Eu confesso que sinto tesão em lembrar do caso que minha esposa teve. É gostoso recordar que ela teve um amante por quase um ano, que comia ela todos os dias. Fico de pau duro quando lembro os dois dançando, ele encoxando ela, e quando voltavam para a mesa dava pra perceber o cacete dele muito duro, que ele tava esfregando nela. Fico doido lembrando ela sentada de saia jeans, de frente pra ele, de pernas abertas, a calcinha aparecendo e ele olhando e a pica muito dura. Eu adorava ver ele levantando a saia dela, pegando na bunda dela, enchendo a mão na buceta dela, com a mão dentro da calcinha. metendo o dedo na tabaca dela. Gostava de ver ele pegando nos peitos dela, e ela com a pica dele na boca, chupando e ele gemendo. Era delicioso quando ele montava nela e eu ficava olhando ela levar vara, ele metendo a rola dura na buceta dela, até os ovos. Ver ele beijando ela na boca me deixava doido de tesão. Ser chamado de corno ainda hoje me deixa de vara dura. Eu sugeria novas situações. Mandala ele esfregar a cabeça da pica no rosto dela, dizia pra ela esfregar a buceta na cara dele. E dizia pra ele meter-lhe a dedada. Foi muito tesão, durante meses. Foi gostoso demais levar chifre. Ele chegava, levantava a saia dela e botava a mão dela em cima do pau dele e ela ficava amassado a vara dele. Tinha um grupo de amigos nossos que sabiam e falavam em minha frente pra ele – Já comeste a Karina hoje? Ou perguntavam a ela – Ontem vocês treparam? E olhavam pra mim e diziam – Valdemir fica logo de pau duro quando a gente fala que ele é corno e que a mulher dele leva pica do Flávio todos os dias. Eu quero mais, mas ela não topa. Só quiz esse porque gostava dele. Nunca mais topou. Mas esse valeu a pena!

