Ainda criança, com 12 anos dividia o quarto om meu irmão quatro anos mais velho, moravamos em um apto. pequeno.
No auge da puberdade as noites eram sinônimo de masturbação, a regra era esperar meus pais fecharem a porta do quarto e após alguns minutos ele começava a se tocar.
Eu percebia a movimentação e o fluxo da repiração aumentada, sabia exatamente quando ele estava gozando… ficava quieto, o cheiro no quarto éra de sexo, o cuidado dele éra quase nenhum, no dia seguinte escutava minha mãe comentar sobre o lençol sujo de esperma…
Toda noite a rotina se repetia, eu reclamava pra minha mãe que queria dormir, mas éla fazia vista grossa, um dia que estava nervosa me disse que éra tudo nornal, e que eu deveria fazer o mesmo, mas ser mais cuidadoso e gozar em papel higienico…
Fiquei chocado com a resposta déla.
Tinha que conviver com aquela situação todas as noites, não achava correto.
Depois de algum tempo comecei a me exitar, pedi pra deixar a lãmpada do corredor acesa pra ter um pouco de claridade no quarto, a desculpa éra que sebtia medo, mas minha intenção éra ver ele se masturbando, nessa altura já tinha ereção quando escutava, queria ver também, mas tinha vergonha.
Deu certo, a penumbra permitia que visse, um penis muito grande, cabeça tipo cogumelo, meu irmão tinha o membro o dobro do meu, fiquei assustado, nunca tinha visto um de perto, somente o meu que na época tinha uns 12 cm.
Ele estudava de manhã e eu a tarde, meus pais o acordavam para ir pra escola e saiam os tres, eu ficava sozinho no quarto, ia ver o quanto ele tinha sujado o lençol, tinha um cheiro forte, isso me exitava, com o penis duro deitava na cama dele sobre o esperma ainda um pouco molhado e metia ali encima, éra muito bom, acabava gozando encima do esperma dele…
Minha mãe trocava o lençol todo dia, via aquela mancha e não falava nada, um dia me perguntou se eu já estava me tocando, eu desconverssei, na realidade gozava todo dia sobre o esperma do meu irmão…

