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Dei para um Africano

Olá meu nome é Caio e sempre tive vontade de dar para um Africano, pois dizem que são bem dotados.
Era um sábado a tarde e fui ao centro de São Paulo beber uma cerveja e lá no bar tinha um Africano bem jovem bebendo ao lado. Quando ele foi ao banheiro fui atrás, ele estava mijando fiquei ao lado dele e tentei pegar no pau dele e ele tirou minha mão, fiquei na minha, mas ele não saia do banheiro ai ele falou em uma mistura de português e francês que na sua cultura o viado quando sai com um Homem, sendo a primeira vez desse casal, tem que passar pelo ritual da "morte da donzela".
Fiquei curioso e fomos para a mesa para ele me explicar.
No primeiro encontro o "viado donzela" tem que implorar para o macho come-lo, é como uma aceitação por parte do passivo concordando com tudo que o macho fará com ele.
Aí o macho amarra o pau e o saco de uma forma que o passivo não sinta dor e nem tenha ereção.
Aí coloca o passivo na posição de morte da donzela, o nosso frango assado aqui.
Fomos para o hotel e na recepção o rapaz entregou as chaves e disse: boa sorte não adianta gritar aqui.
Chegando no quarto ele me fez ajoelhar e implorar para que ele me comesse, sendo que ele fez um sinal de aceitação, ai ele disse : daqui pra frente só obediência para mim, e eu concordei.
Ele tirou do pulso uma braçadeira que era uma cordinha de couro e fez um laço bem estranho e prendeu meu pau e meu saco, sendo que nessa hora senti como eles estivessem adormecidos, realmente não senti dor.
Ele me colocou na posição na cama e chegou bem perto de mim e mostrou sua enorme língua a qual tinha um "pircing" e logo foi em, direção do meu cú e cuidadosamente foi lambendo e enfiou-a de uma só vez.
É incrível com esse tipo de amarração o cú não tem contração fica totalmente aberto ficando a mercê dele, o macho.
Após um longo tempo de linguadas ele perguntou se eu queria descansar um pouco pois o próximo passo já era a morte da donzela somente parei um pouco para descansar a coluna da posição.
Já recuperado ele novamente fez com a língua e disse " chegou a hora" estava gelado mas confiante nele pois me passava segurança.
Ele me abraçou firmemente com seus enormes braços e me imobilizou.
Ai ele não usando nenhum gel ou saliva enfiou sorrindo para mim quando a cabeça entrou senti muita dor e gritei e ele ria com gestos de que não iria tirar.

Foi enfiando e senti suas bolas encostar em mim, ai foram as bombadas mas incrível a dor parou e eu queria mais, durou uns 5 minutos quando ele ofegante disse uma frase que não entendi mas percebi a camisinha estufar dentro de mim, ai ele disse para mim "morreu a donzela".
Ele me pegou nos braços e me pois ao lado dele me acariciando refazendo meu conforto.
Depois de algum tempo fez eu fazer uma chupeta e gozou muito na minha boca.
Mandou eu lavar bem a boca e voltar para a cama.
Retirou as amarras e deixou eu descansar novamente.
Tomamos banho e fomos para o bar novamente, ele disse que gostou de mim e queria repetir sendo com meu consentimento só que dessa vez já seria da forma convencional como se eu fosse a esposa dele.
Ele disse que só poderíamos repetir daqui a 30 dias por respeito a minha recuperação conforme sua tradição e questões religiosas.
Ele vem todos os dias me visitar e logo faremos de novo.

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Escrito por Anônimo

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sou massoterapeuta safadinho.