Fui em Tambaba a primeira vez com minha esposa Raquel num feirado no meio de semana de minha cidade, Recife.
Era um desejo antigo meu e instiguei minha mulher a ir. Era um dia de quarta feira, e ao chegarmos tudo era novidade. Estacionamos o carro na pista que desce para a praia e notamos pouquíssimos carros, possivelmente turistas. Tiramos fotos do famoso coqueiro, ainda na área comum onde todos tem acesso com roupa de banho e visualizamos a entrada, uma rampa que separa a praia normal da parte naturista.
Ao ultrapassarmos essa rampa, é obrigatória a retirada da roupa e notamos que a praia estava completamente vazia. Isso tranquilizou mais a minha mulher, que achava que todo mundo iria observar as celulites e imperfeições que só existem na cabeça dela.
Começamos a explorar a praia tranquilamente quando avistamos um homem com um boné e completamente nu caminhando em direção a nós dois. Isso deixou minha esposa desconfortável mas contornamos a situação pois o homem fazia parte da administração e logo entendeu o desconforto dela. Começamos ali uma conversa agradável, ele perguntou de onde éramos e falou da sociedade de naturistas que fazia parte, com informações de eventos e dicas do universo do nudismo, regras e tal…
Minha esposa foi se soltando e logo estávamos à vontade. Nos cumprimentamos e o cara foi embora. Logo depois vimos um casal entrando. Já estávamos bem próximos do limite da praia, separada por imensas pedras e resolvemos escalar um morro. Como estávamos a sós e com a incrível e inédita
sensação de liberdade no ar, nus e sem ninguém por perto, resolvemos nos abraçar ali e tentar uma safadesazinha, eu estava com tesão. Nos beijamos e passamos a nos acariciar. Pus a Raquel de joelhos e fiz ela me pagar um boquete ali, em céu aberto e imaginei o quanto seria bom ser flagrado ali por alguém, algum casal naquela situação.
Pra minha surpresa vi uma toalha vermelha entre uns galhos de árvore e percebi que poderia ter alguém ali espiando. Dito e feito. Um coroa estava bem escondidinho acompanhando tudo e se masturbando vendo minha mulher me chupando. Sem alarde fiz ele perceber que eu o vi e fiz um gesto para que ele se aproximasse sem que ela percebesse.
Ele prontamente veio e ficou a dois metros de pau absurdamente duro e latejando. Levantei a minha mulher sem que ela olhasse pra trás e a beijei abrindo sua bunda pra que o coroa visse seu buraquinho. A beijei docemente e pedi que ela ficasse de quatro pra meter a pica nela. Nesse momento ele se virou e viu o coroa. Quis se esquivar mas eu segurei em seu braço e pedi que continuasse. Sem jeito, envergonhada queria sair dali e eu a agarrei e falei em seu ouvido:
-Fui eu quem chamou ele. Ele estava se masturbando vendo a gente de longe. O que se vê e o que se faz aqui, fica aqui! Relaxa…
-Mas amor, se aparecer mais alguém? – Ela respondeu.
-Não vai aparecer, e se aparecer é porque curte. Não vamos fazer nada além de transar, só nós dois e ele só quer ver… é o que ele curte e eu também estou gostando. – Rebati.
-Se é assim então… começamos de novo, dessa vez numa sombra ali perto.
Ela ficou de quatro e comecei a socar sua buceta já molhada, arrancando gemidos de prazer e fazendo-a gozar bem gostoso. A essa altura eu já tinha esquecido do coroa que já tinha gozado e estava com o esperma ainda pendurado na rola.
Gozamos, nos despedimos do coroa e resolvemos subir mais para tirarmos umas fotos panorâmicas daquela paraíso. Estávamos rindo da situação, parecíamos dois adolescentes fazendo merda sem pensar nas consequências.
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Delicia de situação… não ficou com vontade do corao experimentar um pouco da esposa tbm??