Olá, não tenho a quem contar, mas ainda estou em choque. Trabalho viajando, e fui após Natal cumprir minha agenda de clientes. Ao chegar no hotel, como de praxe, a tarde e fui tomar uma cerveja ali mesmo. Não tenho hábito de ir a bares ou sair a noite. Nisso conheci o Márcio, senhor moreno, e começamos a bater papo, sem pretensão. Ele muito agradável e ficamos ali por bastante tempo. Ele me ofereceu tomar algo mais forte, aceitei, e começamos a tomar campari com a cerveja. Nada fora do normal. Até que fui ao banheiro. Nesses mijadores em pé. Ele entrou em sequência, divisórias baixas, foi ao meu lado e até aí sem novidades. Mas olhei e vi como era grosso. Do tamanho do meu, uns 16cm, mas muito, muito grosso. Parecia uma lata de refrigerante. Não consegui tirar os olhos de admiração. Ele riu, e terminando de balançar, falou: já viu um desse? Balancei negativamente a cabeça sem graça, e mantive a postura, mas a imagem não saia da cabeça. Voltando a beber ele começou a contar vantagens sobre seu pau, a todo tempo frisando: você viu bem como ele é né? E eu comecei a afirmar que sim. Fomos novamente ao banheiro, bebido mais que de costume, ele novamente tira aquela rola fora do normal pra fora. Mijamos e ele perguntou: quer balançar pra mim? Fique sem graça, ele muito calmo, educado, falou: pega, senão depois vai ficar com a curiosidade. Não sei o que deu em mim, mas peguei, a mão mal fechava, e balancei, varia vezes, que a cabeça aparecia conforme os movimentos. Nessa ele já colocou a mão na minha bunda e disse: bate uma vai. Sem conseguir negar comecei a bater, e ele já com a outra mão foi abaixando minha cabeça. Fiz que não, mas ele foi gentil, calmo, e dizia vai descendo no sem tempo. Quando não tive mais forças abocanhei. Suado, salgado, diferente, mas gostoso. Chupei quanto consegui e ele mandou parar que podia entrar alguém. Fomos ao bar, ele pagou toda conta e disse, vamos subir. Chegando no seu quarto, simples de hotel, ele tirou a calça, ainda de trabalho, e falou, vem aprender. Chupei muito, engasgada, e tentei agradar. Foi quando ele levantou, foi ao banheiro e pegou o condicionador e falou: isso aqui vai servir. Na hora gelei,mas fui tirando a roupa. Ele veio com carinho, com os dedos, e me colocou de costas em seu colo. A rola esfregando na porta era gostoso e o medo ainda me gelada, mas ele me fazia sentir seguro. Mandou me agachar, e ele lambuzou meu cuzinho de condicionador e encaixou na porta de meu cuzinho aquela rola. Disse que não tinha pressa, pra curtimos o momento. Falei que nunca tinha dado, e ele falou que comeu muitos, pra confiar. Meu corpo cedeu um pouco e entrou a ponta, a dor era grande, mas também queria satisfazer ele e não deixar ele na mão. Ele fazia um movimento suave, devagar, mas começou a bombar cada vez mais rápido. Até que me puxou e gritei, como doía, ardia, queimava, ele perguntou: agora já não é mais cabaço, quer parar? Neguei e pedi pra só ir devagar. Ele foi me virando até ficar de 4. Começou um vai e vem, que começou a ficar gostoso apesar do ardor. Quando o caminho estava aberto ele nem perguntou, começou a socar, socar, e num urro gozou. Sentia os jatos em meu cu. Ficamos ali deitados, ele já me chamando de bichinha, mas pediu antes. Pra terminar, ele falou que tinha que experimentar, logo, lavou e voltou. Mamei muito e ele na punheta terminou em minha boca. Engoli, ele falou: podemos brincar quando quiser. Falei que ia embora no outro dia mas trocamos número para falarmos de nossas viagens com o combinado de não dar bandeira. No outro dia, doía, e na cueca, sangue com porra se misturava. E espero o reencontrar na próxima.




Delicia
Que delicia!
passa-o contato dele para mim
Aventura
É gostoso, mas perigoso sem proteção.