Desde quando me casei com "M", ainda virgem, nunca tinha tido outro homem na minha vida. Com dezessete anos de casada e com um filho adolescente, começamos a passar por um período de turbulência quando "M" ficou desempregado. Como morávamos em uma cidade de interior (hoje moramos na capital), tudo parecia ser muito mais difícil. "M" conseguiu um bico de motorista particular do prefeito da cidade, pra trabalhar somente de segunda a sexta-feira… Mas ganhava muito pouco em relação quando era gerente de produção em uma grande fabrica de sapatos.
Quando as coisas foram ficando mais difícil, tivemos que ir morar no quintal da casa do meu sogro, em uma pequena construção que serviria de casa para alguma empregada: banheiro, um cômodo que servia de sala e quarto e uma pequena cozinha que mal cabia uma pessoa.
"M" sempre foi um bom marido e um bom pai, mas, com tantos problemas passou a chegar em casa bêbado nos finais de semana. E era justamente quando ele chegava bêbado, que ele cismava de querer fazer sexo. Como fazia tempo que a gente não transava, eu até que gostava quando nosso filho "C" não estava em casa… Por incrível que pareça, "M" conseguia me fazer ter um orgasmo antes de cair num sono profundo.
Este texto não é um CONTO ERÓTICO ou FANTASIA. Não foi escrito para o prazer de outras pessoas.
Não será citados Nomes nem Lugares.
Num sábado, "M" chegou passando das onze da noite; bêbado, e cismou de transar. "C" estava deitado num canto da sala em um colchonete e parecia que estava dormindo. Tentei convencer meu marido pra deixar pra outro dia, mas ele até com um pouco de brutalidade foi arrancando minha camisola. Não querendo fazer muito barulho pra não acordar nosso filho, fui deixando e aos trancos e barrancos "M" conseguiu me deixar completamente nua sobre a cama. Querendo que tudo terminasse rapidamente, puxei "M" pra cima de mim e eu mesma peguei seu pinto e coloquei na entrada da minha vagina deixando que ele somente tivesse o trabalho de empurrar pra dentro. "M" gemendo igual um animal descontrolado começou a bombar na minha vagina, e quando olhei pro canto da sala vi "C" sentado sobre o colchonete olhando seu pai me fodendo. Fiz-lhe vários sinais com a mão pra que ele voltasse a deitar e quem sabe se cobrir com o lençol pra não ver aquela pouca vergonha que estava acontecendo. Normalmente quando "M" terminava de gozar, eu o empurrava e ele deitava do meu lado começando a roncar em poucos segundos. Mas naquele dia nem consegui ter um orgasmo tentando evitar que meu filho me visse nua, demorei pra tirá-lo de cima de mim e ele acabou dormindo sobre meu corpo. Muito pesado, estava fazendo esforço pra empurrá-lo quando percebi meu filho puxando seu pai de cima de mim…
Passei a me preocupar em tapar minha vagina com minhas duas mãos. Meu filho me puxando pelo braço.
– Vem mãe… Deixa eu te ajudar.
– Não filho, não precisa… Eu estou bem…
– Mas eu quero te ajudar… Deixa eu te levar até o banheiro.
Jamais vou entender o que se passou naquela noite. Me deixei ser levada pelo meu filho que eu nem mais me preocupava em esconder minhas partes intimas. Fiquei parada olhando ele abrir o chuveiro, e quando ele me fez entrar debaixo da ducha comecei a me banhar e principalmente a lavar minha vagina… Ele ficou o tempo todo me olhando. Sai do box e ele pegando a toalha foi secando meu corpo.
Estava ainda um pouco assustada, mas no fundo estava gostando de ser tratada com tanto carinho por meu filho que parecendo ter todo o controle da situação foi passando a toalha por todo meu corpo: Seios, bumbum e até na minha boceta. Com "M" roncando que nem um porco, sem mais nenhum pingo de vergonha fui pro armário procurar outra calcinha pra vestir e colocar a camisola. Fui até "C" que ficou sentado me olhando, dei-lhe um beijo no rosto.
– Obrigado por tudo filho… Te amo muito, tá?…
– Eu também te amo, mãe!…
Deitada tentando dormir, fiquei pensando no que meu filho devia ter pensado ao me ver nua daquela maneira. Me dei conta que nem me preocupei em olhar pra ver se ele tinha ficado excitado.
Àquela sena parecia ondas do mar em minha mente. Nunca havia sentido outra mão no meu corpo há não ser a de "M", mas de uma forma muito errada comecei a gostar daquilo.
Depois de ter acontecido aquilo tudo passei a ver meu filho de outra maneira, que, dois dias depois ao tomar um banho, deixei de me vestir dentro do banheiro como fazia normalmente e fui nua pegar roupas limpas no armário. "C" que estava deitado no sofá vendo TV, passou a me acompanhar com os olhos. Já ia vestir a calcinha quando ouvi.
– Nossa mãe… Você. É. Muito linda.
Com a calcinha na mão, me aproximei do sofá e fiquei parada bem próxima ao meu filho.
– Você me acha bonita?
– Muito bonita…
– Admiro muito seu corpo mãe.
– Admira?… Eu já velha.
– Pará com isso mãe, já disse; Você é linda.
Eu estava sentindo um estranho prazer, em saber que meu filho admirava o meu corpo e estava olhando pro meio das minhas pernas. Quando vi que ele pegou uma almofada e colocou sobre sua virilha, sentei bem do seu lado e colocando minha mão sobre a almofada.
– O que está querendo esconder filho?…
– Nada mãe…
– Você deixa a mãe ver?
– Ver o quê mãe?…
– O que está debaixo da almofada.
– Ah mãe… Você sabe, não é?…
– Tá com o pintinho duro, né?…
– Lógico!…
Puxei a almofada e ao ver todo aquele volume.
– Nossa filho… O que é isso?…
– Ué… Você não sabe?…
– Saber Eu sei, né garoto.
Passei a mão sobre aquele volume, e vendo que ele sorriu apertei sobre o tecido e senti que devia estar muito duro. Era algo difícil de imaginar, aquilo acontecer entre uma mãe e um filho… Ainda mais comigo que nunca tive olhos para outro homem.
Mas tanto eu quanto "C" estávamos gostando de fazer aquilo. Fui abrindo sua bermuda enquanto ele foi enfiando o seu dedinho na minha boceta, mas quando consegui puxar seu pênis pra fora da cueca, fiquei até meio abobalhada vendo que meu filho tinha um pinto bem maior do que o do seu pai.
Depois daquilo eu não tinha mais um filho, não tinha mais um marido. Deixei tudo pra trás.
Arrependimento a gente só sente depois.
Fui pra cama e assim que deitei de costas, "C" segurando seu pênis veio entrando no meio das minhas pernas e logo começou a enfiar na minha vagina. Todo meu corpo parecia pegar fogo, que, quando ele deitou sobre mim e começou a bombar.
Com "M" só me querendo na cama quando estava bêbado e só de vez em quando; passei a não mais sentir falta tendo meu filho pra apagar todos os meus desejos.
Fiquei louca ao sentir sua língua dentro de mim.
Louca a tal ponto de esquecer o meu papel e dever de mãe. O prazer de transar com meu filho superava qualquer arrependimento daquele ato ser um pecado e de estar traindo meu marido.
Era um ato de pecado mais prazeroso que já avia sentido.
Às vezes era eu quem esquecia da minha condição de mãe, pra simplesmente ir até o seu quarto, e ale tínhamos um caso de homem e mulher.
"M", por intermédio do prefeito, conseguiu arrumar um bom emprego em uma fábrica de automóveis na capital e fomos melhorando de vida…
Mas continuei tendo relações com meu filho por alguns anos, até que ele teve que ir fazer faculdade em outra cidade e tivemos que nos acostumar com isso. Tive desejos de ficar com outros homens, mas o receio e o medo não deixavam. Tinha medo de ficar com outro homem e de alguma forma meu marido descobrir.
Incesto
Tabo
Pecado
Seja como for, ter relações sexuais com alguém de sua família sabendo que é errado. É maravilhoso!
Mas não recomendo a ninguém, por em prática ou que tenha essa idéia em mente. Não importa o quanto seja Gostoso e até Maravilhoso.
Incesto é pecado e um Grande erro Familiar.

