Eu confesso que quando tinha 18 anos tive vontade de experimentar sexo gay. Marquei de estudar na casa de um colega da faculdade que achava que era gay, e fui pra passar a noite. Bem, efetivamente estudamos, fui tomar banho, e ele depois tomou também. Quando ele voltou do banho, de toalha, deitou na cama, e eu exclamei sem pensar: que porra de bunda gostosa é essa, caralho!
Ele ficou pasmo. Levantou e eu disse: e, aí, vair rolar? Ele me perguntou se eu era gay, esse tipo de coisa. Deixei bem claro que estava ali pra comer ele. A partir dali, as coisas mudaram. Ele sentiu o meu interesse, e ele realmente era gay. Foi pro banheiro, se preparou e voltou.
Quando voltou, eu já tava de pau duro, de camisa no pau. Pedi pra ele deitar como estava antes. Passei a mão na bunda dele, e ele passou a mão no meu pau, ficou de joelho e deu uma chupada rápida. Ele deitou de bruços, e eu enfiei a porra atrás. Até que entrou mais fácil do que dizem. Passei uns 10 a 15 minutos botando e tirando. Não foi muito bom. Aí ele mudou de posição, ficou na beira da cama de barriga pra cima, pés pro alto. Foi bem melhor. A trepada fluiu muito mais gostoso. Bombando deu pra pegar o ritmo. Depois ele voltou a deitar, agora de lado, e eu atrás dele. Trepamos mais uns 10 a 15 minutos, e eu acabei gozando.
Nunca vi um homem com uma bunda tão gostosa. Carnuda como de uma mulher. Foi o único que transei. Nunca repeti porque tinha medo dele querer me enrabar de volta. Depois disso, comecei a namorar uma menina na faculdade, e ficamos juntos 5 anos. Como ele era amigo dela também, nunca contou pra ninguém sobre aquela noite. Por sinal, nós dois fomos bem na prova do outro dia.


Quase sempre é na faculdade que surgem essas curiosidades!