Tem duas semana que ele está na escola evangélica e estão fazendo rodas de oração para livrar meu filho dessa maldição. Pelo que o pastor nos disse ele parece disposto a se livrar desse pecado e está colaborando e se comportando na escola evangélica. Sou uma mãe de fé e creio que Deus irá ajudar meu filho dessa maldição que o diabo colocou nele, só Deus e Jesus para salvar nossos filhos dos pecados do mundo. Tirei meu filho da outra escola onde ele conheceu aquele menino pederasta que a família aceita! Queria ajudar de alguma forma essa família, mas eles não quiseram ajuda.


Você e sua família tem suas crenças e até compreendo isso.
Orientação sexual nada tem a ver com religião… é uma característica única em casa indivíduo.
Aceitar, acolher e respeitar sempre será a melhor opção.
Você e teu filho tentam seguir por um caminho que contraria a natureza dele e será uma luta e tanto para acontecer como desejam.
A família do outro rapaz aceita e é feliz assim.
Cada um é livre para fazer o que achar melhor, claro, desde que não traga prejuízos a si e ao próximo.
Tem jeito não.
Ele gosta…
Aceita que dói menos.
Se seu filho for realmente homossexual (porque hoje em dia tem muito modinha), ele não deixará de ser, só porque vocês estão fazendo orações, ou porque você o matriculou em uma escola evangélica. Ele vai viver uma vida dupla, mentindo para vocês que está “curado” e fazendo as mesmas coisas escondido.
Amém, irmã,
Mas cada família é única e enfrenta desafios de maneira diferente. Enquanto você encontra força e conforto na sua fé e nas práticas da escola evangélica, outras famílias podem ter caminhos e crenças distintas. O que funciona para um pode não funcionar para outro, e isso é perfeitamente aceitável.
Você mencionou que tirou seu filho da outra escola porque ele conheceu um menino cuja família aceita sua orientação sexual. Isso é uma escolha sua e da sua família, e você tem todo o direito de tomar decisões que acredita serem melhores para seu filho. No entanto, é importante reconhecer que a aceitação e o apoio às diferenças são fundamentais para o bem-estar de muitas pessoas.
A família do menino que você mencionou pode não precisar da sua ajuda, e isso está bem. Cada um segue o seu caminho e encontra suas próprias formas de lidar com os desafios da vida. O que importa é que ambos os meninos estejam em um ambiente onde se sintam seguros e apoiados.
A vida é complexa e cheia de diversidade, e é essa diversidade que nos torna únicos. A aceitação e o respeito pelas diferenças são essenciais para construir uma sociedade mais harmoniosa e compreensiva.
Sinto pela vida desse jovem, essas lavagens cerebrais podem acabar com a vida dele, não se cura o que não é doença. Sensata essa família de não receber “ajuda” de uma lunática e fanática.
Apesar de eu concordar 100% com o comentário de @contosvirtual2024, fica a pergunta: Alguém no século xxi acredita que CRISTÃO está preocupado com valores/diversidade/respeito?
A preocupação deles é o MEDO de ir pra o inferno, e cumprir as ameaças do deus que se camufla com o falso livre arbítrio.