em

AMOAMO

Deixei um negro pauzudo me arrombar

Confesso que a curiosidade me fez acabar entregado meu cú para um negro comedor que me arrombou todo. No caminho para o trabalho eu passava por uma padaria no centro da cidade e o tal cara negro sempre mexia comigo e prometia que se eu deixasse, ele me arrombaria o cú todo.

Sofri assédio desse cara por quase 4 meses consecutivos, até que um dia eu parei e pedi pra ele parar com aquilo pois estava ficando chato. Ele nem ligou pro meu pedido e aproveitou que eu o respondi e pediu que eu lhe desse uma única chance e eu não iria me arrepender e sempre ia querer pau no cuzinho.

O atrevimento era muito grande, o cara não queria nem saber se eu era pelo menos viado e dali pra frente só piorou. Um dia ele me fez passar a maior vergonha e mesmo acompanhado de uma colega de trabalho,  o cara falou comigo como se já tivesse me comido alguma vez, morri de vergonha e resolvi dar um basta.

Fui até ele e falei que não era viado e se ele não parasse com isso eu chamaria a polícia e o denunciaria. O desgraçado esperou eu me afastar um pouco, me assobiou e mandou a seguinte frase: Ok então, quando você sair do trabalho eu te pego.

Eu não sabia o que fazer e minha amiga Roberta soltou um risinho me olhando e não falou mais no assunto.

Quando estava saindo, eu dei de cara com ele na porta do prédio me esperando e como Roberta vinha descendo logo atrás, não queria que ela o visse me esperando, pois seria quase impossível explicar que o cara era um lunático.

Pedi a ele para sair dali, mas ele queria me deixar numa situação díficil e no meu desespero, implorei para ele sair dali comigo. Vendo meu desespero, ele perguntou o que eu daria a ele se ele aceitasse sair dali comigo?

Eu já perendo o controle da situação, prometi que faria qualquer coisa se ele resolvesse sair dali comigo. Ele disse: Tá bem, vamos sair daqui. Mas lembre-se que você prometeu que me daria qualquer coisa que eu pedisse?

Eu falei tubem bem, mas vamos logo. Eu no desespero ainda o peguei pela mão e puxei. A cena era ridícula, eu saindo de mão dada com um negão, como se lele tivesse vindo me buscar na saída do trabalho.

Eu esperava não ter sido visto por nenhum conhecido.

Quando já tinhamos dobrado a esquina, percebi que estava de mão dada com ele e resolvi soltá-lo. Mas pedi para irmos pra outro lugar qualquer. Ele perguntou se eu queria ir pra sua casa ou pra um motelzinho.

Não acreditei que tinha ouvido aquela pergunta, mas queria ir pra bem longe dali e perguntei onde era a casa dele. Eu queria me livrar de qualquer flagrante de um possível conhecido. Depois que eu estivesse longe pensaria em outra saída.

Então pegamos um Uber e fomos para a casa dele. Minha ideia era deixá-lo lá e ganhar um tempo para inventar uma desculpa para encontrá-lo um outro dia e ter tempo de fazer uma denuncia formal por assédio e consegui uma medida protetiva contra ele.

Mas chegando no local, ele ameaçou fazer um escândálo. Logo o motorista do uber nos colocou pra fora e eu estava passado  maior vexame em frente a sua casa. Resolvi ceder e eu mesmo pedi para a gente entrar pra resolver longe das vistas de pessoas estranhas no meio da rua.

Precisava me livrar daquela situação vexaminosa. Então ele aceitou e me recebeu em sua casa já com uma cara de safado. Sorrisinho de canto de boca e eu já tremendo de tanto medo por estar sozinho com aquele negão tarado.

Eu comecei a pedir pra ele entender a minha situação, pois eu não era viado e não queria me envolver com ninguém. Ele retrucava e falava que claro que eu era um viadinho e só estava com medo de ter relação com ele por ele ser negro e pobre.

Eu falei que não tinha nada haver ele ser preto ou pobre, apenas eu nunca tinha dado o cú pra ninguém e nem tinha vontade por não ser viado.

Ele falou, você pode confiar em mim, vamos pelo menos tentar e se você não gostar eu paro na hora e deixo você ir embora na boa.  Como você sabe se não gosta mesmo se você nunca deu o cú. tenta pelo menos.

Eu fique em silêncio e ele viu que havia alguma possibilidade de eu ceder. Então começou a tentar me converser p pelo menos ver o pau dele pra saber se eu tinha vontade de experimentar.

Eu falei, não quero ver nada, eu tenho certeza que não gosto de pau cara. Ele falou, olha pelo menos, já falei que se você não gostar eu deixo você ir embora. Eu pensei e como tinha certeza da minha sexualidade concordei dele me mostrar o pau então, mas fui firme que ele tinha que respeitar minha vontade. Ele mais uma vez concordou.

Ele então falou que ia colocar o pau pra fora. Eu falei que tudo bem. Ele soltou o botão da calça, abriu o ziper e arriou a calça atpe os joelhos. Enfiou a mão dentro da cueca box preta que usava e sacou pra fora uma rola preta, grossa e grande demais. Não podia acreditar que aquilo existisse de verdade.

Eu estava invrédulo e minha reação foi de espanto. Boquiaberto e hipnotizado diante dauqele membro gigantesco.

Ele riu e utilizou uma das mãos para balançar o pau, fazendo com que ele subisse e descesse. Eu não conseguia dizer nada e ainda por cima acompanhava com a cabeça o movimento pendular do seu magnífico pau.

Tô vendo que você gostou, pois não para de encarar ele. Eu tentando disfarçar falei que não tinha nada a ver com gostar, apenas eu fiquei impressionado com o tamanho daquilo,mais nada.

Ele então me desafiou a tentar pelo menos pegar no pau dele, só pra ele confirmar se o pau dele não mexeu comigo. Eu falei que eu sabia o que estava sentindo e que não precisava provar nada pra ele.

Mas ele era astuto e falou: Se você for embora sem dar uma pegadinha eu nunca vou ter certeza se você não gosta mesmo de pau ou apenas ficou com medo do tamanho.

O seu argumento não estava totalmente fora de lógica e se eu me garantisse mesmo, não iria fazer diferença pegar nele ou não, até porque não tinha ninguém olhando e eu estava mesmo com vontade de sentir aquilo nas minha mãos.

Então tomei coragem e falei que ia dar uma pegadinha breve só pra provar pra ele que não senti nenhuma atração pelo seu pau. Ele então soltou aquilo e me ofereceu para que o tocasse. Eu caminhei até ele devagar e conforme chegava perto eu ia ficando mais nervoso.

Meu corpo tremia e o chato era sentir meu cuzinho dar umas piscadelas que me fizeram perguntar a mim mesmo. Será que eu tô sentindo tesão no cú.

Eu não podia fraquejar de jeito nenhum, eu estava confiante que seria apenas uma pegadinha no pau dele e pronto. Mas quando eu toquei aquilo, meu corpo estremeceu de vez, minhas pernas bambearam e meu cú se decontrolou de talmaneira que fiquei até envergonhado.

Ele falou que pra eu saber se não estava sentindo nada mesmo que eu deveria tocar um punhetinha no pau dele. Eu retruquei e disse que ele tinha concordado com apenas uma pegadinha, mas vendo que eu não conseguia soltar o pau dele por nada ele insistiu e falou: O que que tem bater uma punhetinha de leve, e só um movimento pra frente e pra trás e depois você vai embora.

Eu então falei que só uma rapidinha e mais nada. Então comecei a punhetar aquele pau, mas não contava dele começar a crescer e ficar cada vez mais rígido e com isso eu acabei ficando curioso com o tamanho que seu pau poderia atingir.

Então acho que fiquei batendo punheta pra ele por mais tempo que o devido e ele se encheu de confiança. Ele começou a me fazer perguntas se eu já tinha visto pau daquele tamanhow E eu respondia que não.

Depois perguntou se eu estava gostando e eu não tive coragem de responder, apenas fiquei calado, mas continuei a bater a punhetinha nele.

Então ele pediu pra eu dizer se o pau dele era bonito. Eu estava acgando ele muito bonito mesmo, mas não queria dizer pra ele.

Então ele insistiu e eu acabei balançando a cabeça em sinal de afirmação e ele deu uma risadinha. Com esse meu gesto ele já cheio de confiança me fez a pergunta se eu já tinha chupado um pau. Eu mais uma vez nada respondi, mas continuava a masturbar seu pau.

Ele então perguntou se eu queria chupar o pau dele. Também nada respodi, apenas sabia que se ele pedisse pra eu chupar aquele pau, não ia ter forças pra resistir. Torci pra ele não perguntar nada, mas ele acabou perguntando: Você que chupar meu pau só um pouquinho?

Eu balancei a cabeça novamente em afirmação e ele falou então ajoelha aí e chupa meu pau. Eu fui me ajoelhando e para não ficar tã evidente que era o que eu queria fazer a algum tempo, eu fui falando que ia chuparsó um pouquinho.

Expus aquela cabeça de pau gigante e comecei a chupá-la.Queria sentir primeiro que sabor que tinha e pra minha surpresa não senti nojo apesar do cheiro não ser muito familiar pra mim.

Eu conseguia sentir o formato da cabeça do pau dele com a sensibilidade dos meus lábios. Minha linguam explorava os sabores de sua pica e eu logo estava familiarizado com seu gostinho. Logo começou a secretar um liquido viscoso e incolor da glande da cabeça do pau dele e quando eu passava a lingua por ali, um fio se formava e eu o esticava até arrebentar e voltar como um elástica pra minha boca.

Eu passava a língua no entorno da boca e sorvia tudo pra dentro e engolia junto com minha saliva. Logo ele fabricava mais daquele mel e eu sorvia tudo enquanto o chupava.

Eu comecei a enfiar mais do seu pau na boca, mas era muito grosso e grande, somente era possível abocanhar um pouco mais da metade e para conseguir chupar aquele pau todo, tinha que ser passando meus lábios e lingua por ambas as laterais dele até a base onde eu acabava abocanhando chunaços de pelo pubiano que me davam uma ideia do cheiro daquela região pra mim.

Apesar de um pouco forte, era agradável pra mim e eu cheirava e aquilo provocava contrações no meu cú, não sei o porquê.

Eu quis pegar nas suas bolas que eram gigantes assim como seu pau e com um das mãos eu as peguei e comecei a acariciar enquanto me mantinha chupando seu pau.

Vi ele se livrando das calças e cueca e nem por isso parei de chupar ele. Ele terminou e tocou com a mão na minha cabeça e falou que bom que eu estava gostando do pau dele.

Ele acariciava meu cabelo, usava a outra mão para controlar a entrada do pau na minha boca, até que ele a soltou deixando livre pra mim continuar chupando como eu quisesse. Mas usou essa mão para começar a tirar minha roupa.

Começou pela camisa, que foi puxada pra cima com certa fúria. Eu fui obrigado a me separar do seu pau para permitir a passagem da gola, mas assim que passou, voltei feito um bezerro a mamar sua pica.

Ele foi forçando minha calça pra baixo, mas com o sinto e o botão fechados era impossível. Então sem perceber, eu afrouxei o sinto e desabotoei o botão. Só depois percebi que estava dando anuência para ele me despir a abusar do meu corpo como desejasse.

Ele riu e meio afoito foi descendo minha calça até o joelho, que por estar drobado e encostado no chão não permitia a passagem. Então ajudei levantando ambos os joelhos e permitindo a retirada até os pés.

No pé ele também teve dificuldade e eu ajudei tirando os sapatos e permitindo que ele me despisse inteiro.

Voltei a me concentrar na chupada e ele foi atrás do meu cú que agora estava exposto. Ele se curbou sobre mim e foi com o dedo médio direto até a entrada do cú.

Que loucura, ele tinha achado o meu ponto g. Quando fui tocado lá, eu dei um pulo e me agarrei nas suas pernas e soltei um gemido fino que se prolongou por alguns segundos de forma trêmula.

Eu estav tão envergonhado diante dele que não tive coragem de tirar a cabeça do meio das suas coxas. Mas o tesão que seu toque me causou me fez empinar bem a bunda afim de continuar exposto pra ele.

Eu senti o dedinho forçando a entradinha, mas estava seco e não entrou muito, só a cabecinha do dedo, mais foi tão delicioso que meu cú deu uma modidinha nele e manteve a contração enquanto ele saía.

Pensei, mas que pena que ele não continuou a entrar em mim, fiquei louco quando ele saiu e persegui ele com minha bunda, mas não tive sucesso. Logo ele estava de volta e todo molhadinho de saliva e agora sim, ele encostou e fiu me penetrando até chegar no final do dedo. Ele entrou todo em mim.

Que vergonha minha reação. Ele entrava e eu rebolava em seu dedo, soltando outro gemido fino e trêmulo, enquanto me agarrava as suas pernas para não desabar de tanto tesão no cú.

Ele começou a mexer seu dedo e eu pirei. Era tanto tesão ue eu rebolava e genia tremendo que meus pedidos para ele parar saiamcom uma certa rouquidão e baixinho sem nenhuma convicção.

Eu sentia muita vergonha mas não conseguia para de rebolar naquele dedo. Eu em agradecimento, desenterrei o rosto das suas coxas e abocanhei seu pau novamente e fiz o melhor boquete que consegui fazer.

Chei uma hora que eu estava tão tarado por aquele pau, que minha chupada quase o fez gozar dentro  da minha boca. Só parei porque ele não queria gozar nela, ele queria foder meu cú de qualquer forma.

Eu deixei ele me conduzir ao seu quarto e me colocar de quatro na cama. Eu estava nervoso, mas o tesão era maior e eu apenas me posicionei bem empinado e afastei as pernas pra levar pau dentro do cú.

Ele não sei porque me pediu pra deitar e me virou de ladinho. Dobrou a perna que estava por cima, mais do que a que estava no colchão, só então entendi que isso fazia meu cú ficar mais exposto para penetração.

Então eu mesmo a segurei o mais próximo ao meu peito e isso expos bem meu cú pra ele e apenas aguardei sua ação.

Foi então que o senti librificar mais um pouco com a própria saliva e encostar a cabeça do pau. O cú disparou a piscar na cabeça de pau dele e ele foi forçando.

Eu senti meu cú cedendo, mas não de uma vez. estava dificil pra ambos. Ele por que o pau estava encontrando muita resistência de minha parte e eu porque nunca tinha dado o cú e minha pregas estava impedindo a penetração.

Mais ambos sabíamos que elas uma hora cederiam. Era questão de tempo. Ajudei abrindo a bunda com minha mão, mas ainda assim era dificil.

Ele então mandou eu fazer força quando ele forçasse. Não entendi mais obedeci. Ele forçou e eu fiz força.

Percebi que meu cuzinho fazia um movimento pra fora, dilatando meu anelzinho e criando espaço para a cabeça se alojar nele.Quando relaxava via que o anelzinho tinha envolvido um pouco da cabeça do pau dele.

E foi assim com essas forçadas e eu fazendo força que após alguns minutos orgulhosamente eu já tinha alojado a cabeça do pau dele inteira dentro do meu cú.

Eu já estava cansado e entendia como deve ser dificil um trabalho de parto. Esses trabalhos respiratórios consomem muita energia.

Agora o desafio era começar a receber o corpo do pau dele. Era um pau gordo, mais no meio do que na base e na ponta, então presumi que o díficil estav por vir.

Eu estav certo. Quando ele começou a enfiar o resto do pau, eu não aguentei e usei a mão que abria minha bunda pra ele, para freiar seu movimento de prenetração.

O caro ficou louco com minha ousadia. Ele demonstrou que não queria que eu o interrompesse. Lógico, pro homem a penetração é um estágio prazeroso, mas pra parte passiva, é extremanente doloroso, então é fácil pra quem tá penetrando o cú do parceiro se encher de razão para impedir qualquer gesto de defesa na tentativa de impedir a invasão, mas pra quem tá sendo penetrado é duro ficar importente para se defender do duro ato da penetração,ainda por cima quando se trata de um pau da dimensão do que eu estava recebendo dentro de mim naquele quarto.

Foi desesperador ter o braço imobilizado por ele e sentir ele empurrando vários centímetros de pau preto dentro do meu cú, sem direito a me defender. As lágrimas rolaram enquanto eu usava a mão do lado do meucorpo que estava em contato com o colcção para tapar minha boca e inibir os sons do meu choramingo.

Eu estava com medo de não suportar e soltar um berro se aquilo continuasse. Então liberei minha boca e pedi para ele para com aquilo. Eu chorava e pedia em meio a soluços, com a voz embargada: _ Para por favor! Paaaaaaaraaaaa, tá dendo muitoooooooooo.

_ Eu não vou aguentaaaaaaaaar, paaaaaaaaara. Por favooooooooor, você tá me arrebentando todo, paaaaaaaaaara!

Ele falava, aguenta que a cabeça já passou e entrou quase metade. Eu me desesperei e voltei com a mão na boca para não gritar, quando soube que nem metade do pau estava dentro de mim ainda.

Ele continuu empurrando e eu tive que me virar de bruços. A ideia era eu conseguir engatinhar até a cabeceira da cama para poder fugir do seu pau.

Eu tentei ficar de quatro pra engatinhar , mas o dor que senti me demoveu da ideia então permaneci deitado enquanto ele ia empurrando pica pra dentro.

Fui me arrastando até a cabeceira como pude e eu segurei as laterais dela com as mãos. Eu estav me trancando todo, com toda a força dos meus glúteaos durante a fase que ele empurrava a pica pra dentro, mas a dor era imsuportável, então preferi tentar relaxar pra ver se a pica entrava mais fácil.

Eu então segurei com força a cabeceira da cama e afastei as pernas ao máximo pra ficar bem exposto pra ele e procurei relaxar bem o cú pro pau entrar mais fácil.

Não resolveu de vez meu problema, mas atenuou um pouco a dor e eu parei de correr tanto risco de ser ouvido por alguém enquanto levava pica dentro do cú.

Agora, naquela posição era questão de tempo ter o pau dele todo enterrado no rabo. Pronto, levou uns três minutos pro meu cú engolir aquela tora de pau preto totalmente.

Eu estava aliviado por ter conseguido. Ele começou a bombar meu cú, mas já nos primeiros golpes vi que não ia suportar. Então pedi pra ele me deixar rebolar em seu pau ao invés de ele me foder.

Ele concordou eeu comecei a rebolar no pau dele. Era dolorido mais eu podia controlar. Quando eu percebia que ele começava a dar umas bombadinhas, eu empinava mais a bunda e rebolava com mais força ainda e ele acalmava.

Eu não sabia at´quando ia conseguir para seu impeto de fodedor mas me agarrei a esta estratégia pelo tempo que ele permitiu, mas chegou um momento que seu impulso de macho fodedor falou mais alto e ele não queria saber de deixar eu controlar aquela foda.

O que se passou dali por diante foi um show a parte de um macho formidável me fazendo de gato e sapato para satisfazer seu extinto predador.

O homem era uma verdadeira máquina de foder cú. Não houve choramingo, tentativa de fuga, pedidos desesperado de clemência que o fizesse parar de me foder.

A partir do momento que a dor cedeu razoavelmente, eu já estava tão marivilhado com a surra de pica que estava levando que ele já fodia sob os meus pedidos de Fodeeeeeee o meu cú. Me faz de puta seu safado. Eu sou sua putinha. Me fode toda meu macho. Pois é, eu mesmo me surpreeendi comigo me tratando como fêmea daquela relação.

Eu sabia que ia sair dali todo arrobadinho, mas não ligava mais, até torcia pra ele me arrancar todas as pregas do meu cú e na verdade foi o que ele fez comigo. Em uma única foda não restou uma única prega pra contar estória.

Eu sabia que isso seria uma vantagem, pois ele só não comeria meu cú novamente se ele não quizesse, pois não tinha restado dentro de mim, nenhuma vontade de voltar a experimentar uma boceta na minha vida.

Ou tinha certeza que só ia querer saber de pica e de preferência a dele dali pra frente. Então veio a certeza da minha total admiração por aquele homem, quando ele me fez gozar pelo cú enquanto me leitava com uma quantidade impressionante de porra.

Eu vazava leite grosso pelo cú e babava um liquidozinho ralo e incolor pelo meu pauznho totalmente flácido em reverência a masculinidade dele. Era incrível que meu corpo reconhecesse o poder daquele macho negro.

Ele me levou pro banheiro ainda de pau duro e voltou a enfiar ele no meu cú dentro do box e eu recebi uma gostosa mijada quentinho dentro do cú e ele mandou eu não deixar sair de dentro de mim, me fazendo ficar com meu dedo tampando meu buraco até que ele permitisse.

Ele depois falou que fez aquilo para que eu entendesse que eu agora pertencia a ele e ele tinha mijado dentro do meu cú para marcar seu território como os animais fazem.

Eu fiquei louco pela forma como ele me domou em uma unica foda. Assim eu o reconheci como meu macho e sou completamente louco por ele desde aquela foda. Estamos completando extamente três meses desde a primeira foda e por isso ele me permitiu desabafar aqui.

Estou ao seu lado e ele tirou uma fotinho do pau dele me atiçando o cú enquanto eu escrevia este desabafo. Desculpem-me pelos erros de português e o texto impreciso, mas é dificil me concentrar tendo o pau dele brincando na portinha do cú o tempo todo e não riam do meu pausinho murcho, mas é assim que ele fica em reverência ao meu macho, me desculpem.

Foi um desafio que ele me fez e eu aceitei, conseguir escrever alguma coisa enquanto ele me fodia. Confesso que nem tudo foi escrito durante a foda, mas tentei, pois ele me ensinou a não fugir de um grandeeeeeeee desafio. Obrigado !

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

3 Comentários

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Mais uma contribuiçao da esposa

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

meus penis é muito grande