhas conclusões são curiosas, mas fundamentadas. Já estive num grupo do Alcoolicos Anônimos, como acompanhante pois não tenho e nunca tive problemas com álcool. Mas veja só: todos os sintomas, comportamentos, tendencias, são semelhantes. E ninguém em sã consciência assume que o alcoolista deve continuar sendo porque o corpo PEDE e EXIGE, e que isso é natural, veio ao mundo assim. Quem conhece alcoolatras e alcoolistas sabe a dimensão do que eu estou falando. E qualquer ser humano com conhecimento social mediano sabe que vidas são afundadas por esse problema do álcool, e que muita gente é mas não sabe disso, e todos tratam como se fosse algo natural. Só vira drama depois que o cara vende tudo na vida e afundou tudo aíii começam a perceber o tamanho da bosta. Mas já está feita. Até lá, tudo ok, certo? Parece pelo menos.
Da mesma forma que muita gente bebe álcool e muita gente é dependente, nem pode passar pelo corredor de bebidas, e muita gente não bebe álcool, penso que o problema de alguns, senão da maioria dos casos de vontade de dar o cu seja semelhante.
Um dia tentando me livrar de um usuário de crack na frente da minha casa, eu perguntei se ele ia usar, ele falou que era só uma diversãozinha, que não dava nada, que não fazia mal a ninguém, e justificado, convencido de que era só isso, não conseguia observar de um contexto maior o mal qu estava se afundando.
Digo isso porque já tive muitos problemas na vida por causa disso. Alguém pode dizer que se eu assumisse e virasse gay eu não teria os problemas. Claro, minha vida seria outra, teria perdido 100% das opções que tive, e teria outras 100% que desconheço, porém, não sei dizer se seriam melhores ou piores. Mas teria perdido sim, algo. E conheço bem o mundo gay pra opinar que, não, muito obrigado. Prefiro o hetero.
O usuário de crack não via problema, para ele é só um diversãozinha. Uma vez trabalhei com um gay que fazia uma oraçãozinha dizendo que era um pecadinho que não fazia mal a ninguém. Coincidências… Uma biritazinha também não faz mal a ninguém. Eu já bebi MUITO. Hoje, evito MUITO. Bebo cerveja? Raramente. Vinho? Bebo mais que cerveja. Destilado, raríssimo. Diria que não sofreria se pra sempre não bebesse mais. Nunca usei crack. Já usei maconha. Já provei cocaína, benzina, ácido, já fumei orégano, e outras folhas pra ver de dava alguma coisa. Dá pra ver que eu era meio retardado e queria provar tudo né? Também foi assim com o lance sexual.
A história de como começou não interessa. Tive história de como começou as drogas e isso não define se eu uso ou não; São escolhas, não determinações do "destino". O caso é que tenho muita dificuldade em parar de vez (masturbação, autopenetração com objetos, pornografia na internet), e entendo, como entendo o alcóolatra que declara nas reuniões que caiu e encheu a cara, e então não pode mais dizer "estou ha 25 anos sem beber uma gota de álcool", e "só por hoje, não bebi". Não acho nem saudável, nem certo, nem recomendável o que faço, e tento parar a todo custo. Mas a palavra correta, que não falei ainda, é que esse tipo de atividade semelhante ao homossexualismo é um vício. E não adianta chorar, argumentar, justificar, etc. É simplesmente um vício, como o álcool e o crack. Dá muito prazer, sim, como o álcool e o crack. O corpo pede, a alma pede, a sociedade induz, as circunstâncias te empurram. Como o álcool e o crack. E dá sindrome de abstinência parar? Sim. Todas as características são semelhantes, em todos os aspectos. O problema, é que não existe dano aparente, pelo menos se você souber ser um viciado discreto. Assim como não existe para o alcoolatra e para o usuário de qualquer droga, discretamente vivendo em sociedade. Grupos defendendo o uso e hábitos existem para tudo nesse mundo. Então, na verdade não há justificativa que impeça, salvo duas em particular: a biologia, que é meio polêmica porque os casos de homossexualismo em animais são estudados em circunstâncias não aplicáveis a humanos ou não aplicáveis a ideais naturais perfeitos. E a religiosa, que prefiro não entrar nesse assunto, porque é óbvio que para o cristisnismo, e é dessa que estou falando, o homossexualismo não é recomendado, apesar de não existir segundo a própria bíblia, ser humano perfeito, e segundo a mesma, apenas Deus pode julgar de forma favorável o ser humano.
Fora o fato de ser um vício, podem existir alguns elementos agravantes. Talvez, e é uma hipótese que estou estudando, o café seja um estimulante não só psicológico mas talvez orgânico ao homossexualismo e a vontade literal de dar o cuzinho. Talvez, e essa é uma hipótese quase certa, o álcool remove a percepção de certo/errado e é muito mais fácil ao lokinho de goró sentir vontade de chupar uma piroca e dar o rabo, e fazer muitas coisas que não faria jamais em estado saudável pleno. Digo por experiência própria: outro motivo pelo qual não bebo mais e não ando com quem bebe.
O problema do homossexualismo enrustido, ou essa coisa de enfiar objetos no cu e se masturbar pensando que é uma pica cheia de veias toda gostosa e carnuda, latejante e com saco gostoso batendo forte (ah amigos, eu sei do que se trata a imaginação…) é que causa muitos problemas. Se você tem um relacionamento, acredite, isso tem 100% das características de uma traição, se a pessoa não souber. E portanto, é uma traição, com objeto. A masturbação em si não é coisa muito boa, apesar de quase obrigatória fisiologicamente. A pornografia, é a merda resumida: ver putaria na internet é o que vai fazer você se ferrar. Começa ali, quando você vê, já está pensando mil besteiras que não conheceria se não tivesse APRENDIDO ali. E pouca coisa da pornografia é natural, ou digamos, existiria se não houvesse uma cultura (e cultura não é o mesmo que natural!) acumulada de experimentos e avanços sobre os limites da saúde mental e corporal. É, um buraco de experimentos de prazer e dor, até onde o sujeito quase morre ou se fode totalmente socialmente e psicologicamente, ou financeiramente. Esse é o limite, ou não? Nâo existe limite. Existem nichos cada vez mais estranhos, fetiches e como se diz em psicologia, perversões (termo técnico!) e que algumas pessoas vão se enfiando por curiosidade sem fim até o ponto em que a sexualidade normal não é mais suficiente nem excitante. Aí… caminho sem volta. A pessoa está num buraco de doença sexual e psicológica incurável, porque, como diria Oliver Wendell Holmes Sr., A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original, seja isso uma coisa boa ou ruim. Quase como o ânus… (não consegui evitar a piadinha haha)
O maior problema dessas atividades é que tornam o sujeito desinteressado por belezas mais sutis da alma e da personalidade, coisas que deveriam ser comuns e aprazíveis tornam-se desinteressantes. Isso não é inteligente. Porque vão se rareando e tornando-se doentias as fontes de prazer, em nichos sociais cheios de problemas e manias, cuidados e especificidades que são intoleráveis ao restante da sociedade. Você vai escolhendo tornar-se um excluído, anormal, um disgeusico no sentido existencial da coisa. Seria isso inteligente? Jamais.
Desses hábitos decorre a perda de interesse por atividades com família, amigos, parceiros e parceiras, cultura, entretenimento e muitas outras coisas. A pessoa torna-se pornográfica de corpo e alma, o tempo integral, e torna-se insuportável em pensamentos e ações quotidianas, de forma que somente pessoas do mesmo tipo a toleram, só que não. A tolerância ao semelhante também passa a ser um tédio, uma monotonia sem tamanho. Somente a expressão do prazer com dor fisiológicas e psicológicas, na profunda loucura da pornografia passam a ser desejáveis e úteis: sintomas de todo vício encaminhado para drogas cada vez mais pesadas. Heroína, crack, krokodil, pornografia…
Não cheguei a esse ponto, pois luto contra meu vício ha muitos e muitos anos. Confesso que sou desleixado, mas vejo que as pessoas em geral são muito mais e abandonam a batalha e se entregam de joelhos à derrota, mergulham de cabeça acreditando que são aquilo que parecem ser, como se a condição do vício fosse uma tipologia de ser humano natural e socialmente aceitável.
Outro problema é que existe uma onda de movimentos sociais contra tudo e todos, a favor de tudo e todos, e etc. Agora, é proibido que o errado seja errado, que o inaceitável seja inaceitável. Daqui a pouco teremos passeata de criminosos políticos contra a criminofobia. Você pode não concordar com tudo, então releia o texto do começo por favor. Entretanto, nem tudo é aceitável, mesmo que estejamos praticando. É necessário reverter a situação, em nós para começar. Tudo isso é como comida: é delicioso pudim, coca-cola, chocolate aos montes, sorvete pizza e etc o dia todo todo dia. Mas no final, obesidade mórbida não é legal. E depois ficam morrendo de recalque quando alguém super saudável e delicia passa exibindo pernas torneadas de musculação. Comer doce chocolate etc não tem problema, só que algumas pessoas atingem nível olímpico de qualidade de alimentação. Isso te ofende? Então é inveja. Só que é chato fazer musculação e ter regras na vida né? Então, sexo é a mesma coisa. As regras são para te proteger, não para te restringir. Tudo nos é permitido praticar, mas nem tudo nos convém. Podemos fazer tudo, mas nem tudo está livre de consequências devastadoras, mesmo que por um tempo pareçam ser inofensivas.
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Escrito por Anônimo

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