Aos 12 anos, minhas brincadeiras sexuais aconteciam nos famosos troca-trocas e muitos meninos mais velhos gostavam de brincar comigo porque eu não me importava de apenas deixar que brincassem com minha bundinha. Nada mais grave ou diferente aconteceu e eu continuava buscando minha sexualidade.
Aos 14 anos, um primo 6 anos mais velho começou a gostar de simular lutas-livres comigo e sempre terminava me enconchando e eu sentia seu volume crescer, ali, apertadinho.
A evolução natural dessa brincadeira foi minha aceitação para deixá-lo ir adiante e me iniciar naquilo que se tornou minha realidade e minha paixão. Ele me ensinou a ser sua putinha.
Dos 14 aos 21 anos, aprendi o prazer de ser passivo e o prazer da submissão. Em quase todos os fins de semana, eu saia com ele e seus amigos mais chegados e íamos para um rancho na beira de um rio onde eles gostavam de pescar. Ganhei deles, roupas femininas e perucas. A irmã dele me ensinou a fazer a maquiagem e eu passava o fim de semana à disposição deles. Eu amava ser usada por todos. A todo e qualquer momento, eu estava disponível para que me fodessem ou para chupá-los até gozarem.
Aos 19 anos, me apaixonei por uma menina. Começamos a namorar e aos 21 anos, me casei com ela. Prometi a mim mesmo que toda aquela bagunça acabava ali.
Consegui cumprir essa promessa até recentemente, mas há 3 meses, durante uma estadia de hotel dividindo um quarto com um colega de trabalho capitulei! Havíamos programado de sair para jantar. De banho tomado, sentei-me na poltrona do quarto e liguei a TV para esperar que Marcos terminasse seu banho.
Quando ele saiu do banho, se enxugando com a toalha, fiquei hipnotizado pelo tamanho descomunal de seu pau e não consegui disfarçar. Marcos percebeu e começou a alisar sua pica que só crescia. Aproximando-se de mim, fazia comentários que me excitavam e, já com a pica dura, bateu em meu rosto e ordenou que o chupasse. Pronto! Lá se foi todo o esforço de muitos anos. Em questão de minutos eu estava totalmente entregue a ele.
Não saímos para jantar. Ao invés, eu fui o jantar!
Desde então, ele entendeu quem eu sou e rapidamente passei a atender todos os seus desejos e voltei a ser a putinha que pensei não existir mais.
Agora, Marcos decidiu que vai comer minha esposa. E eu estou excitadíssima para me saber corno. Já aproximei os dois, mas ainda não “deu liga” e minha esposa está desconfiada. Quero muito que isso aconteça porque, talvez covardemente, entendo que essa é a melhor maneira de dizer-lhe sobre todo esse contexto complexo que é minha realidade de lidar com sexo.
Não gostaria de perdê-la e sinto-me obrigado a contar sobre esse meu lado. Seria ótimo que ela entendesse e passe a gostar da liberdade de transar com outros e outras.
Essa é minha jornada atual! Fingers crossed!



COMPLICADO MAIS INTERESSANTE !!!!!
Tomora que de certo e ele vire o comedor do casal….
Nunca entendi essa coisa de macho alfa beta e etc…
É COMPLICADO ´VC FOI APRESENTADO AO SEXO CEDO , E DE MANEIRA DIGAMOS CONTRÁRIA A SUA NATUREZA , E ISSO FICOU NO SEU SUB -CONCIENTE MESMO A PROVA É QUE SE APAIXONOU POR UMA MULHER , MAS IMPACTOS NA INFANCIA MARCAM PRA SEMPRE E BASTOU UM GATILHO PRA SEU LADO MENINA RESURGIR.
MAS VAI DEVAGAR COM SUA NÃO DECIDA POR ELA , ELA PODE REAGIR MUITO MAL , A DO NADA TER UM MARIDO GAY E QUE DE QUEBRA QUER SERVI-LA PRA OUTRO.
TUDO DE UMA VZ SO PODE DAR MERDA ., VA AOS POUCOS
Virou florzinha