Eu confesso que, tinha vinte um anos e sai da minha cidade para tentar a vida em São Paulo, ao chegar lá fui morar numa pensão onde ficam vários rapazes no mesmo quarto. Ao chegar fiquei num quarto aonde só tinha um rapaz, Jorge, moreno alto forte corpo atlético, e não me fiz de rogado, fui logo ficando a vontade, andava o tempo todo de cueca e as vezes ficava nú na frente do Jorge. Com o tempo fomos ficando mais próximos, eu sempre tive o habito de depilar todo o corpo, e isso sempre salientou as curvas do meu corpo. Certa oportunidade após ter saído do banho encontro Jorge trocando de roupa e completamente nú, quase cai duro, eu nunca tinha visto um pau tão grande, e estava duro, Jorge me olhou, viu que eu estava enrolado na toalha, me fazendo de desentendido, virei de costas e deixei a toalha escorregar lentamente e me abaixei para colocar as cuecas.
Neste momento Jorge diz para mim Alberto, nunca te disseram que tum tem uma bunda bem feminina, não me virei, pois ia dar bandeira, fiquei exitado na hora, e respondi e tu gostou, Jorge mais que depressa, mas meio embarassado, a sim, é bonita, mas eu nunca tive uma relação com outro homem. Já vestido me virei e disse não fica nervoso as coisas acontecem quando tem que acontecer e quando um não quer dois não fazem. Naquela noite o dono da pensão nos apresenta um outro jovem o Manoel e diz esse será novo colega de vocês. Nisso Jorge diz to de saida Alberto, venho tarde. O recém chegado se poem a arrumar as suas coisas no roupeiro e me pergunta como é o comportamento no quarto, se nós andavamos nús ou sempre de roupa, mais que depressa eu fui tirando a minha roupa como se tivesse a recem chegado e fui logo disparando, aqui é a vontade, fui ficando nú logo, logo, eu costumo andar assim sempre e Jorge não fica bravo, Mais que depressa Manoel ficou nu na minha frente, um homem moreno baixo bem atarracado, mas com um pau descomunal, devia ter uns 25 cm, e aquela benga ficou balançando na minha frente. Não perdi tempo fui logo mostrando meus atributos, 110 cm de quadril, de uma pele morena, peitinhos salientes, bunda totalmente depilada, cobiçavel. Manoel pergunta pelo banheiro e após ter tomado banho retorna e ainda nú me pergunta não te encomodo ficando nú, de imediato respondi que não, que só dava prazer ver aquele monumento. Fui com sede ao pote e Manoel mais de que depressa me pergunta se sou Gay. E eu lhe respondo não, eu apenas gosto de fazer sexo com rapazes, dar e sentir prazer, não sou bixa, não ando travestido de mulher na rua só gosto de um bom sexo, chupar um bom caralho e dar o cú bem gostosinho. manoel me pergunta se sou ativo ou passivo, eu lhe respondo que sou passivo. E ele diz que bom! Mas é uma pena que estou muito cansado pois se não ia traçar essa bundinha hoje.
Eu lhe pergunto mas por que não? Me aproximo dele e agarro aquele cacete enorme, pulsante, e agarrando com as duas mãos coloco na boca e com alguma dificuldade vou engolindo aquele mastro aos poucos, cada vez vai ficando mais gostoso mais grosso, mais duro, mais melado e delicioso. Fazia muito tempo que eu não tinha relação com alguém, já estava até tomando uns remédios para dormir. Mas voltando ao assunto estavamos naquela situação eu desejoso para sentar naquela vara gostosa, Manoel se levanta e pega umj frasco de gel KY me lambuza o cú coloca uma camisinha e quando encosta aquela cabeçorra na porta do cú da uma forçada para dentro, eu já sentindo o anel do cuzinho se abrindo com um pouco de ardor devido o tamanho da cabeça caralho que latejava nas minhas pregas, ouvesse um barunlho na fechadura da porta. E se deu a correria, mas que depressa nos deitamos, Manoel conseguiu se cobrir e eu que não tive tempo fiquei deitado de bunda para cima, Jorge chega com uma cara frustada e eu lhe pergunto, não vinha tarde, é deu problema vim mais cedo, e pergunta. Atrapalho alguma coisa, e de imediato disse não. Jorge senta do meu lado na cama e se recosta no meu corpo e desabafa, pô meu fui mete uma mina ai e ela me deu bolo, to eu ai cheio de tesão com o pau batendo no peito e a mina fura.
Jorge, estava desinludido, inconsolável, se ajeita melhor e colocando a mão sobre o meu quadril sente a minha bunda e discretamente da uma alisada, e diz mas que pena, e logo hoje temos companhia. Fiquei emocionado, o cú piscava louco de vontade de dar para um daqueles pissudos e um empatava o outro, Manoel enterrompe e diz se vocês não se importarem vou dormir, estou cansado, podem continuar conversando. Jorge apaga a luz do quarto enquanto acendo uma luz de cabeceira muito fraca bem tenue, Jorge tira a roupa e fica nú, estava uma noite muito quente, mas ele inconformado vem se sentar a meu lado e continua a contar sobre a namorada que furou, a sua emoção é tanta que o pau endurece e eu ali admirando aquele ebano negro em riste na minha frente e não podia fazer nada. Manoel deitado na sua cama de costas, não via nada, me virei de bruços na cama e Jorge ali falando, e falando e aos poucos senti que ele me alisava suas mãos grossas percorriam a minha bunda, alisava com força, um dedo forçava o meu cú, mas já era tão tarde que eu nem respondi estava com muito sono, nisso Manoel se vira na cama e Jorge ele foi deitar.
Peguei no sono naquela posição que estava, bundinha para cima já lambuzada de gel e piscante. Ja fazia um tempo que estava dormindo e muito sonolento sinto que alguém me acaricia a bunda, um dedo suspeito invade meu cú, depois mais um e mais um pouco de gel, mas o sono é tanto que não consigo me virar, sinto um peso nas costas duas mãos abilidosas abrindo minha bunda e um cacete estava invadindo o meu cú com uma força sobre humana, rebolo um pouco e sinto que ele me invade totalmente, estou exausto, desejoso de prazer, mas mal consigo mexer, para sentir o prazer, mas foi muito rápido e já sinto aquele leite quente jorrando dentro de mim, parece que iria terminar ali, mas aquele macho estava com tanto tesão que continuou me socando muito forte, com muita vontade e eu acabei adormecendo em baixo daquele macho gostoso, com o meu cú atolado por um cacete enorme grosso e delicioso. No outro dia acordei todo laciado e lambuzado de porra e não sei pra quem eu dei, e nem tive coragem de perguntar quem me fizera aquele favor. Mas a partir daquela noite, passei a dormir nú e o meu comedor soturno sempre retornava para se deliciar no meu cú e prazeirosamente me encher com aquela porra quente.
Pensei em não tomar meu remédio e ficar acordado para ver quem era o meu cumedor, mas resolvi respeitar a sua vontade, mesmo acordado nunca procurei ver quem era, só aproveitei o prazer que ele me dava. Acho que ele nunca desconfiou de nada, eu já esperava ele com gel no cuzinho e era só ele apontar o cabeção que eu rebolava feito uma égua no cio enquanto ele empurava para dentro do meu cú, então eu ter idéia do que acontecia, o meu cumedor soturno era insaciável, metia vara no meu rabo e não tiva enquanto não gozasse pelo menos três vezes, e sempre no outro dia eu me acordava todo laceado com o cuzinho ardido, mas muito satisfeito.

