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Desejo Incontrolável (Continuação ID 143627)

Continuação ID 143627
Segui os conselhos da Marcia. O sobrinho de meu marido foi morar conosco e me assediou, quando eu disse que não deveria fazer aquilo, pois era casada, amava meu marido e era fiel. Mas, na verdade, inconscientemente eu estava ansiosa por um novo assédio, mas ele me passou a tratar de modo formal e respeitoso. Apesar de ter sido sincera, fiquei desesperada, pois não supunha que ele fosse me esquecer. Sem saber o que fazer para novamente despertar seu desejo, a despeito de imaginar que provavelmente eu o rejeitaria de novo, pedi conselhos. Vários foram os comentários interessantes e segui os conselhos da Marcia que recomendou que eu me insinuasse para ele, me vestisse de maneira provocante, quando estivéssemos a sós. Aí, me encostasse nele e podendo ir a seu quarto perguntasse se ele estaria precisando de alguma coisa. Afinal, pediu que contasse o resultado, por isso estou escrevendo de novo. Assim o fiz, me vesti de maneira discreta, mas provocante, fui a seu quarto, sentei na cama ao lado dele. Pus a mão em sua coxa, deixando que o dedinho (aparentemente sem querer) lhe tocasse. A reação foi imediata e senti o crescimento imediato. Então, perguntei se ele queria alguma coisa. Nem precisou responder. Ele me envolveu, nos beijamos e entrelaçados nos despimos e rolou de tudo. Achei maravilhoso, mas ao terminar veio a dor na consciência. Combinamos que esqueceríamos, como se nada tivesse acontecido. Mas, no dia seguinte, não resisti a tentação de me produzir e passar em frente a seu quarto, de maneira que me visse. Ele me puxou e tudo rolou de novo, enquanto meu marido dormia no quarto ao lado. A partir daí, passamos a transar todo dia pela manhã. Mas, agora estou ansioso, pois, cismei que meu marido está desconfiando de alguma coisa. O que posso fazer? Sei que não resisto. Continuo, a todo risco ou peço para não transarmos mais em casa. Gostaria que todos me orientassem e você, Marcia, se estiver lendo esse relato, peço que me aconselhe novamente. Estou ainda mais desesperada.

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Escrito por Anônimo

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