Eu descobri cedo que era gay.
Foi no acampamento no escoteiro.
Fazia parte do grupo de escoteiros da montanha da minha cídade.
Estava com 16 para 17 anos.
Nós estavamos num acampamento e nós dormíamos em baracas duplas.
Meu parceiro era um garoto negro chamado Luiz.
Ele parecia mais velho. Era fortão e tinha barba, pelos no peito e vozerão.
Eu ao contrário era emberbe, branquinho, franzino perto dele e voz de menina.
Ele já tava puto de ter ficado na barraca comigo, pois teve que fazer todo o trabalho que exigia força.
Eu fiquei com a parte de cuidar do fogo e esquentar a comida.
Acho que ali já tava na cabeça dele que a minha fragilidade pudesse significar que fosse um gay.
Mas eu não era, pelo menos de forma declarada.
A noite cantamos e brincamos até a hora que eu fui picado por algum bicho e fiz um escandalo.
Ele estava constrangido por mim já que todos ficaram me sacaneando pelo meu jeito de ser.
Mas acho que ele se comoveu e acabou me levando pra barraca vendo que eu estava chateado.
Ele perguntou se estava tudo bem e eu disse que sim e pedi desculpas pelo trabalho que eu estava dando pra ele.
Ele falou que tudo bem, que tambem estava bem cansado e queria descansar.
Eu estava com a consciência bem pesada por estar acabando com aquele acampamento pra ele.
Então pedi desculpas de novo e insisti até que ele se irritou.
Perguntei o que eu podia fazer pra me redimir com ele.
Ele estava querendo dormir e eu chateando, até que ele falou que se eu quizesse realmente me desculpar que eu podia bater umapunhetinha no pau dele.
Eu parei e gelei. Ele me olhou firme e disse.
Se quer me compensar por te aturar hoje faz isso. Pega no meu pau e bate uma punheta até tirar leite dele.
Eu perguntei se era sério. Ele falou, veja se eu tô rindo.
Eu fiquei pensando m pouco e repeti. É isso mesmo que você quer que eu faça pra me desculpar com você.
Ele me olhando falou. É isso sim, vai ver que isso que você estava querendo mesmo com essa frescura toda.
Eu pensei um pouco e perguntei se eu fizesseisso pra ele ele me perdoaria por ter sido um encosto durante todo o dia pra ele.
Ele me olhou como se não estivesse esperando que eu cogitasse mesmo bater uma punheta no pau dele.
E vi ele se animando com a possibilidade e disse sorrindo.
Claro, claro que eu te perdoo.
Eu cheio de medo e insegurança então sentei e pedi licença pra ele e afrouxei o cordão do seu calção e de forma tímida pedi pra ele deixar eu baixar o calção.
Ele incredulo falou que claro, que eu podia seguir em frente.
Foi quando vi o o pau daquele rapaz a primeira vez.
Era um pauzão de adulto. Grande, grosso e cheio de veias grossas.
Eu peguei nele e senti um pau pulsando na minha mãopela primeira vez.
Era quente, tava meia bomba ainda, mas mudou muito rápido.
Eu deixei o calção apertando seu saco e ele reclamou.
Pediu pra eu tirar o seu saco daquela posição.
Enfiei a mão mais um pouco e trouxe suas bolas pra fora.
Nossa que sacão que ele tinha também.
Ele então se posicionou melhor e deitado já de barriga pra cima, expôs o pau todo pra mim.
Agora eu podia bater a punheta nele pra pagar minha dívida.
Eu batia punheta pra mim, mas pra outro menino eu fiquei bem sem jeito e o nervoso por estar diante do meu primeiro pau, me deixo mais descordenado.
Eu mesmo me critiquei e sabia que podia fazer melhor que aquilo.
Então parei respirei fundo e comecei a bater punheta bem devagarinho.
Então ele fechou os olhos e senti que tinha acertado.
Eu aproveita a minha descontração e que ele estava de olhos fechados e estiquei a pele do pau até a cabeça saltar e vi aquele cogumelo rouxo.
Eu fiquei batendo punheta assim e vi ele ficar totalmente duro.
Vi a cabeça começar a liber um liquido e ele gemer um pouquinho.
Ele então abriu os olhos e me pediu se podia chupar o pau dele só um pouquinho.
Falei que nunca tinha feito isso, mas que ia fazer isso pra ele porque ele tinha concordado em me perdoar pelo dia horrivel comigo.
Ai eu fui me abaixando e comecei a chupar.
Não deve ter sido a melhor chupada do mundo mas eu já ia parar e deitar pra dormir quando ele falou.
Ai, vc não pode me deixar nesse estado cara.
Tô com muito tesão. Meu saco tá cheio de porra.
Alivia ai e deixa eu meter pelo menos a cabeça.
Eu falei, que isso eu nunca dei ocú não e seu pau e enorme cara.
Calma, eu já te disse que vai ser só a cabeça e eu gozo fora.
Pensei por um tempinho e achava que não era justo eu deixar ele assim.
Então concordei e perguntei como a gente ia lubrificar.
Ele falou, vamos usar cuspi mesmo. É tranquilo e funciona mesmo.
Eu falei. Tem certeza cara. Ele falou, podia deixar comigo, não tem perigo não.
Tá bom.
Abaixo o calção ai pra eu lubrificar.
Tá, Tá, pera aí.
Tirei o calção, deitei e virei de ladinho. Ele deitou atrás de mim e ouvi ele cuspi.
Ele falou que ia lubrificar e senti ele abrir minha bunda.
Depois senti os dedos dele sobre meu cú espalhando a saliva.
Ele falou pra eu ficar quieto que ele ia espalhar dentro também.
Senti os dedos médio e indicador entrando e ele começou a espalhar no fundo.
Eu fiz força pra não gemer.
Depois ele tirou o dedo e falou. Aguenta firme aí tá.
Eu falei tá, mas não esquece. Só a cabeça tá.
Então ele encostou e forçou.
Eu prendi a respiração pra não reclamar alto.
Ele falou que eu era muito apertado, mas tava começando a abrir.
Eu senti certinho a cabeça começar a vencer a resistência do meu cú.
Foi duro mais deu um alívio quandoa cabeça finalmente entrou.
Ele falou que ia ter que meter mais um pouquinho pro pau não sair.
Eu falei que era só a cabeça o combinado, mas realmente podia sair se ficasse muito na pontinha.
Então permiti ele meter mais um pouquinho.
Ele meteu mais um pouco e perguntou se estava tudo bem.
Eu disse que sim e ele começou a tirar e enfiar, tirar e enfiar, tirar e enfiar.
Fui conseguindo relaxr um pouco e ele falou que meu cú era muito gostoso.
Eu agradeci o elogio e ele falou pra eu descupar ele se por acaso o pau entrasse mais fundo sem querer.
Eu falei pra ele se concentrar e se isso acontecesse que era pra ele tirar o que tivesse entrado.
Ele falou que tudo bem e log depois disso elecomeçou a dar umas estocadas fortes que fazia o pau entra quase todo.
Pedia desculpas e eu falava que tudo bem.
Ele tirava um pouco mas logo em seguida outra estocada.
Como começou a ficar mais constante essa enterradas, eu comecei a protestar e ele falou que não tava dando pra controlar direito.
Ele falou, não esquenta nãi que já vou gozar.
Eu lembrei pra ele tirar na hora.
Ele falou, pra eu gozar mais rápido deixa eu meter a vontade que aí acaba mais rápido.
perguntei se ele estava falando a verdade e ele disse que sim, que se ele não tivesse que se controlar que ele gozaria mais rápido e aquilo acabaria.
Eu então querendo que aquilo acabasse, liberei pra ele meter tudo.
Ele então já não se preocupava mais e sentia atpe suas bolas batendo na minha bunda.
Ele já estava metendo tudo a mais de cinco minutos e nada de gozar.
Eu reclamei e ele falou, faz o seguinte. Pede pra eu gozar em você que eu gozo be rápido.
Alias faz oseguinte, empina bem a bunda e pedi pra eu meter forte em você que com certeza eu vou gozar bem rapidinho.
Eu pensei bem e então concordei.
Joguei a bunda pra trá e eminei bem e pedi. Vai, mete forte no meu cú, mete bem fundo no meu cú, mete tudo no meu cú e…
O cara endoidou e começou a fazer o que eu tava pedindo.
De repente senti o pau dele se movimentar estranho dentro de mim.
Ele também parou de meter e ficou paradinho.
Estranhei quando senti um calor por dentro e ele me laçou pela cintura com seus braços e me apertou.
Quando eu entendi o que estava acontecendo, ja erá.
Só deu para eu começar a xingar ele baixinho e começar a chorar de tanta raiva.
Eu tava tão chateado por ter acreditado e confiado nele, que apenas fiquei ali deitado de ladinho chorando e sentindo o pau dele pulsando enquanto derramava seu leite dentro de mim.
Não tive nem coragem de me virar, de tanta vergonha que sentia.
Ele nem fez questão de tirar o pau do meu cú. Continuou deitado com o pau dentro enquanto ele não escorregou naturalmente pra fora de mim.
Ele ainda perguntou se eu tinha alguma toalinha na minha mochila para gente usar.
Eu levantei desolado e peguei uma toalinha que eu trouxe para enxugar suor, mas a tinha usado ainda.
Ele se virou e pediu que eu limpasse o resto de porra que saia do seu pau.
Eu usei a toalinha no pau dele e ele se vestiu e deitou para dormir.
Eu limpei o excesso de porra que escorria, e me vesti também e deitei mas não consegui dormir.
Senti a porra começar a escorrer pela minha bunda e coloque a toalinha com se fosse um absorvente para não sujar o lençol todo.
Enquanto sentia a porra dele escorrendo durante a noite eu me xingava de tanto ódio de mim mesmo por ter permitido aquilo.
O dia foi tão estranho pra mim e quando voltamos eu pensei até em sair do escoteiro, mas depois repensei e continuei lá por anos.
Assim foi que me descobri com possibilidade de ser gay e isso ia se desenvolver conforme eu amadurecia.


Delicia de história.