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Desejos inconfessáveis

Desde há muito tempo sou um gay enrustido. Por motivos profissionais e sociais não posso assumir minha preferência sexual, pois a sociedade ainda é muito discriminadora e preconceituosa a esse respeito.

Mas isso não muda ou diminui o desejo sexual que tenho por homens. 

Sou cheinho de corpo, mas não gordo. Tenho 1,68m, 85 kg, branco, olhos e cabelos castanhos, curtos, corpo liso. Tenho bunda grande, lisa e branquinha, que fica vermelha quando leva uns tapas de um homem. Sou muito discreto e não dou pinta nenhuma que indique que sou viado.

No período que narro, estava há meses sem namorado, e obviamente explodindo de desejo e tesão por um macho ativo que me possuísse, pois sou apenas passivo, e só curto homens exclusivamente ATIVOS.

Estava em um bate-papo por telefone – muito comum na época – e conheci um homem que dizia ser apenas ativo, e estava louco pra foder uma bichinha gulosa. Combinamos dele vir em minha casa. Enquanto esperava, minha ansiedade aumentava, meu coração acelerou, assim como minha respiração, pela excitação e expectativa de nós próximos minutos ser pasto para um macho tarado.

Quando ele chegou, fiquei meio decepcionado, pois o achei franzino; gosto de homens grandes, fortes e musculosos. Ao menos era moreno jambo, o que gosto em um homem.

Fomos para meu quarto e pedi pra ele tirar a roupa: tive surpresas agradáveis: ele era peludo – o que me enlouquece em um homem – e tinha um pênis lindo.

Ajoelhei e me pus a chupar aquele pau maravilhoso, que rapidamente endureceu na minha boca. Adoro mamar um caralho lindo: lambia e chupava a glande, engolia quase tudo, em uma garganta profunda, lambia e beijava toda a extensão, batia com ele no rosto, esfregava na cara, sempre gemendo de prazer e olhando pra ele. Mamava as bolas com tesão e continuava a sugar aquele mastro divino, até que ele se posicionou por cima de mim e começou a se masturbar; abri bem a boca e tirei a língua pra fora, esperando meu presente, que logo veio: jatos fortes e quentes de esperma. O primeiro caiu dentro de minha garganta. Recolhi a língua, pois queria sentir o gosto (esqueci de dizer que sou um degustador de sêmen; sempre peço para o macho esporrar na minha boca). Espalhei bem a porra dentro da boca, para curtir o sabor, e depois engoli tudinho, para meu prazer e também o do meu macho, que ficou deliciado com isso.

Ficamos descansando, abraçados, eu beijando seu tórax peludo. Nos beijamos ardentemente, fui beijando seu peito, abdômen, descendo até o pau, novamente duro. Tinha um tamanho respeitável, conseguia segurar ele com as duas mãos e ainda sobrava o bastante para eu chupar com vontade.

Ele me pôs de quatro e começou a lamber e chupar meu cu, me levando ao delírio de prazer. Depois se posicionou e com um movimento firme e decidido, enfiou a tora inteira, me penetrando totalmente, e me fazendo gemer alto, de dor e prazer; ficou socando por bastante tempo, não sei quanto, pois perdi a noção do tempo, quase inconsciente de tanto prazer. Ele me virou e me penetrou no franguinho assado; começou a socar, me chamando de putinha, seu viadinho gostoso… Soltou seu peso em cima do meu corpo, continuando a meter, e me beijou na boca, com sua língua em minha garganta; eu sentia sua saliva descendo por minha garganta, e quase desfaleci de prazer. Depois de um tempo nos refazendo ele saiu de dentro de mim, e senti seu esperma escorrendo do cu para minhas coxas.

Me apaixonei por aquele homem, mas ele apenas me usa como seu depósito de porra, quando quer se aliviar, mas eu não discuto. Só quero ser usada por aquele macho maravilhoso!

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